ELO UNIVERSITÁRIO BRASIL

"Estabelecendo o ELO para alcançar estudantes PERDIDOS em todas as partes"

2010 – Um ano para vivermos cristãos.

Publicado por elouniversitario em fevereiro 3, 2010

O mês de janeiro passou como um relêmpago, rápido e cheio de energia. Logo no primeiro dia do ano, fomos sacudidos com as tragédias resultantes das mudanças climáticas e interferência do homem no meio ambiente… milhares de pessoas não começaram um 2010 feliz, como muitos moradores de São Paulo e Angra dos Reis que ainda choram a perda de amigos queridos vitimados pelas águas de janeiro.

Tivemos um pequeno aumento no salário mínimo e descobrimos que a inflação é apenas um monstro adormecido prestes a acordar… aumentam passagens de ônibus, aumentam os gastos com a educação e saúde…

A produção industrial caí, o mercado desacelera, os bens imóveis sofrem uma grande desvalorização e revelam que o velho fantasma da instabilidade financeira voltou a aterroriza milhares de lares brasileiros.

O haiti desmoronou politicamente, economicamente e geograficamente. Abalos sismicos, instabilidade política e econômica… um país sitiado pela miséria, falta de fé e deseperança. 

A globo lança sua décima edição do BBB, recheada de protagonistas polêmicos, e desencadeia o debate sobre escolhas sexuais em nossa geração.  

Resumindo, 2010 começou com força total… por isso, creio que estamos vivendo um tempo de colheita como nunca vivido antes na história do cristianismo… alcançar pessoas, com o amor de Cristo, tornou-se algo urgente e inadiável. Penso que esse ano sermeos testados como cristãos… a questão é, será que seremos achados fiéis?

Por Cleiton Fiuza.

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Operação Anti-estresse no Projeto Missionário João Pessoa 2010.

Publicado por elouniversitario em fevereiro 1, 2010

Ontem pela manhã iniciamos uma nova estratégia no campus. Como havíamos postado anteriormente, resolvemos dar uma mãozinha aos estudantes da UFPB nessa reta final de semestre. Barraca com almofadas pra relaxar, jogos pra distrair a mente e um bom papo. Tudo isso pra tentar criar um clima anti-estresse na universidade. Essa foi uma ótima oportunidade para nos conectarmos com os estudantes e compartilhar do amor de Deus através de Jesus Cristo.

Fonte: http://www.alfaeomega.org.br/projetojp/

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Notícias do Projeto Feira de Santana 2010

Publicado por elouniversitario em fevereiro 1, 2010

Hoje completamos 17 dias em Feira de Santana.Desde que chegamos aqui, nossas expectativas  se resumem a uma: Conhecer.Lugares. Pessoas. A nós mesmos,e   mais a Deus.

Estamos no acampamento Manaaim, um lugar aconchegante e tranquilo. Lá, temos momento de oração, descanso, estudo, treinamentos ministeriais e comunhão entre 67 pessoas vindas do sul, sudeste, norte e nordeste.

Queremos conhecer mais pessoas, por isso estamos Prosseguindo na Jornada diária de conversar com os baianos sobre assuntos espirituais, no campus da UEFS. Prosseguimos também, durante as devocionais, na jornada de conhecer profundamente a Deus através da leitura do livro de Êxodo. E em meio a correria de provas, seminários e estudos encontramos muitos estudantes abertos a novas amizades e, principalmente, ao evangelho.

Acreditamos que o resultado desse conhecimento e caminhada com Deus nos levará a Ser um Movimento Espiritual nas nossas universidades, nas nossas cidades, nas nossas casas, ou seja, onde estivermos.

Muitos estudantes aprenderam a confiar em Deus e nas suas promessas enquanto levantavam os recursos necessários para o Projeto Feira de Santana. Suas histórias nos mostram o valor dessa confiança para nossas vidas.

Sou professora de um curso de inglês há pouco tempo. Uma pessoa foi no meu curso procurando uma tradutora de artigos científicos e me contratou, mas eu não tinha experiência. Fiz as traduções e ganhei um bom dinheiro. Pensei em usar esse dinheiro para o projeto, mas eu achava que para conseguir o sustento Deus tinha que me dar de forma sobrenatural, como por exemplo, o dinheiro aparecendo na minha conta do nada, ou algum desconhecido me dando o dinheiro na rua.

Então eu comecei a levantar o sustento vendendo as camisas do Alfa e Ômega, e enviando cartinhas para as pessoas. Esperava o retorno e ajuda de muitas, mas elas não me ajudaram.

Quando chegou o dia do prazo final para pagar o projeto, retirei parte do que recebi das traduções com muita relutância, pois achava injusto ver meus colegas trabalhando, aguardando as ofertas e eu usando o dinheiro do meu trabalho.

Cheguei ao projeto e me esqueci disso. E na última semana, recebi um e-mail de uma pessoa que havia prometido ofertar antes da viagem, mas só fez isso agora. Sua oferta foi a mais do que eu tinha completado, através dela pude ajudar outros projetistas a completarem seu sustento.

Com isso entendo que Deus é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós. Efésio 3.20.

Evelyn Ferreira Santos, Fisioterapia, 3º semestre, UNEB.

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História de Campus

Publicado por elouniversitario em fevereiro 1, 2010

No projeto, umas das ênfases abordadas diz respeito à compaixão. Confiram abaixo o testemunho de Cristiane Bitencourt, uma das participantes do projeto, representante legítima do nosso querido Rio Grande do Sul.

Compaixão significa que você sente empatia pela aflição de outra pessoa e envia o sinal: sim, eu já estive lá também.  Brennan Menning

“Eu e Laura abordamos Érica na área de psicologia, no campus. Apesar de termos abordado apenas uma pessoa, apareceram mais seis que se integraram à nossa conversa sobre a salvação em Cristo.

Dentre todos os sete, a Érica foi a que me despertou mais interesse em explicar suas dúvidas. Ela já havia entregado sue avida a Cristo, mas acabou de afastando depois de alguns passos. Ela confessou na frente de todo mundo que reconhecia ‘não fazer coisas que agradavam a Deus’e que ‘por diversas vezes tentou manter sua vida fora de pecados e não conseguia’. Eu me lembrei que realmente ’sim, eu já estive lá também’.

Eu consegui compartilhar com ela o que aprendi, que isso é uma mudança sobrenatural e que nosso esforço é o de estarmos dispostos diante de Deus, a receber a mudança e procurar nos relacionar com Deus. O legal ainda é que ela entendeu toda a explicação que eu dei.

Saí da área de psicologia pensando nela e me colocando em seu lugar ao lembrar das dificuldades e frustrações que passei. Eu orei por ela e pedi para que Deus a ajudasse a entender e a experimentar um relacionamento amplo com Ele. Desde então sinto como se tivesse ‘adotado’ a Érica para cuidar e ensinar as coisas que Cristo me ensinou. Fico feliz quando a encontro aqui na UFPB. Cheguei a marcar um encontro de edificação, mas em função dos estudos ela avisou que não teria como aparecer. Fiquei feliz por ela ter pelo menos avisado. Isso demonstra que ela sente consideração por nós.

Espero, com a ajuda do Espírito Santo, poder conduzi-la a uma vida maravilhosa com Cristo. Poupá-la dos erros que cometi e compartilhar das coisas fundamentais que te tenho relembrado, compreendido e aprendido aqui em João Pessoa. Uma dessas coisas é a real compaixão pelos perdidos”.

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Diretamente de João Pessoa – PB

Publicado por elouniversitario em janeiro 31, 2010

Começamos oficialmente ontem, dia 04 de janeiro, o Projeto Missionário Alfa e Ômega João Pessoa 2010. Sessenta e dois participantes, entre estudantes e missionários, de diferentes partes do Brasil, estão reunidos no Acampamento Água Viva, cheios de expectativas em relação ao projeto.

Nossa missão é que nos tornemos profundos no relacionamento com Deus enquanto iniciamos um movimento espiritual na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ganhando, edificando e enviando discípulos multiplicadores cristocêntricos.

Nossa visão é que possamos voltar para nossas casas amando ainda mais o Senhor, com um compromisso renovado com Deus e Sua obra (Fl. 1:9-11)

Por Liege Lopes – Missionária do Movimento Estudantil Alfa e Ômega no Brasil

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Acampamento Alfa e Ômega em Salvador

Publicado por elouniversitario em setembro 18, 2009

“Como se não ouvesse amanhã…”

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Data: De 09/10/2009 à 12/10/2009

Local: Chácara Lis – Barra de Jacuípe

Valor: R$ 70,00

Tema: “Como se não ouvesse amanhã..”

Maiores Informações: elo.nordeste@alfaeomega.org.br

Inscrições: Com os líderes de campus na cidade.

UFBA Canela: Jamile
UFBA Ondina: Ádina
UniJorge: Mariana Guerra
UCSAL Pituaçu: Alice Caroline
UCSAL Federação: Joana
UEFS: Marina
UNEB: Vanessa

 

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Temporada de Acampamentos Alfa e Ômega 2009

Publicado por elouniversitario em setembro 18, 2009

ACAMPAMENTO DO ALFA E ÔMEGA EM BELÉM

Data: De 30/10/09 à 02/11/09

Local: Sítio da Igreja dos Irmãos – São Miguel.

Tema: F-R-I-E-N-D-S

João 15.15 “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu Senhor; mas, tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer”

Valor: Pagando inscrição de R$ 5,00 até 30/09 – R$ 40,00 

                 Pagando inscrição de R$ 5,00 até 30/10 – R$ 50,00

Inscrições: 

UFPA – Márcio (9179-7081/3201-8239) – estatimarcio@hotmail.com

UEPA CCBS – Naila (9127-6811/3246-9174) – naila_mourao@hotmail.com

UEPA Telégrafo – Líria (3273-0063) – nathy_du_vale@yahoo.com.br

Unama BR – Danielma (8815-2448/3083-9029) – danissesp@yahoo.com.br

CESUPA Alm. Barroso – Marcelo (3229-4845) – marcelobarros0212@hotmail.com

UVA – Keyse – moreninhakeise@hotmail.com

FAP – Thiago (8873-0430/3246-2362) – thiagofig_02@hotmail.com

Maiores Informações: retiroaeo2009@yahoo.com.br

Cartaz Friends Web

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Ministros de louvor terão que pagar para tocar…

Publicado por elouniversitario em setembro 17, 2009

Ou a igreja será multada…

timthumbÉ isso mesmo o título da matéria não está errado, de acordo com a autarquia federal “Ordem dos Músicos do Brasil” (OMB), quem não possuir uma “carteirinha” de músico pela ordem terá que pagar uma multa, isso incluí bandas que se apresentam em shows, cantores e até levitas, então você que está inserido no louvor de sua igreja local se não possuir a “carterinha” será multado, quer dizer, você não, mas a igreja na qual você pertence sim!

Este absurdo é graças a enferrujada Lei 3.857, de 22 de dezembro de 1960, que regula a atividade de músico, exigindo que só pode exercer a profissão quem estiver registrado na OMB. Até ai tudo bem, o problema é que este registro custa R$215,00 e após o seu ingresso na entidade o músico terá que pagar uma taxa anual de R$100,00, para manter a “carterinha”.

Outro detalhe de relevância é a criação da Delegacia Musical Cristã, que foi inaugurada em março de 2009, e tem como objetivo fiscalizar as igrejas para enquadrar quem não apresentar está licença, serviço que já ocorreu na sede da Bola de Neve Church em São Paulo, onde a igreja foi multada pelos seus músicos não possuírem o documento da OMB.

A igreja através de seus advogados foi obrigada a entrar com um mandado de segurança para evitar o pagamento desta multa. A liminar foi deferida, suspendendo o auto de infração e impedindo, até o julgamento do mérito, que a autarquia tome qualquer atitude coercitiva em face da igreja e músicos que tocam em seus cultos.

“A petição teve vários embasamentos legais, como a liberdade constitucional de culto e a voluntariedade dos músicos da igreja, entre outros”, informou a advogada Taís Piccinini, responsável pela ação em entrevista para a matéria também sobre este mesmo assunto no portal Cristianismo Hoje. “O que acontece na igreja não é e nunca foi um show, mas culto a Deus, onde o amor e dedicação são os únicos incentivos para o trabalho no templo.” declara.

Uma esperança contra está autarquia, é a PL 223/09 do nobre Deputado Giannazi (PSOL), que pretende garantir o livre exercício da atividade de músico.

fonte: Notícias Gospel

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Jesus Cristo – Quem é Ele para você? “Um Rei de prostitutas e mendigos” ou o Filho do Deus vivo?

Publicado por elouniversitario em dezembro 6, 2008

desert_storm-bigNo dia que antecedeu a Sua crucificação, durante o julgamento mais famoso da história, Jesus foi reconhecido como um “Rei de prostitutas e mendigos”. Com estas palavras, os líderes de Jerusalém tentaram diminuir Aquele que estava atraindo as multidões e tornando-se conhecido em todas as cidades da região como o Messias prometido ao povo judeu.

Analisando um pouco os fatos que precederam este julgamento, descobrimos que, uma semana antes, este mesmo Jesus foi recebido e aclamado como rei ao entrar em Jerusalém, tratado com honras e respeito pela maioria das pessoas que viviam naquela cidade. O que podemos concluir então? Que este “Rei” não atraia apenas prostitutas e mendigos. Algo era diferente nEle e em Suas palavras.  Ele amado pelos rejeitados, não por dar-lhes dinheiro ou comida, mas por ser capaz de amá-los como ninguém havia feito antes.

Os líderes judeus daquela época não estavam preocupados com as prositiutas e mendigos que estavam sendo atraidos por Jesus. Ele foi odiado, invejado, perseguido, mal interpretado e erroneamente julgado por afirmar ser Ele o Filho de Deus.

Ao ser julgado, Ele não pronunciou um palavra em sua defesa. O Filho de Deus permaneceu calado diante de seus inquisidores, como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele aceitou a zombaria, o descaso e a incredulidade daqueles que esperavam pela promessa que Ele mesmo estava cumprindo. Ele sabia qual o motivo que O havia trazido a este mundo e qual era o Seu verdadeiro Reino.

Mais de 2000 anos se passaram, e, ainda hoje, multidões continuam sendo atraídas até Ele. Muitos tentam julgar os Seus atos e interpretar suas as Suas reais intenções… Poderia um Deus fazer-se homem e achegar-se à classe mais desprezada da nossa sociedade? Será que Ele amou aquelas pessoas ou só queria uma multidão que O adorasse? Por que, sendo Deus, Ele aceitou tudo o que lhe fizeram? Será que Jesus realmente era quem dizia ser? E para você, quem é Ele? Um “Rei de prostitutas e mendigos” ou o Filho de Deus que foi enviado ao mundo “para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna”?

Ele me atraiu…

Sempre fui um péssimo jogador de futebol. Em qualquer jogo de final de semana, eu costumava ser o último a ser selecionado para fazer parte de algum time. Pior, ainda ganhava o apelido de “café com leite”, significando que não faria muita diferença naquela partida.

Sempre fui um estudante dedicado. Desde os primeiros anos de escola, minhas notas costumavam estar entre as melhores da turma. E, em qualquer época de prova, meu nome costumava ser lembrado como referencial de alguém que poderia ensinar matemática ou português aos que tinham mais dificuldade para reter a matéria (coincidentemente, estes eram os melhores jogadores de futebol).

Dentro dessa realidade, cresci pensando que eu só seria “alguém” se eu tivesse algo a oferecer. Na hora do intervalo, minha bicicleta era tão solicitada quanto os jogos eletrônicos de “alguém” que os possuía. Este era o sistema, era assim que as coisas funcionavam, eu só tinha que me ajustar.  “Dar para receber em troca” tornou-se minha filosofia de vida.

Por ter nascido em uma família religiosa, cresci ouvindo a respeito de Jesus, de Sua morte em uma cruz e de um livro polêmico chamado Bíblia. Freqüentava reuniões cristãs sempre que podia. Gostava das músicas que ouvia na igreja, elas tinham uma melodia atraente para mim. Mesmo assim, Aquele Deus cristão sempre pareceu um tanto quanto longe da minha vida.

Eu tinha a Sua imagem bem clara em minha mente, uma que me apresentaram quando ainda era criança: a de um homem cheio de feridas e marcas de sofrimento, pendurado em uma cruz, com uma coroa de espinhos na cabeça e um olhar tristonho. Na minha mente, Ele estava pedindo algo a todas aquelas pessoas sentadas à Sua frente na igreja, implorando para que acreditassemos nEle e O amassemos.

Às vezes, ficava frustrado por ler a Bíblia e não conseguir entender muita coisa. Ela mais parceia um livro cheio de narrativas legais que incluiam heróis e grandes prodígios em uma época antiga. Para mim, ela era tão atraente quando os livros de contos da mitologia grega. Achava que só as pessoas “especiais” poderiam compreendê-la totalmente.

Foi assim que cheguei aos quatorze anos, com muitos amigos, algumas decepções, muitas concepções e uma vida inteira pela frente. Julgando-me o detentor da verdade, conhecedor de Deus e independente dEle, me deparei com Jesus, este “Rei de prostitutas e mendigos”, e percebi o quanto Ele era real e o quanto eu estava vazio da Sua presença.

No começo de 1994, fui convidado para participar de um retiro espiritual cristão. Eu não me sentia nem um pouco motivado a participar de programações como esta, mas gostava de acampar em fazendas e isto me motivou a ir. Lá, comecei a observar o comportamento dos cristãos e a notar que existia algo diferente, eles simplesmente demonstravam um amor mútuo e altruísta, que não exigia nada em troca. O que era totalmente contrário a minha forma de entender amizade e relacionamentos.

Perguntei a um amigo próximo como eu poderia experimentar aquilo que eles experimentavam e ele me disse que Deus era a única diferença, que eu precisava ter um bom relacionamento com Ele para poder ter um bom relacionamento com outros. Retruquei na mesma hora dizendo que esta não poderia ser a diferença porque eu conhecia a Deus. Foi aí que ele me fez um desafio, “feche os olhos e procure onde Deus está em sua vida”, fiz isto por uns cinco minutos e descobri que Ele não estava em nenhum lugar.

Ele me mostrou um texto em Apocalipse 3:20 que dizia: “Eis que estou a  porta e bato, se alguém ouvir a voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo”.  Então entendi que Deus esteve todo este tempo esperando pelo meu convite e eu nunca havia aberto a porta da minha vida para Ele. Fiz isto, assim que compreendi o motivo pelo qual sentia tanto vazio.

O amor com o qual Ele amou todas a pessoas, demonstrado e provado em cada atitude Sua, me atraiu aos Seus pés. Não pedindo nada em troca, não exigindo que eu fosse alguém “especial” para Ele ou para os outros, simplesmente me amando, antes mesmo que eu O amasse.

Aquele Deus, que conheci derrotado em uma cruz, com olhar de súplica e desespero, a quem adorei por toda a minha infância sem conhecê-lO pessoalmente, mostrou-me quem Ele é de fato, um Salvador vivo e um “Rei” onipotente. Muita coisa aconteceu desde o dia em que Ele me encontrou, em alguns momentos andei lentamente, em outros, acelerei o passo, mas em nenhum deles pude duvidar da presença constante de Jesus em minha vida.

Este “Rei de prostitutas e mendigos” está disposto a fazer uma revolução espiritual em sua vida. Se você ainda não O encontrou, quero dizer que Ele está disposto a te encontrar no meio da tua jornada e mostrar o quanto te ama. A história dEle não acabou naquela cruz, nem nos primórdios da igreja cristã, ela continua até hoje. No entanto, a tua história pode nem ter começado ainda.

Cleiton Fiuza

 

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É possível o Cristianismo ser “verdade para você, mas não para mim”?

Publicado por elouniversitario em dezembro 6, 2008

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“Cristianismo é bom para VOCÊ”, ele disse, “mas não é certo pra mim. Eu acho que você deve acreditar em qualquer coisa que te faça feliz e te dê paz”.

 

“Bem, você pode estar certo sobre isto”, eu disse. “Eu não estou aqui para colocar minhas opiniões na sua cabeça. Deixe-me mostrar-lhe algumas idéias e veja o que você pensa a respeito delas. Há dois tipos de verdade”, eu disse. “Há opinião, ou preferência, tipo ‘ eu gosto de sorvete de chocolate.’ Algumas pessoas gostam de chocolate. Algumas gostam de baunilha. Algumas são melhores em contabilidade, outras em espanhol.

 

“No entanto, existe outro tipo de verdade, a verdade científica. Por exemplo, a gravidade existe quer você acredite nisto ou não. Antes da gravidade ser descoberta, maçãs já caíam no solo, certo?”

 

“Certo”, ele concordou.

 

“Agora a maioria das pessoas acha que religião é a mesma coisa que opinião”, eu continuei, “como um sabor de sorvete favorito. Mas a Bíblia indica que a verdade espiritual é como a LEI DA GRAVIDADE. É verdade quer você acredite ou não”.

 

“Agora, a questão de a Bíblia ser verdade ou não, é outro problema”, eu disse. “Mas a idéia é esta: a Bíblia diz que nossos pecados nos separaram de Deus, e o único caminho para resolver este problema é através de Jesus Cristo.

 

“Você pode acreditar em qualquer coisa que queira”, eu disse. “Eu não estou aqui para forçar você a acreditar em mim… Mas se você estiver certo e eu errado, eu não estou perdendo nada. Quando eu morrer, eu simplesmente voltarei ao pó. Se eu estiver certo e você errado, você desperdiçaria a eternidade separado de Deus. Não vale a pena pelo menos parar para pensar nisso?

 

Eu disse isso e o fiz pensar. 

 

A maioria das pessoas acha que a idéia do Cristianismo ser o único caminho para o céu é repugnante.  E eu não as culpo. Soa arrogante. E pra falar a verdade, alguns cristãos são arrogantes mesmo. Mas eu acho, que na maioria das vezes, o que essas pessoas “desligadas” acham é um simples mal entendido. Quando Jesus disse, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, Ele não estava se gabando e dizendo, “Eu sou o melhor. E Eu só levarei para o céu quem seguir minha vontade”.

 

Ao contrário, como estava dizendo, “há só uma maneira de atravessar o Grand Canyon. Você não pode atravessar pulando, andando ou dirigindo. Você tem que pegar um helicóptero”. A natureza do problema significa que há uma única solução.

 

Nossos pecados tornaram impossível o alcance a Deus. Se nós estamos tentando ganhar a aceitação de Deus por nossa vida “reta”, não vamos a lugar algum. Se nós estamos tentando ser religiosos para alcançar a Deus, também não vamos a lugar algum. No entanto, Deus pode nos alcançar. Jesus Cristo veio, então podemos ser perdoados, podemos ter um relacionamento com Ele. Nós podemos tentar alcançar Deus por boas obras ou esforços religiosos, mas Jesus disse que isso não adiantaria.

 

Jesus não só disse, “Ninguém vem ao Pai a não ser por Mim”, como também disse, “Todo aquele que ouvir minha palavra e acreditar em quem Me enviou, tem a vida eterna e não será condenado; pois passou da morte para a vida” Agora, se houve outros homens, que estavam com Deus, eu acho que haveria outros caminhos para o céu! Mas Jesus é a única pessoa na história, que eu saiba, que se encaixa às exigências.

 

Texto escrito por: Marcos Hansard

 

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