Posts de Junho, 2008
Ainda há muito o que fazer… Vídeo do Ministério Alfa e Ômega em Salvador – Bahia
Publicado por elouniversitario em Junho 30, 2008
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Um Lual em Natal…
Publicado por elouniversitario em Junho 30, 2008
Muito Feliz em compartilhar com vocês “um pouco” do que aconteceu este sábado ( 21/06/2008 ) no Lual – organizado pelos estudantes do Movimento Alfa e Ômega em Natal - lá em Ponta Negra.
Apesar de muita chuva, Deus também fez cair chuvas de bençãos naquele lugar e eu tenho certeza que todos saíram cheios da sua glória. Creio que a chuva serviu para nos testar e selecionar as pessoas que estavam indo àquele lugar para que fossem realmente os que estavam dispostos a buscar a face de Deus!
“Helô, eu e Tábita estávamos fazendo a contabilidade das pessoas lá no Lual, tiveram algumas que sariram antes, outras que chegaram depois, outras que apareceram rapidamente por lá e tal, ao todo, contando com todas elas, foram 52 pessoas para glória do Senhor… foi lindo!!! O que eu posso dizer? Foi power, eu ADOREI! “
(Élvia Florencio)
“Bem, as bençãos foram muitas!!! U-huuuu!!! Deus realmente fez inundar a Sua chuva de bençãos sobre nós naquelas horas! E chuva de águas tb!!! Foi tudo lindoooo!!! O mar, a praia, os coqueiros, o céu, as nuvens que esconderam a Lua… Lindo, lindo, lindo!!!Os louvores, as orações, a meditação, os testemunhos (inclusive o testemunho da proteção de Deus nas nossas vidas, através de Brenno! U-huuuu!!!), as dinâmicas, a comunhão… Tudo refletiu a alegria do Senhor em nosso viver, por estarmos ali celebrando o Nosso Papai de Amor por todos os Seus poderosos feitos e por todos os Seus maravilhosos benefícios para conosco!!!! “
(Helô Matos)
Dentre alguns lindos testemunhos, Deus fez acontecer algo TREMENDAMENTE lindo naquele dia que também foi relatado entre os presentes. Willian Breno, estudante de Letras na UFRN, que participa das reuniões do Alfa e Ômega no Setor 4, passou por um grande Livramento naquela noite e teve a oportunidade de nos contar como o Espírito Santo o usou e como Deus guarda os seus.
“Ele vinha em uma daquelas ruas anteriores a orla quando foi abordado por dois ‘caras’ que perguntaram seu nome, quando ele perguntou o porquê, os ‘caras’ anunciaram um ASSALTO e pediram uma sacola que Breno tinha na mão. O estudante entregou a sacola e logo depois fez o convite aos ladrões para eles irem ao Lual. Como era de se esperar, a resposta dos assaltantes foi de espanto: -’Como é? a gente está te assaltando e você nos convida para um Lual?’
O estudante, com muita segurança, disse que queria que os assaltantes pudessem conhecer o Jesus que ele conhecia. Então, os rapazes devolveram a sacola e disseram que não assaltavam crente.”
Agora, será que esse povo é doido ou não é?? Doido por Jesus!!!
No final de muito louvor, oração e testemunho, tivemos uma linda reflexão de “onde está o seu tesouro?” que veio diretamente do coração do Pai!
Ao sairmos de lá ainda fomos saciar a fome no PASTELANCHE!!!
Confiram as fotos!!!
Fiquem com Deus!!!
Até a próxima!!!
Fotos do Lual: http://www.slideshare.net/alfaeomeganatal/lual-2106-482227?src=embed
Por: Jaqueline Graziele – Estudante de Administração – UFRN / Natal
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Lições de vida que aprendemos à medida que andamos com Deus…
Publicado por elouniversitario em Junho 30, 2008
Há alguns meses, assisti a um filme que recomendo, “Desafiando Gigantes”. Ele tem como enredo principal os problemas profissionais e familiares enfrentados por um cristão – que é treinador de futebol americano – e a forma como Deus o capacita a superá-los.
Dentre as cenas que considerei mais marcantes, destaco uma em que que o capitão do time de futebol, desanimado com uma série de derrotas seguidas, é desafiado pelo treinador a percorrer aproximadamente 50 metros do campo, tocando apenas as mãos e os pés no solo, com um outro jogador, que supunha-se ter 63 kg, nas costas. Além disso, o rapaz teria que fazer esse percurso com os olhos vendados, ficando incapacitado de saber o quanto já havia percorrido.
Acreditando ser essa uma tarefa que estava apto a realizar, iniciou o desafio com muita motivação interna, queria mostrar ao grupo que era capaz de fazer aquilo. Entretanto, o peso do amigo e o esforço que fazia para não encostar os joelhos no chão começaram a tornar-se dolorosos para ele à medida em que percorria os primeiros metros. Em sua mente, ele ainda precisava alcançar o alvo dos 50; e sua força interior o impulsinava a isso. Como não podia ver o quanto percorrera, uma batalha psicológica interna começou a ser travada; ele acreditava que poderia chegar na distância estabelecida, mas seu corpo estava dizendo o contrário.
Sinalizando cansaço, seus músculos começaram a “queimar”de dor, e sua mente entendia que era hora de parar. Em contrapartida aos fatores internos, seu treinador, que caminhava ao seu lado o tempo inteiro, insistia repetindo: “você vai conseguir”… “só mais alguns passos”… “vamos lá”… “mostre do que você é capaz”…
A cena representa um momento decisivo para ambos, algo está sendo construído no caráter daquele jogador e o treinador sabe disso. O rapaz continua sem saber o quanto já percorreu. Tudo o que ele sabe é que está doendo muito e que a lógica o impulsina a parar. O restante do time, que assistia a tudo de forma desinteressada, põe-se de pé ao perceber o que está acontecendo.
O rapaz implora “está queimando”, o treinador responde “Eu sei que está queimando, mas falta pouco”, ele grita “está doendo”, e ouve de forma encorajadora “eu sei que está doendo, mas você é capaz de suportar, a sua maior batalha agora é psicológica”. Exausto, sem forças, desanimado, o rapaz desaba no solo… não dá mais… triste, ele pergunta ao treinador: “consegui ao menos percorrer os 50 metros?”.
Nessa hora, a sua venda é retirada; o restante do time o contempla; o treinador sorri dizendo: “olhe o quanto você andou; você atravessou todo o campo; você percorreu quase 100 metros com 63 kg nas costas… então, nunca mais me diga que você não é capaz”. Ouvindo o comentário, o jogador que fora carregado completa: “treinador, eu peso 73 kg”.
Podemos parender muitas lições nessa cena de poucos minutos, mas queria deter-me em apenas 4 delas:
1 – Não temos idéia do nosso verdadeiro potencial… a verdade é que nós podemos fazer muito mais do que acreditamos poder. Embora conheçamos boa parte do nosso verdadeiro potencial, só Deus o conhece por completo e só quando caminhamos ao Seu lado podemos descobrir isso.
Se o treinador tivesse, incialmente, desafiado o jogador a percorrer os 100 metros, com certeza ele nem teria iniciado a prova; poderia ter chamado o treinador de louco e, muito provavelmente, sairia dali ofendido e magoado. No entanto, o jovem percorreu os 100 metros, indo muito mais além do que imaginava e realizando um trajeto que ele mesmo não se julgava capaz de realizar.
Deus muitas vezes age da mesma forma conosco… a Bíblia está cheia de exemplos disso: José, Moisés, Gideão, Davi, Paulo, etc… eles são exemplos de pessoas que andaram 100 metros com Deus, crendo que estavam percorrendo uma jornada de apenas 50.
Deus conhece nosso potencial, Ele sabe o que somos capazes de realizar quando confiamos totalmente nEle e obedecemos ao Seu direcionamento. E, como um treinador prudente, nos ensinará isso através dos anos e das experiências que nos permite vivenciar. Da mesma forma como Ele não avisou a Gideão que enviaria apenas 300 homens para a batalha contra os midianitas, quando o convidou a liderar o exército, Ele também não nos alerta sobre todos as dificuldades do percurso antes de largarmos.
Creio que por saber que muitos diriam “não” se pelo menos imaginassem o quão íngrime o caminho proposto realmente é, Deus simplesmente nos convida para percorrer o trajeto e se propõe a estar ao nosso lado durante todo o percurso… Ele sabe do que somos capazes de fazer quando confiamos plenamente nEle… E Ele também sabe o quanto teremos crescido ao chegarmos ao alto de cada colina e descobrirmos que, por causa dEle, atravessamos muito mais dificuldades do que acreditávamos ser possível.
2 – O Jogador tinha os olhos vendados, impedindo-o de ver o quanto já havia percorrido… quando sabemos com clareza onde se encontra o marco final, planejamos a melhor estratégia, reunimos as nossas forças, geramos um impulso interno, saltamos as barreiras iniciais, atravessamos as dificuldades emocionais e fixando nossos olhos no ponto de chegada, iniciamos a prova.
Pode até ser complicado, mas chegaremos lá e, quando isso acontecer, sentiremos o alívio do dever cumprido… mesmo que tenhamos forças de sobra para ir além do marco estabelecido, estaremos tão felizes por termos feito o que consideramos ser o nosso melhor, que pararemos ao atingirmos o ponto que nossos olhos fixaram.
Não precisamos de muito apoio externo para esse tipo de corrida, porque sabemos o quanto andamos e o quanto falta a cada passo dado… nossa motivação interna é quem nos impulsina a continuarmos.
No entanto, imaginem-se realizando o mesmo trajeto vendados. O que muda quando não conseguimos fixar nossos olhos no ponto de chegada? Simplesmente, não temos a mínima idéia de onde ele se encontra. Como da primeira vez, vamos planejar a estratégia, calcular os ríscos, reunir nossas forças, gerar um impulso interno e dar a largada… mas, como estamos impossibilitados de saber o quanto do trajeto já percorremos e o quanto ainda nos resta, necessitamos de apoio externo, principalmente quando todas as nossas motivações internas se esgotarem.
É nessa hora que as palavras de ânimo do nosso Treinador farão diferença para que alcancemos os objetivos traçados. Mesmo que nos sintamos vendados pelas circunstâncias, continuamos confiando na direção que Ele nos dá por sabermos que Ele nos conhece e que os Seus olhos estão fixos no alvo que foi estabelecido para nós.
Para nós, continuar andando quando tudo nos parece escuridão, significa confiar plenamente em nosso Treinador, Deus. Significa depender de Sua direção e da força motivacional externa gerada por Ele. É concordar que podemos retirar os olhos do objetivo final quando mantemos os ouvidos e o coração bem abertos a liderança dAquele que nos conhece e nos faz andar em segurança. É sentir a necessidade de seguí-lO de perto. É confiar ao ponto de continuar dando passos quando Ele disser que ainda temos forças e que só faltam alguns metros. É não superestimarmos nossos sentimentos, mas entregarmos todos eles Àquele que os conhece melhor do que nós mesmos. É crer que nunca estaremos correndo sozinhos.
3 – O treinador sabia que estava doendo, mas também entendia as mudanças que o sofrimento estava gerando no coração do jogador… Algumas vezes, já me senti como aquele rapaz. Exausto, desanimado, sem forças, dolorido, clamando para que o percurso acabasse logo ou gritando para que o meu treinador permitisse que eu parasse alí mesmo.
Somente com a ajuda do meu Treinador pude completar cada uma das corridas que me foram propostas até hoje; confesso que essas foram as situações em que mais cresci como cristão e como pessoa. Quanto mais complicado o trajeto que tinha pela frente, mais sabia o quanto Deus modelaria meu caráter. Quanto mais implorava pelo alto da colina em uma subida íngrime, mais me conscientizava que chegaria ao topo de forma diferente e que aquele percurso era apenas uma preparação para um outro maior que estava por vir.
Deus sempre sabe quando e o quanto está doendo, Ele entende que as vezes chega a queimar de dor. Da mesma forma como Ele ouviu e reconheceu cada um dos motivos de lamentação de Jó, Ele ouve e reconhece nossas confissões de cansaço e desânimo. Por nos conhecer tão bem, Ele percebe a hora exata em que nossas motivações internas param, quando só a nossa confiança em Seu apoio e em Sua direção nos capacitam a darmos o próximo passo.
Pensamos que algumas subidas nunca chegarão ao fim. Muitas vezes, depois de corrermos em uma curva, tudo o que conseguimos ver é uma outra curva bem mais distante. Isso, por si só, já é suficiente para perdemos o ânimo e reavaliarmos se ainda vale a pena transpormos as dores e o cansaço emocional e continuarmos inabaláveis na direção que estamos seguindo.
Nossa esperança nos momentos de desilusão na jornada é a certeza de que Deus sabe que nós precisamos correr cada um dos kilometros que Ele nos convida a trilhar, subir cada colina que aparecer a nossa frente, atravessar cada pântano e cruzar cada deserto para que muitas coisas dentro de nós sejam transformadas por Ele. Com isso em mente, continuamos a dar os passos que nos capacitam a transpormos as dificuldades dessa vida, hora largos, hora cambaliantes, mas, sempre ouvindo Sua doce voz a nos guiar, dizendo “sei que está doendo, sei o quanto está queimando, mas tenha bom ânimo, falta só um pouco para chegar ao final desse percurso”.
4 – Quando estamos exaustos, aí sim precisamos confiar na direção do Treinador… por último, quero encorajar a todos que estão cansados, nesse exato momento, em alguma parte do percurso de sua vida, a continuar crendo que nosso Treinador sabe para onde está nos levando.
Quando, em alguma situação da nossa vida, nossas forças físicas e psicológicas se esvairem, a decisão mais sábia que podemos tomar é a de continuar ouvindo as palavras encorajadoras dAquele que conhece o nosso verdadeiro potencial e que nos convidou a darmos o primeiro passo, o nosso Deus.
Ainda que venhamos a nos encontrar na mais completa escuridão, sem nenhum ânimo interno para continuar seguindo em frente, sem nenhuma perspectiva sobre o quanto já trilhamos ou o quanto ainda falta para encontrarmos, finalmente, o lugar de descanso… ainda que uma voz grite insistentemente dentro de nós, em alto e bom som, que é hora de desistirmos… ainda que a nossa mente não encontre nenhuma razão lógica para prosseguir … ainda que nossos companheiros de equipe e até mesmo os amigos mais chegados duvidem de nossa capacidade de subirmos até o ponto mais alto da colina, onde contemplaremos o crescimento gerado pelo desafio.. ainda que nossos líderes digam que não somos as pessoas certas para realizar algo tão grande… ainda que desencorajados, perseguidos, humilhados, desmotivados, caluniados e não compreendidos… ainda que abandonados por todos no meio do percurso… nosso Treinador não desiste de nós, Ele continua andando ao nosso lado e dizendo “vamos, só mais um pouco, eu sei que você pode”.
Deus está conosco em cada passo que damos, desde o momento em que decidimos obedecê-lO sem reservas. “E certamente estou convosco todos os dias, até a consumação do século” Mt 28.20… “NUNCA te deixarei, NEM te desampararei…” Hb 13.5… nunca desista de continuar tentando, nunca pare de ouvir a voz do nosso Treinador, nunca confie apenas no que você conhece sobre sua capacidade, tudo vale a pena quando Deus está nos dizendo “só mais um pouco”.
Por: Cleiton Fiuza
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Minha Visão sobre o Ministério Universitário
Publicado por elouniversitario em Junho 29, 2008
Tornei-me cristão aos 15 anos, em 1994, como resultado do evangelismo de um colega de escola. Cresci em meu relacionamento com Deus e poucos anos depois já assumia a direção do ministério de jovens na minha igreja. Estava indo bem, até entrar na Faculdade, em 1996. Como qualquer calouro cristão, meu desejo era compartilhar minha fé com todos os meus colegas de turma até o final do curso, estava encorajado e disposto a fazer isso, mas não tinha idéia do que me esperava na vida universitária.O ministério que foi iniciado nas Universiades de Porto Alegre estendeu-se para outras 4 cidades do Rio Grande do Sul e o que era para ser um ano transformou-se em dois. Quando voltei a Fortaleza, em 2003, estava certo que o chamado que Deus tinha me feito para trabalhar com universitários era por mais anos do que eu pensava.
Bom, compartilhei um resumo da minha história para ajudá-lo a entender a minha visão para esse ministério. O ambiente universitário continua sendo um lugar inóspito para a fé cristã, centenas de jovens que cresceram em igrejas evangélicas estão afastando-se de Deus ou tendo a sua fé destruída, todos os anos, pela influência exercida por seus colegas de turma e/ou professores ateus. Além disso, milhares de jovens universitários não cristãos ouvem, diariamente, dos seus professores, que um relacionamento pessoal com Deus é algo irreal e até destrutivo para suas vidas.
A nossa visão é remar contra essa onda devastadora e continuar ajudando a estabelecer Movimentos Espirituais dentro de nossos campi universitários em todo o Brasil. Criando ambientes seguros nas Faculdades onde estudantes cristãos possam desenvolver seu relacionamento com Deus e estudantes não cristãos possam ouvir sobre Jesus, de diversas formas e repetidas vezes, tendo muitas possibilidades de entregar suas vidas a Ele em seu tempo como universitários.
Por: Cleiton Fiuza
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Se um pouco de fermento leveda toda a massa… imagine, então, o impacto de centenas de vidas transformadas por Cristo!
Publicado por elouniversitario em Junho 29, 2008
Estava fazendo algumas pesquisas na internet sobre o que os Universitários pensam a respeito de Deus, cristianismo, fé e igrejas cristãs em nossos dias e deparei-me com um inusitado blog de um estudante (a essa altura, creio que deva estar formado) da Universidade Federal da Bahia.
Ele relata no blog:
“Perguntinha:-Onde está a maior quantidade de seres estranhos por metro quadrado?
Respostinha:-Na Universidade.
Explico:
Agorinha mesmo passaram por aqui, duas figuras raras. Uma (que queria ser) loira e uma morena. Queriam dar uma “palavrinha” (aspas em negrito) comigo. Sabe aquele papo de Testemunha de Jeová que chega em sua casa nos momentos mais inoportunos? Pois é.
Elas queriam conversar a respeito de um tal “Movimento Estudantil Alfa e Ômega”. Graças a Jah Rastafari, eu já estava vacinado e já sabia do que se tratava porque senão, devido à minha curiosidade, eu teria que ouvir horas de evangelização pra saber o que era aquilo.
Em resumo… Criada nos EUA (longos tentáculos imperialistas), ela pretende congregar, no seio do M.E., aqueles jovens (no caso das duas figuras, elas já foram jovens num passado remoto) que professam a fé cristã. Tudo bem. É válido. Mas eu não tenho saco.
A primeira coisa que passou pela minha cabeça quando ela perguntou se poderia falar sobre o tal do “M.E. Alfa e Ômega” foi desancar a falar sobre o materalismo, desconstruindo qualquer tipo de idealismo. Mas deixei pra lá. Eu discuto ciência. Fé não.
As figuras (provavelmente cariocas, pelo sotaque) viram que eu não estava muito a fim (apesar da máscara de bom moço educado) e se foram.
Agora, só falta imaginar na próxima eleição ou manifestação estudantil, a militância do Alfa e Ômega fazendo panfletagem com a bíblia embaixo do braço e lançando chapa em culto em praça pública.
Como dizem, o movimento estudantil é plural. Pluralíssimo.”
Esse trecho do blog data de 16 de janeiro de 2004… ocasião em que estivemos em Salvador, pela primeira vez, realizando um Projeto Missionário de 4 semanas na UFBA.
Com a curiosidade aflorada por essa leitura, continuei vasculhando seus escritos (ler, para mim, nunca foi um grande desafio) e encontrei algo que ele postou 13 dias após esse encontro com as jovens do Movimento Alfa e Ômega:
“Atravessando a rua, passo a mão pelos cabelos molhados. Lá vem um carro. E se eu fosse atropelado? Seria melhor, porque a dor física superaria a dor que sinto dentro de minha alma (?) agora. Prefiro a costela fraturada ao coração em frangalhos… Sozinho na multidão, desconhecia o propósito, o objetivo, o desiderato, a razão, a causa…”
Fiquei pensando sobre como esse rapaz é um belo exemplo da nossa realidade universitária… cercados pela ciência, eles recusam-se a debater sobre fé. Cercados pela dor, eles assumem que algo dentro deles é mais frágil do que pensam e até questionam-se sobre a existência de uma alma.
Talvez uma leitura isolada da postagem do dia 16 torne-se um espinho desmotivador para nós que, diariamente, teimamos em abordar pessoas em nossas Faculdades para falar-lhes de algo que, aparentemente, não lhes interessa nem um pouco. Entretanto, analisando cuidadosamente o segundo texto, vemos como esses universitários são por dentro, iguais a qualquer outro ser humano: cheios de dúvidas, de medos, de incertezas, especialmente sobre sua vida espiritual.
Diariamente e de forma contínua, eles ouvem sobre a inexistência de um Deus e sobre a ineficácia da fé cristã. Suas convicções são colocadas em “xeque” dentro do campo intelectual, onde qualquer manifestação de espiritualiade é observada com desprezo. Esses 4 milhões de jovens, espalhados em milhares de campi ao redor do nosso país, também precisam ouvir várias vezes, e de fontes confiáveis, acerca do amor e do perdão de Deus para que, então, possam experimentá-los em suas vidas.
Não sei como está a vida daquele rapaz hoje, mas sei que em um dia da sua história, Deus enviou duas cariocas, que O amam e que dedicaram suas férias para serví-lO em uma outra cidade, para falar-lhe a respeito da salvação em Jesus Cristo. Provavelmente, por não conhecer o suficiente sobre aquelas jovens (nem sobre o Movimento Alfa e Ômega) para dar-lhes algum crédito, ele recusou-se a ouví-las, mesmo tendo um emaranhado de perguntas sem respostas a respetio de sua vida espiritual arraigadas ao seu coração.
Como somos seres humanos, temos direito a escolhas… e, por motivos pessoais, ele escolheu não ouvir. Entretanto, entendo que o impacto do encontro com essas duas cristãs, dispostas a testemunhar sobre sua fé em pleno campus Universitário, foi marcante para sua vida. Tanto que mereceu uma citação especial em seu blog. Entendo também que esse encontro levou-o a pensar em Deus, nem que só por um breve momento.
Precisamos URGENTEMENTE de Movimentos Espirituais em todas as partes, para que cada universitário POSSA TER a oportunidade de conhecer BEM alguém que verdadeiramente segue a Cristo.
Por: Cleiton Fiuza
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Reavaliando nossas vidas a partir de Malaquias 1
Publicado por elouniversitario em Junho 28, 2008
“O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? Diz o Senhor dos Exércitos a vós sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: em que temos desprezado o teu nome? …
… porque quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mal? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mal? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? Ou aceitará ele a tua pessoa? Diz o Senhor dos Exércitos. Agora, pois, eu suplico, peça a Deus, que ele seja misericordioso conosco; isto veio das vossas mãos; aceitará ele a vossa pessoa? Diz o Senhor dos Exércitos. Quem há também entre vós que feche as portas por nada, e não acenda debalde o fogo do meu altar? Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos Exércitos, nem aceitarei oferta da vossa mão …
… E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançaste ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu de vossa mão? Diz o Senhor dos Exércitos.”
Malaquias 1.6,8-10,13
No mês passado, reli Malaquias. Então, essa semana, gostaria de compartilhar um pouco sobre o que lembrei ao reler esse texto.
Fico imaginando até onde essa situação teria se estendido se o Senhor não tivesse aberto os olhos dos sacerdotes para o que eles estavam fazendo. Esse texto nos fala muito sobre a Sua graça. Quando entendemos que não foi uma oferta única e isolada, mas, que essa prática já estava generalizada no meio do povo, reconhecemos que Deus esperou pacientemente por uma mudança de conduta até Ele decidir falar. Talvez, tenha esperado por um sacerdote que fechasse as portas do Templo e não permitisse que aqueles animais fossem oferecidos… talvez tenha esperado por um profeta que sacudisse o povo em praça pública, alertando sobre a sua loucura… talvez tenha esperado por uma pessoa consciente que reconhecesse que Ele não era mercedor do que estava sendo oferecido. Sua graça alcançava o povo e permitia que o fogo do altar fosse aceso para que aqueles animais fossem sacrificados.
Embora chamando-O de pai e senhor, as atitudes de Israel, especialmente dos sacerdotes, demonstravam o quanto eles não O honravam nesses papéis. Em uma comparação justa, Deus pergunta se eles teriam coragem de oferecer os mesmos animais ao governador e, conhecendo a resposta, conclui que para Ele é “isso veio das vossas mãos”. “Peçam, pois, por misericórdia”. “Quem há entre vós que feche as portas?”, seria melhor que alguém fechasse as portas do Templo do que aqueles animais serem sacrificados, denunciando para todos os povos que Israel estava deliberadamente desprezando seu Senhor.
Podemos perceber que algumas coisas não mudaram em nossos dias. Chamamos a Deus de pai e de senhor e, embora o tempo de sacrifícios tenha passado, continuamos demonstrando o quando o honramos nesses papéis através de nossas atitudes. Infelizmente, muitos de nós ainda estão cometendo a mesma loucura do povo de Israel.
E, nesse ponto, quantas vezes nos deixamos levar pelo mesmo mal que engodou o povo de Israel e transformamos nosso relacionamento com Deus em uma sequência de rituais e práticas meramente religiosas? Quantas vezes repetimos, como eles, “que canseira”… “que enfado ler a Bíblia”, “que mesmice essa vida cristã”, “que desânimo para orar”? Quantas vezes cantamos louvores com nossos lábios, tendo nosso coração a quilômetros de distância de Deus? Quantas vezes decidimos ir a um culto no domingo por medo de perder a benção da semana ou ser castigado severamente? Pior, quantas vezes decidimos ir para que os irmãos não pensem que estamos “desviados”? Quantas vezes abrimos a Palavra de Deus sem a mínima vontade de entender o que ela está nos revelando? Quantas orações repetidas, clamores decorados, frases de impacto aprendidas já recitamos para Deus, na tentativa de mostrar as pessoas que somos eloquêntes e fervorosos? Quantas vezes já não nos desgostamos e ameaçamos abandonar a Deus após uma oração não atendida, como se fôssemos crianças mimadas que não ganharam o presente pedido no aniversário? Quantas vezes fingimos que estamos alegres com as vitórias dos que estão ao nosso redor, mas, com o coração cheio de inveja, remoemos uma despeita? Quantas vezes chamamos a Deus de Senhor e o tratamos como um servo que está a nossa total disposição? Quantas vezes o chamamos de Pai, mas o tratamos como um filho rebelde que merece a nossa frieza para aprender a nos respeitar? Quantas vezes Deus deve ter desejado que alguém “fechasse as portas do Templo” para que não entrássemos em Sua presença trazendo o pior que temos para oferecê-lO?
Concluindo, cremos que podemos nos identificar com 3 dos personagens contidos nessa história:
2 – Com os sacerdotes – que mesmo sabendo o que é certo, vêem a loucura que o povo está cometendo e decidem calar-se para que possam permanecer bem com a comunidade, buscando, dessa forma, agradar mais aos homens do que ao próprio Deus a quem servem.
3 – Com Malaquias – que, deixando-se ser usado por Deus, confronta o povo de Israel e os sacerdotes com essa mensagem dura, alertando-os sobre a tristeza que estão gerando no coração do Senhor ao ofertarem o seu pior como demonstração do seu amor por Ele.
Qual dessas descrições representa melhor a sua vida hoje? Pode ser um tempo de mudança!
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Uma história do Ministério em Fortaleza…
Publicado por elouniversitario em Junho 27, 2008
Matheus e Lucas estavam orando enquanto caminhavam pela UNIFOR (Universidade de Fortaleza). Era um pouco antes do intervalo, mas centenas de estudantes já estavam fora de sala. Sua oração era motivada por compaixão por aqueles estudantes (como ovelhas sem pastor (Mateus 9.36) e caminhando para uma separação eterna de Deus).
Depois de passarem por vários grupos, orando por eles, viram o Gilberto sozinho e aproximaram-se dele com a desculpa de fazer uma pesquisa de opinião sobre o acidente do avião da TAM.
Gilberto, que não era cristão, disse que o assunto da pesquisa estava relacionado à questões sem respostas que invadiram seu coração naqueles dias, principalmente, sobre a fragilidade dessa vida e a possibilidade de realmente existir um propósito de Deus.
Matheus explicou para ele que o propósito de Deus ao nos criar foi para que pudéssemos ter um relacionamento pessoal com Ele. Gilberto contou que um amigo, evangélico, tinha lhe telefonado na noite anterior e dito que estava orando por sua vida. Como aquela conversa tinha chegado a esse assunto, ele teve a certeza de que Deus os direcionara até ali.
Matheus continuou compartilhando o Evangelho com Gilberto e, assim que esse entendeu a mensagem da cruz, orou convidando a Jesus para ser o Salvador e Senhor de sua vida. Logo depois, Gilberto começou a fazer parte de um grupo de discipulado, com novos convertidos, na UNIFOR e Matheus e Lucas continuaram encorajando-o no novo relacionamento com Deus.
Gilberto tem nos falado sobre o quanto está vendo sua vida mudar desde aquele dia. Ele reconhece a atuação de Deus em sua vida e anuncia que é uma nova criatura. Ele está tornando-se um leitor voraz da Bílbia e começou a transcrever alguns versículos que considera importantes para o seu carderno a fim de meditar sobre eles ao longo do dia.
Glória a Deus, que nos permite fazer parte de histórias assim! Glória a Deus pela nova vida do Gilberto!
P.S. Matheus foi alcançado por Deus através do Movimento Estudantil Alfa e Ômega, ele convidou a Jesus para ser Senhor e Salvador de sua vida logo que retornei de Porto Alegre para Fortaleza, em 2003. Tive o privilégio de ser seu mentor/discipulador pessoal por dois anos. Durante esse tempo, vi Matheus transformar-se em um verdadeiro líder cristão. Participamos de muitas coisas juntos e percebo, claramente, o quanto Deus trabalhou em seu coração e mudou suas perspectivas sobre essa vida ao longo desses anos.
Recentemente, Matheus foi aprovado em um concurso público, ele será um dos auditores fiscais da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará. Mesmo assim, ele não abandonou o Ministério e, em seu tempo livre, continuou indo comigo e com outros missionários às faculdades para compartilhar sua fé com outros universitários e ajudá-los a chegarem mais perto de Deus. Creio que Deus ainda usará muito a vida desse rapaz.
Lucas também recebeu a Cristo durante seus primeiros anos de faculade através do Movimento Estudantil Alfa e Ômega. Formado em Administração de Empresas, abriu mão de uma carreira sólida em uma conhecida rede de supermercados americana e, hoje, dedica sua vida em tempo integral a obra missionária, contribuindo para que outros tenham a mesma oportunidade que ele teve de ouvir, de forma clara, sobre como podemos ter um relacionamento pessoal com Deus através de Jesus Cristo.
Por: Cleiton Fiuza
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PASSION e Dia do Alfa e Ômega / 23 a 25 maio / São Paulo
Publicado por elouniversitario em Junho 27, 2008
Esse o ano, o Congresso Estudantil do Alfa e Ômega, que geralmente ocorre no feriado de Corpus Christ, foi cancelado para que pudéssemos nos juntar a milhares de outros jovens universitários em um grande evento de louvor e consagração, chamado PASSION.
O PASSION é um ministério internacional que realiza conferências de adoração com a finalidade de despertar jovens universitários cristãos e incentivá-los a fazerem diferença como discípulos de Jesus em suas Universidades. Esse ano, o PASSION realizou sua primeira Conferência no Brasil e, seguindo a direção de Deus, unimos-nos a esse grupo tanto na divulgação quanto organização do Evento, em São Paulo.
Quase 3.000 jovens estiveram presentes nessa conferência, que ocorreu no Via Funchal – SP, nos dias 23 e 24 de maio, para, juntos, glorificarem o nome de Deus e assumirem o compromisso de fazê-lO conhecido aqui no Brasil.
No dia 25 de maio, tivemos o dia do Alfa e Ômega, onde reunimos estudantes de diversas partes do Brasil, que já estão envolvidos com o Movimento Alfa e Ômega ou que gostariam de mais informações sobre como iniciar um Movimento em sua Universidade. Cerca de 400 estudantes estiveram presentes nesse dia.
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Testemunho do PASSION e Dia do Alfa e Ômega – Recife/PE
Publicado por elouniversitario em Junho 27, 2008
Uma estudante de Recife contou que, antes de vir ao Passion, conheceu uma menina em uma parada de ônibus e falou com ela sobre o evento em SP. Apesar de não cristã, a garota se interessou em vir. Ela conheceu as estudantes do Alfa e Omega de Recife, que compartilharam com ela o Evangelho. Na vinda, ela recebeu a Jesus! Participou do Passion já como nova convertida e estava com todos no Dia do Alfa e Omega! Ao som de “discurso, discurso…”, ela foi até a plataforma, pegou o microfone e expressou publicamente o quanto estava feliz com o que estava acontecendo em sua vida!
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Testemunho do PASSION e Dia do Alfa e Ômega – Natal/RN
Publicado por elouniversitario em Junho 27, 2008
“Eu entrei no Movimento Alfa e Ômega, quando a galera voltou do congresso Amor que Alcança em Fortaleza, daí, eu já fiquei sabendo que esse ano seria o PASSION. Então.. o tempo foi passando, passando, e ninguém estava nem um pouco animado pra ir. Eu achava algo muito grande, que nunca conseguiria chegar lá. No retiro do Alfa e Ômega, Deus colocou o desejo de ir no meu coração. Quando eu cheguei em casa eu falei pra minha amiga: Ilana, eu tenho um desafio de fé! Deus quer que eu vá pro passion, mas eu não faço idéia de como, porque eu simplesmente não tenho dinheiro. Aí, ela que nem é crente disse: Como se isso fosse problema pra Deus! – como a minha fé é pequena. E a minha pessoa ainda muito incrédula foi inventar de fazer prova com Deus, e mais uma vez Deus disse que eu pra eu ir SIM.
Passaram-se alguns dias, as promoções foram aparecendo, e Deus sabia que eu não queria ir sozinha de maneira alguma. Falei com Elvia, e depois de 2 milhões de tentativas, compramos nossas passagens. Eu achava que minha mãe iria me matar. E mais uma vez Deus me surpreendeu, ela foi a pessoa que mais levantou sustento pra mim, que mais se interessou. E totalmente ao contrário do que eu esperava, não fez nenhuma crítica. Mas, mesmo diante de tudo que eu estava vendo Deus fazer, eu ainda tinha medo, não tinha o dinheiro suficiente pra pagar o hotel. Daí, eu falei pra Deus assim: Deus, é agora que eu vou provar da Tua fidelidade! E Deus mandou o dinheiro das duas parcelas no dia de pagar a primeira. Pude ver o agir do Senhor, em cada detalhe, em cada oração. Se eu fosse e Deus não me dirigisse a palava eu não poderia dizer nada, por causa de tudo que Ele já havia feito antes do passion.
E lá foi tudo muito lindo …. Muitas das minhas fragilidades foram trabalhadas, medos, angústias. E mais uma vez, ser conscientizada que a obra é dEle e que ela existirá independente de mim. Que a minha vida é um instrumento da glória de Deus. O PASSION me fez despertar pra muitas coisas, muitas coisas mesmo. Eu voltei com uma outra visão [a importância] do que é investir em vidas, mesmo tendo a consciência que a minha vida foi alcançada assim, talvez eu nunca tivesse ligado tanto pra isso. [O testemunho da Asheley marcou a minha vida]. Os louvores também, eu esperava algo que arrepiasse, pelo que Liege e Stella já haviam falado, mas… como Deus é um Deus de surpresas, faltam as palavras pra descrever aqueles momentos, onde cantavámos canções simples, que falavam da grandeza, da fidelidade de Deus, coisas que dizemos direto, mas foi muito diferente…”
Carolina Benevides – Estudante da UFRN – Natal.
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