ELO UNIVERSITÁRIO BRASIL

"Estabelecendo o ELO para alcançar estudantes PERDIDOS em todas as partes"

Posts de Julho, 2008

Carta aberta – Por que escolher Jesus Cristo e o cristianismo em meio a tantas opções religiosas?

Publicado por elouniversitario em Julho 31, 2008

Prezado “Amigo”,

 

Gosto muito de conversar sobre estes assuntos profundos e vi que você está aberto ao debate. E suas perguntas são realmente autênticas. Mas, preciso saber se você está procurando resposta para elas ou se já as encontrou. Caso esteja procurando, podemos aprofundar o assunto.

 

Primeiro, as igrejas são formadas e dirigidas por SERES HUMANOS falhos e toda a história nos mostra como nossa raça usou a religião para justificar seus ideais de grandeza. Toda a história da autoridade papal, venda de indulgências, venda de artigos sagrados, as cruzadas, os iluminados, a guerra santa, o monopólio mulçumano, terrorismo, nazismo, enriquecimento a custa da fé dos menos esclarecidos, venda de óleo para unção e sal purificado vindos da terra santa, entre MUITAS outras coisas mostram o quanto o ser humano falhou e tem falhado.

 

Mas, será que isto implica na inexistência de um Deus? Será que isto implica na falibilidade do que está registrado na Bíblia, ou no Tora ou no Alcorão? Será que isto implica na inexistência de Maomé, de Buda ou de Jesus Cristo? Estas são as perguntas certas. E, se uma destas religiões estiver realmente correta? E se uma delas contiver a verdade (ainda que não absoluta). E se pudermos realmente alcançar o NIRVANA através de sucessivas reencarnações (como sugeriu Buda)? E se herdarmos o paraíso ao morremos por Ala e por sua causa (Como sugeriu Maomé)? E se encontrarmos a vida eterna e um relacionamento pessoal com Deus através de Jesus Cristo (como o próprio sugeriu)?  E se existir verdade em alguma destas crenças?

 

Pessoas nascem e morrem diariamente, alguns vivem 100 anos e outros não chegam nem aos 100 segundos. Alguns passam fome e outros têm tanto para esbanjar. Mas, será que isto é falha de Deus ou dos administradores deste mundo (nós mesmos). Quem está sendo egoísta, injusto, egocêntrico, ambicioso, ganancioso, cruel, incapaz de amar os seres humanos? Deus? Ou nós mesmos? Você já pensou que o mundo produz comida mais do que suficiente para que todos se alimentem? Então por que tantos ainda morrem de fome? Culpa de Deus? Por que tantos são assassinados todos os dias? Culpa do Deus que criou as armas? Por que tantas pessoas contraem a AIDS? Por que Deus deseja que eles se relacionem sexualmente com todos e todas e de todas as formas? Por que tantas pessoas dependem de drogas e são capazes de matar os próprios pais para consegui-la? Deus? Não, nós somos culpados de tudo isto e estamos vivendo a conseqüência do sistema que nós mesmos criamos…

 

Eu não consigo viver em paz com minha consciência porque creio que as coisas podem ser diferentes. Entre todas as opções eu creio que Deus viu a nossa condição falível de seres humanos e sabia que sozinhos não conseguiríamos mudar (6.000 anos de história registrada nos provam isto). Creio que Ele nos amou de tal maneira que se fez igual a um de nós (sim, creio nisto) e viveu o que nós vivemos. Creio nos milagres que Ele fez enquanto esteve aqui e nos que continua fazendo até hoje na vida daqueles que crêem. Ele foi julgado pelos judeus por afirmar ser o Messias (que eles esperavam ser um Rei). Creio que Ele cumpriu mais 25 profecias (escritas mais de 400 anos antes de ele nascer, por mais de 10 profetas diferentes) só nas últimas 24 horas de sua vida. Foi crucificado, sepultado e ressuscitou 3 dias depois, sendo visto por mais de 500 pessoas… (se quiser saber mais sobre isto, leia um artigo intitulado “mais que uma fé cega” no site www.suaescolha.com). Acredito que Ele apareceu a Paulo de Tarso, depois de sua morte e mudou a vida deste homem a ponto dele ter se tornado o precursor da igreja cristã entre os não judeus. Senão, o que justificaria o crescimento da igreja? Se ele não ressuscitou, onde foi parar o corpo dele? O império romano procurou por muitos anos o corpo de Jesus para por um fim a lenda da ressurreição e nunca o encontrou. E, se foi uma mentira dos discípulos, por que motivo eles morreriam, após tortura, afirmando que Jesus ressuscitou? Como explicar a conversão de Paulo e tudo o que isto acarretou para a vida dele, inclusive sua morte?

 

Então, crendo que Jesus é Deus e crendo que o que Ele disse é verdade… como poderia fazer qualquer outra coisas antes que todas as outras pessoas pelo menos ouvissem sobre isto (não de forma imposta, mas de forma clara, pois a decisão de crer ou não é pessoal)? Não me refiro a igreja nem a religião, mas a um relacionamento pessoal com Deus… É muito mais que dinheiro, é a vida! A igreja, cada um pode escolher a sua, elas são falhas e continuarão sendo enquanto forem idealizadas e formadas por seres humanos, mas são necessárias ao nosso crescimento em grupo, enquanto seres humanos e enquanto cristãos. Porque nós precisamos de Deus, mas nós também precisamos de pessoas.

 

Bom, estou aberto para falar mais sobre esse assunto e, também, gostaria de ouvir sua opinião sobre ele.

 

Cordialmente,

 

Cleiton Fiuza

 

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Jesus – seria Ele um simples “rei de prostitutas e mendigos”?

Publicado por elouniversitario em Julho 30, 2008

No dia que antecedeu a Sua crucificação, durante o julgamento mais famoso da história, Jesus foi identificado como um “Rei de prostitutas e mendigos” por um de Seus inquisidores. Com esta afirmação, os poderosos da época tentaram diminuir Aquele que estava atraindo as multidões e tornando-se conhecido em todas as cidades da região como o Messias prometido ao povo judeu.

 

Relembrando um pouco mais os fatos que precederam aquele dia, encontramos este mesmo Jesus sendo recebido e aclamado ao entrar em Jerusalém, sendo tratado com honra e respeito pela maioria das pessoas que habitavam na cidade mais importante para os Judeus. Podemos concluir, então, que este “Rei” não estava atraindo apenas prostitutas e mendigos. Ele não era aclamado por oferecer-lhes dinheiro ou comida, mas por ser capaz de amá-los como ninguém havia feito antes, algo era diferente nele e em Suas palavras.  Sendo amado pelos rejeitados, Ele foi odiado, invejado, perseguido, mal interpretado e erroneamente julgado por aqueles que se consideravam detentores da verdade absoluta.

 

Não disse nada em sua defesa. O Filho de Deus aceitou, com humildade, a zombaria, o descaso e a incredulidade daqueles que esperavam pela promessa que Ele cumprindo. Desde o princípio, Ele sabia qual o motivo que O havia trazido a este mundo e qual era o Seu verdadeiro Reino.

 

Mais de 2000 anos se passaram, e, ainda hoje, multidões são atraídas até Ele. Outros tentam julgar os Seus atos e interpretar suas as Suas reais intenções… Poderia um “Rei” se achegar à classe mais desprezada da nossa sociedade? Será que Ele realmente amava estas pessoas ou só queria uma multidão que O adorasse? E você, como O definiria em nossos dias? Como um “Rei de prostitutas e mendigos”?

 

Ele me atraiu…

 

Sempre fui um péssimo jogador de futebol, fato que me incomodava muito na adolescência. Em qualquer jogo de fim de semana, eu era o último a ser selecionado para fazer parte do time e, muitas vezes, ganhava o apelido de “café com leite”, significando que não faria diferença naquela partida.

 

Por outro lado, eu era um aluno muito aplicado. Desde os primeiros anos de escola, estive entre os primeiros alunos da turma. Sempre que chegava a época das provas, meu nome era logo lembrado como referencial de alguém que poderia ensinar matemática ou português aos que não prestavam muita atenção a aula (coincidentemente, eles eram os melhores jogadores de futebol).

 

Por isso, cresci pensando que as pessoas só me aceitariam como amigo se eu tivesse algo a oferecer a elas. Achava que este era o sistema, era assim que funcionava e eu tinha que me adaptar. Sempre vi como a minha bicicleta era solicitada nos intervalos e como os jogos eletrônicos atraiam meus amigos para a casa de alguém que os possuía.

 

Então, “dar para receber em troca” tornou-se minha filosofia de vida. Por ter nascido em uma família religiosa, cresci ouvindo a respeito de Jesus, de Sua morte em uma cruz e de um livro polêmico chamado Bíblia. Freqüentava reuniões cristãs sempre que podia. Gostava das músicas que ouvia na igreja, elas tinham uma melodia atraente para mim. Mesmo assim, Aquele Deus cristão sempre pareceu um tanto quanto longe da minha vida.

 

Eu tinha a Sua imagem bem clara em minha mente, uma que me apresentaram quando ainda era criança: a de um homem cheio de feridas e marcas de sofrimento, pendurado em uma cruz, com uma coroa de espinhos na cabeça e um olhar tristonho. Na minha mente, Ele estava pedindo algo a todas aquelas pessoas sentadas à Sua frente na igreja, implorando para que acreditassem nEle e O amassem.

 

Às vezes, ficava frustrado por ler a Bíblia e não conseguir entender nada. Para mim, ela era como outros livros que eu tinha e que também narravam histórias de heróis e de grandes prodígios. Achava que só as pessoas “especiais” poderiam compreendê-la totalmente.

 

Assim cheguei aos quatorze anos, com muitos amigos, algumas decepções, muitas concepções e uma vida inteira pela frente. Julgando-me o detentor da verdade, conhecedor de Deus e independente dEle, me deparei com Jesus, o “Rei de prostitutas e mendigos”, e percebi o quanto estava vazio da Sua presença.

 

No começo de 1994, fui convidado para participar de um retiro espiritual cristão. Eu não me sentia nem um pouco motivado a participar de programações como esta, mas gostava de acampar em fazendas e isto me motivou a ir. Lá, comecei a observar o comportamento dos cristãos e a notar que existia algo diferente, eles simplesmente demonstravam um amor mútuo e altruísta, que não exigia nada em troca. O que era totalmente contrário a minha forma de entender amizade e relacionamentos.

 

Perguntei a um amigo próximo como eu poderia experimentar aquilo que eles experimentavam e ele me disse que Deus era a única diferença, que eu precisava ter um bom relacionamento com Ele para poder ter um bom relacionamento com outros. Retruquei na mesma hora dizendo que esta não poderia ser a diferença porque eu conhecia a Deus. Foi aí que ele me fez um desafio, “feche os olhos e procure onde Deus está em sua vida”, fiz isto por uns cinco minutos e descobri que Ele não estava em nenhum lugar.

 

Ele me mostrou um texto em Apocalipse 3:20 que dizia: “Eis que estou a  porta e bato, se alguém ouvir a voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo”.  Então entendi que Deus esteve todo este tempo esperando pelo meu convite e eu nunca havia aberto a porta da minha vida para Ele. Fiz isto, assim que compreendi o motivo pelo qual sentia tanto vazio.

 

O amor com o qual Ele amou todas a pessoas, demonstrado e provado em cada atitude Sua, me atraiu aos Seus pés. Não pedindo nada em troca, não exigindo que eu fosse alguém “especial” para Ele ou para os outros, simplesmente me amando, antes mesmo que eu O amasse.

 

Aquele Deus, que conheci derrotado em uma cruz, com olhar de súplica e desespero, a quem adorei por toda a minha infância sem conhecê-lO pessoalmente, mostrou-me quem Ele é de fato, um Salvador vivo e um “Rei” onipotente. Muita coisa aconteceu desde o dia em que Ele me encontrou, em alguns momentos andei lentamente, em outros, acelerei o passo, mas em nenhum deles pude duvidar da presença constante de Jesus em minha vida.

 

Este “Rei de prostitutas e mendigos” está disposto a fazer uma revolução espiritual em sua vida. Se você ainda não O encontrou, quero dizer que Ele está disposto a te encontrar no meio da tua jornada e mostrar o quanto te ama. A história dEle não acabou naquela cruz, nem nos primórdios da igreja cristã, ela continua até hoje. No entanto, a tua história pode nem ter começado ainda.

 

Por: Cleiton Fiuza

Crédito de foto: galeria do filme “the passion

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Evolução – será que ela realmente é comprovada e aceita por todos?

Publicado por elouniversitario em Julho 29, 2008

Há a teoria de que todas as coisas vivas surgiram através de um processo evolutivo, mecânico e natural, a partir de uma única fonte, que surgiu através de um processo semelhante a partir de um mundo morto, inorgânico. Essa hipótese evolucionária generalizada geralmente é apresentada como um fato científico estabelecido nos livros de ciência. Todas as evidências que podem ser apresentadas em favor dessa teoria são extensamente discutidas nos nossos livros, e geralmente se declara que todos os biólogos competentes aceitam a teoria da evolução.

Embora seja verdade que muitos biólogos aceitam a evolução como um fato, há uma significativa minoria de competentes biólogos que não aceitam essa teoria como a melhor interpretação dos dados conhecidos. Um deles que poderia ser citado como exemplo é o Dr. W.R.Thompson (veja Homens da Ciência Americanos ou Homens da Ciência Canadenses), cujas credenciais de biólogos competentes não precisam ser defendidas. Suas objeções à teoria evolucionista podem ser encontradas em sua introdução de uma edição de 1956 da 0rigem das Espécies” de Charles Darwin, intitulada “A Critique of Evolution” (Uma Crítica à Evolução). (1) Em 1963 um grupo de cientistas criaram a Sociedade de Pesquisas sobre a Criação. (2) Essa organização relativamente nova inclui atualmente mais de 2.000 membros, todos com doutorado ou formação universitária em algum campo da ciência. Nenhum deles aceita a teoria da evolução.

Temos na realidade um considerável conjunto de evidências lógicas e científicas que contradizem a teoria da evolução, algumas das quais parecem ser absolutamente incompatíveis com a teoria. A importância da natureza dessas evidências nunca é enfatizada nos livros escolares usados no sistema de nossas escolas públicas e faculdades. Na verdade, essas evidências são raramente mencionadas, se de todo são. Em resultado disso, os estudantes de biologia ficam expostos a todas as evidências que podem ser apresentadas em favor da teoria, mas não são advertidos de sua fragilidade, nem das evidências que realmente contradizem essa teoria. Portanto, devemos reconhecer que tal processo educacional resulta em uma doutrinação num determinado ponto de vista ou filosofia com base no conceito de que a origem do universo, a origem e a diversidade da vida, diante de toda a realidade, deve ser explicada apenas com base nas leis da química e da física. A possibilidade de um Criador ou a existência de um Ser Sobrenatural fica excluída. Estamos convencidos de que o motivo por que a teoria da evolução está sendo tão amplamente aceita hoje é porque os nossos cientistas e professores de biologia são produtos de um sistema educacional dominado por essa filosofia naturalista, mecânica e humanista.

A teoria da evolução transgride duas leis fundamentais da natureza: a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. A Primeira Lei declara que não importa que mudanças se efetuem, nucleares, químicas ou físicas, a soma total da energia e da matéria (realmente equivalentes) permanece constante. Nada atualmente está sendo criado ou destruído, embora transformações de qualquer espécie possam acontecer. A Segunda Lei declara que cada alteração que acontece tende natural e espontaneamente a sair de um estado ordenado para um estado desordenado, do complexo para o simples, de um estado de energia alta para um estado de energia baixa. A quantidade total de casualidade ou desordem no universo (a entropia é uma medida dessa casualidade) está constante e inevitavelmente aumentando. Qualquer aumento na ordem e complexidade que possa ocorrer, portanto, só poderia ser local e temporária; mas a evolução exige um aumento geral na ordem que se estenda através dos períodos geológicos. Os aminoácidos não se combinam espontaneamente para formar proteínas, mas as proteínas se quebram espontaneamente em aminoácidos, e os aminoácidos lentamente se desfazem em compostos químicos mais simples. Com cuidadoso controle de reagentes, uso de energia e remoção de produtos da fonte de energia (conforme se faz nas atuais experiências da “origem da vida”), o homem pode sintetizar aminoácidos a partir de gases, e proteínas a partir de aminoácidos. Mas, sob quaisquer combinações das condições realistas primordiais da terra, esses processos jamais poderiam ter acontecido. Esse fato ficou adequadamente demonstrado por Hull que concluiu: “0 químico físico, orientado pelos princípios comprovados da termodinâmica. química e cinética, não pode oferecer nenhum incentivo ao bioquímico que necessita de um oceano cheio de compostos orgânicos para formar até mesmo coacervatos sem vida”. Hull estava aqui se referindo às especulações sobre a origem da vida.

Considerando que o universo, como um relógio, está se deteriorando, é óbvio que ele não existiu eternamente. Mas de acordo com a Primeira Lei, a soma total da energia e matéria prima é sempre uma constante. Como podemos, então, numa pura e simples base natural, explicar a origem da matéria e da energia das quais este universo é composto. A continuidade evolucionária, do cosmos ao homem, é criativa e progressiva, enquanto que a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica declaram que os processos naturais conhecidos são quantitativamente conservativos e qualitativamente degenerativos. Em qualquer caso, sem exceção, quando essas leis foram sujeitas a testes foram comprovadas válidas. Os exponentes da teoria evolucionista ignoram assim o observável a fim de aceitar o inobservável (a origem evolucionista da vida e das principais espécies das coisas vivas).

0 processo evolucionário aconteceu supostamente através das alterações mutacionais ocasionais. Esse conceito básico da moderna teoria da evolução está sob ataques até mesmo por alguns evolucionistas. Salisbury4 recentemente questionou esse conceito e foi atacado por diversos matemáticos. Um simpósio foi realizado no Instituto Wistar em 1966, no qual esses matemáticos e biólogos evolucionistas apresentaram pontos de vista contrários. 5 Um dos matemáticos, o Dr. Murray Eden, declarou que “Alegamos que se o ‘acaso’ receber uma interpretação séria e crucial de um ponto de vista das probabilidades, o postulado do acaso é altamente implausível e que uma teoria científica adequada da evolução deve aguardar a descoberta de novas leis naturais: físicas, físico-químicas e biológicas” (o grifo é nosso).’ A alegação de Salisbury e desses matemáticos é que o aumento na complexidade e o progresso que supostamente tem acompanhado a evolução através das mudanças ao acaso exigiriam um período de tempo bilhões de vezes maior do que três bilhões de anos.

As mudanças ao acaso e a seleção natural têm sido supostamente as responsáveis pela evolução, um processo criativo e progressivo segundo se alega. Contudo, a seleção natural não é criativa uma vez que não pode criar nada novo. E uma força conservadora que elimina os menos aptos. As alterações mutacionais ao acaso em um sistema ordenado é um processo desorganizador ou fortuito e, portanto, degenerativo, não progressivo. Essa constatação está lentamente se espalhando entre os evolucionistas da atualidade.

Se a evolução realmente aconteceu ou não, só poderia ser constatado através de um exame do registro histórico, isto é, o registro fóssil. Que tipo de evidência daria apoio ao conceito evolucionista? Thompson declarou: “Portanto se encontramos nas camadas geológicas uma série de fósseis apresentando uma transição gradual das formas simples para as complexas, e pudermos ter certeza de que correspondem a uma verdadeira seqüência de tempo, então deveríamos nos inclinar a achar que a evolução darwiniana aconteceu, ainda que o seu mecanismo continue desconhecido.” Se os invertebrados deram origem aos vertebrados, os peixes aos anfíbios, os anfíbios aos répteis, os répteis às aves e aos mamíferos – cada transformação exigindo milhões de anos e envolvendo inúmeras formas transicionais – então o registro fóssil deveria certamente apresentar um bom número representativo desses tipos transicionais. Thompson prossegue dizendo: “Isso certamente é o que Darwin teria desejado de transmitir, mas naturalmente não foi capaz. 0 que os dados disponíveis indicavam era uma notável ausência dessas muitas formas intermediárias necessárias para a teoria; a ausência de tipos primitivos que deveriam existir nas camadas consideradas mais antigas e o súbito aparecimento dos grupos taxonômicos principais.” Mais adiante ele declara: ” … e eu diria que a posição não é notavelmente diferente hoje em dia. Os modernos paleontólogos darwinianos são obrigados a exatamente como o seus predecessores e o próprio Darwin, diluir os fatos com hipóteses subsidiárias que sejam plausíveis dentro da natureza das coisas não verificáveis.”

Na camada geológica cambriana aparece uma grande e súbita explosão de fósseis de animais de um nível altamente desenvolvido em complexidade. Nas rochas cambrianas se encontram filões de fósseis de animais tão complexos que os evolucionistas calculam que seriam necessários um bilhão e meio de anos para a sua evolução. Trilobitas, braquiópodes, esponjas, corais, águasvivas, todas as formas de vida dos principais invertebrados se encontram na camada cambriana. 0 que se encontra nas rochas supostamente mais antigas do que as cambrianas, que são as chamadas rochas pré-cambrianas? Certamente podemos dizer sem medo de nos contradizer que os predecessores evolucionários da fauna cambriana nunca foram encontrados.

Axelford, um geólogo e evolucionista, escreveu:

“um dos principais problemas não solucionados da geologia e da evolução é o aparecimento de invertebrados marinhos multicelulares diversificados nas rochas cambrianas inferiores e a sua ausência nas rochas mais antigas. Esses primeiros fósseis cambrianos incluíam poríferos celenterados, braquiópodes, moluscos, equinóides e artrópodes. Seu alto grau de organização claramente indica que um longo período de evolução, precedeu o seu aparecimento no registro. Contudo, quando nos voltamos para examinar as rochas pré-cambrianas em busca dos antepassados desses fósseis cambrianos, não os encontramos em parte alguma. Atualmente sabemos que muitas seções espessas (de mais de 5.000 pés) de rochas sedimentares jazem em sucessão ininterrupta abaixo das camadas que contém os fósseis cambrianos mais antigos. Esses sedimentos aparentemente eram adequados para a preservação de fósseis porque geralmente são idênticos às rochas superiores que são fossilíferas, mas não encontramos fósseis nelas (O grifo é nosso) (7) 
  
George Gaylord Simpson, famoso paleontólogo e evolucionista, chamou a ausência dos fósseis precambrianos de “o maior mistério da história da vida”. Essa grande explosão de seres vivos altamente desenvolvidos e complexos é altamente contraditória à teoria evolucionista, mas é exatamente o que poderia ser predito com base na criação especial (divina). 
  
O registro fóssil deveria produzir milhares de formas transicionais. Mas nós encontramos uma ausência regular e sistemática de formas transicionais entre as categorias mais elevadas. Os tipos de invertebrados principais encontrados na camada cambriana são exatamente tão diferentes quando apareceram pela primeira vez, quanto são hoje, de modo que o registro fóssil não dá indicação de que qualquer um desses tipos principais derivou de antepassados comuns. 
  
Supostamente os vertebrados evoluíram de um invertebrado. Essa é urna pressuposição que não pode ser documentada através do registro fóssil. Há um enorme abismo entre os invertebrados e os vertebrados sem uma ponte de formas transicionais. 0 primeiro vertebrado, um peixe da classe Agnatha, é 100% vertebrado. Sobre a sua possível origem evolucionária, disse Ommanney: “Como essa mais antiga família de cordatas evoluiu, que estágios de desenvolvimento atravessou até que finalmente deu origem a criaturas verdadeiramente parecidas com peixes, não sabemos. Entre o cambriano, quando provavelmente se originou e o ordoviciano, quando os primeiros fósseis de animais com características verdadeiramente parecidas com os peixes apareceram, há uma brecha de talvez 100 milhões de anos que provavelmente nunca seremos capazes de preencher.” Cem milhões de anos e nenhuma forma transicional! Incrível!

Supostamente os peixes deram origem aos anfíbios através de um período de milhões de anos durante os quais as nadadeiras do hipotético antepassado dos peixes gradualmente se alteraram transformando-se em pés e pernas dos anfíbios. Mas nem um simples fóssil jamais foi encontrado apresentando um membro em parte nadadeira e em parte pé! Os anfíbios vivos incluem três tipos: as salamandras e os tritões, geralmente com pernas que se arrastam desajeitadamente e caudas; as rãs e os sapos, entre os mais altamente desenvolvidos vertebrados de toda a terra, sem caudas e pernas posteriores muito longas; os ápodes, uma criatura semelhante a um verme sem traço de membros. Nenhuma forma transicional pode ser encontrada entre esses diversos anfíbios vivos, ou entre eles e os anfíbios fósseis. (10)

Dizem que as aves evoluíram dos répteis. Mas ninguém ainda encontrou um simples fóssil apresentando uma asa parcial e um membro dianteiro parcial, ou penas em formação. 0 Archaeopteryx, “a ave mais antiga conhecida”, tinha dentes, mas outras aves encontradas nos registros fósseis também tinham e eram sem dúvida 100% aves. 0 Archaeopteryx tinha um prolongamento parecido com uma garra na borda dianteira de suas asas. Contudo, esse mesmo prolongamento se encontra em uma ave viva na América do Sul, o Hoactzin , que é 100% ave. 0 Archaeopteryx tinha vértebras ao longo da cauda, mas não era uma forma transicional entre os répteis e as aves como o morcego não e um elo entre as aves e os mamíferos. 0 Archaeopteryx tinha asas totalmente desenvolvidas e tinha penas. Voava. Era definitivamente uma ave, como todos os paleontólogos concordam. Lecornte du Nouy, um evolucionista, disse: “Apesar do fato de estar inegavelmente relacionado com as duas classes de répteis e aves (uma relação que a anatomia e a fisiologia dos espécimes da atualidade demonstram), não estamos nem mesmo autorizados a considerar o caso excepcional do Archaeopteryx como um verdadeiro elo. Por elo queremos dizer um estágio necessário de transição entre classes, tais como os répteis e aves, ou entre os grupos menores. Um animal que apresente características pertencentes a dois diferentes grupos não pode ser tratado como um verdadeiro elo uma vez que os estágios intermediários não foram encontrados, e considerando que os mecanismos da transição continuam desconhecidos.” (11)

Marsall declarou:

“A origem das aves é principalmente uma questão de dedução. Não existem fósseis dos estágios através dos quais a notável mudança de réptil para ave aconteceu.” (12)

Para se dizer a verdade, a capacidade de voar supostamente evoluiu em quatro estágios independentes: nas aves, nos répteis voadores (pterosauros) já extintos, nos insetos, e nos mamíferos (o morcego). Em nenhum desses casos existem formas fósseis transicionais apresentando a capacidade de voar evoluindo. 0 Dr. E. C. Olson, um geólogo evolucionista, disse “No que se refere à capacidade de voar existem algumas brechas muito grandes nos registros.” (11) Quanto aos insetos 0lson diz: “Não existe quase nada que nos dê alguma informação sobre a história da origem do vôo dos insetos.” (11) Referindo-se aos pterosauros Olson declara: “… não existe absolutamente nenhum sinal de estágios intermediários.” (11) Depois de se referir ao Archaeopteryx chamando-o de parecido com um réptil, Olson diz: “É uma ave.” Finalmente, com referência aos mamíferos Olson declara: “A primeira evidência do vôo dos mamíferos encontrase nos morcegos plenamente desenvolvidos da época eocênica.” (11)

Temos, assim, uma situação muito interessante. Quatro vezes aconteceu uma transformação maravilhosa: animais terrestres evoluíram com o poder de voar. Cada uma dessas transformações exigiu milhões de anos e envolveu milhares de formas transicionais. Mas nenhuma dessas formas transicionais pode ser encontrada no registro fóssil! Será que o motivo dessas formas transicionais não serem encontradas não seja simplesmente porque elas nunca existiram? Tais evidências podem ser muito mais facilmente relacionadas entre si dentro de uma estrutura criacionista do que dentro de uma estrutura evolucionista.

Os exemplos dados acima não são exceções, mas corno já dissemos antes o registro fóssil apresenta uma ausência sistemática de tipos transicionais entre as categorias elevadas. Até mesmo com referência à famosa “série” de cavalos, du Nouy declara:

“Mas cada um desses tipos intermediários parece ter aparecido ’subitamente’, e ainda assim não seria possível por causa da ausência de fósseis, reconstruir a passagem entre esses tipos intermediários… A continuidade que supomos talvez nunca seja estabelecida através da fatos.” (14) Cremos que o súbito aparecimento no registro fóssil das formas de vida altamente desenvolvidas em grande quantidades e o súbito aparecimento e cada grupo taxonômico principal indica que não houve realmente passagem nenhuma das formas inferiores para as formas superiores, mas que cada grupo taxonômico principal foi especialmente criado e assim corresponde às “espécies” descritas no livro de Gênesis.

O professor G.A.Kerkut, um evolucionista, declarou em seu importante livro Implications of Evolution ( Implicações da Evolução):

“há a teoria de que todas as formas vivas no mundo vieram de uma única fonte que também veio de uma forma inorgânica, teoria que pode ser chamada de ‘Teoria Geral da Evolução’, e as evidências que a sustentam não são suficientemente fortes para nos permitir considerá-la algo mais do que uma hipótese que funciona (o grifo é nosso) (15)

Nós cremos que a criação especial realmente oferece uma melhor explicação científica. Restringir os ensinamentos referentes às origens a uma simples teoria, a da evolução orgânica, e ensiná-la como fato científico estabelecido, constitui doutrinação de uma filosofia religiosa humanista. Tal procedimento transgride a proibição constitucional do ensino de pontos de vista religiosos sectários tão claramente como se o ensino referente às origens se restringisse apenas ao Livro de Gênesis. Como espírito de honestidade e liberdade acadêmica rogamos que haja uma apresentação equilibrada de todas as evidências.

Por: Duane T.Gish, Ph.D. – diretor adjunto do Instituto para Pesquisas sobre a Criação, em San Diego. 

REFERÊNCIAS:

1. W.R.Thompson; Critique of Evolution, an introduction to Origin of Species. Charles Darwin; E.P.Dutton and Co., New York,1956.
2. 2717 Cranbrook Road, Ann Arbor, Michigan 48104.
3. D.E.Hull; Nature, 186 693 (1960).
4. F.B.Salisbury, The American Biology Teacher, 33,335 (1971).
5. P.S.Moorehead an M.M.Kaplan, eds.; Mathematical Challenges to the NeoDarwinian Interpretation of Evolution; Wistar Institute   Press, Philadelphia, Penn. 1967
6. M.Eden; Ref 5,P. 109
7. D.I.Axelrod; Science, 128, 7 (1958).
8. G.G.Simpson; The Meaning of Evolution; Yale University Press, New Haven, 1953, p.18
9. F.D.Ommanney, The Fishes; Life Nature Library, 1964; p.60.
10. A.S. Romer; Vertebrate Paleontology, 3rd Ed.; University of Chicago Press, Chicago 1966; p. 98.
11. L. du Nouy; Human Destiny; The New American Library of World Literature, Inc.; New York, 194, p.58.
12. A.J.Marshall. Ed.; Biology and Comparative Physiology of Birds; Academic Press, New York, 1960 p.1.
13. E.C. Olson; The Evolution of Life; The New American Library, New York, 1966; p.180.
14. L.du Nouy; Ref. 11, p.74.
15. G.A. Xerkut; Implications of Evolution; Pergamon Press, New York, 1960, p.157.

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O Jovem Rico – uma história tão atual que nos constrange…

Publicado por elouniversitario em Julho 28, 2008

Passei algum tempo, recentemente, pensando nessa história descrita em Mateus 19.16-30. Sabendo que milhares de pessoas, de todas as classes sociais, encontraram-se com Jesus e que, muitas delas, ouviram ensinamentos que transformaram suas vidas, tentei entender o porquê de Marcos e Mateus terem escolhido esse rápido diálogo entre Jesus e um “jovem rico” para ser citado nos Evangelhos que escreviam.


Já Li tantas vezes esse texto que, às vezes, penso tratar-se de mais uma das parábolas narradas por Jesus. No entanto, sei que esse rapaz era uma pessoa real e que era dono de muitas propriedades, ou seja, um rico dentro do contexto rural de Israel (vs.22). Podendo-se deduzir ainda que, pela posição social que sua família deveria ocupar naquela região, era uma pessoa conhecida por Jesus e pelos discípulos.


Ao abordar Jesus, sua pergunta foi tão simples e direta quanto a que muitas pessoas, ao redor do mundo, continuam a fazer até hoje:
“Que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?”. Esse tipo de interpelação revela a sua crença sobre a importância das obras para a salvação de nossas almas. Talvez o rapaz esperasse ouvir algumas direções claras como: ajude mais aos necessitados, aumente suas ofertas para o templo, construa um altar em uma de suas propriedades etc. Entretanto, nada de novo lhe é anunciado por Jesus, que apenas enfatiza o básico, dizendo “guarde os mandamentos”.


Parafraseando e contextualizando a replica do jovem ao ouvir isso, seria como um
“Bom, isso eu já faço. Mas, creio que ainda não é o suficiente… preciso receber uma direção mais específica, que me falta ainda fazer para ganhar a vida eterna?”(vs.20). Assim, entramos no ponto, que considero o mais alto dessa conversa, quando Jesus inicia a frase dizendo “se queres ser perfeito”. A resposta a primeira pergunta já havia sido dada por Ele. Estava claro que a salvação não era pelas obras, mas, sim, pela graça de Deus. Nós nada podemos fazer para alcançá-la além de nos rendermos completamente a Ele e estarmos dispostos a serví-lO.


“Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me”. Pela reação do jovem rico, vemos que essa não era a resposta que ele pretendia ouvir. Note que Jesus não fala se queres ser “salvo”, Ele usa o termo “ser perfeito. Sendo quem é, Jesus conhecia as intenções no coração daquele rapaz e quis que ele soubesse o quanto suas motivações ainda estavam fora de Deus. A tarefa de renunciar a tudo o que possuía serviu para mostrar-lhe, claramente, que o amor que dedicava aos seus bens ultrapassava o que pretendia dedicar a Deus.


Ouvindo as palavras do Mestre, reconheceu sua incapacidade de rendição e perdeu todos os argumentos, retirando-se triste, provavelmente, por compreender a dura lição que Jesus acabara de lhe ensinar. Vender os bens e repartir o dinheiro com os pobres não era a questão principal, a sua disposição em abrir mão dos seus objetivos temporais para abraçar os eternos é que estava em jogo. Aquele jovem, como muitos cristãos modernos, estava tão preso ao seu sistema de valores, que afastou-se de Jesus mesmo ouvindo a promessa de que poderia obter um verdadeiro “tesouro no céu” . Abrir mão dos seus sonhos, posição social, segurança financeira, conforto e respeito na comunidade eram tópicos que não estavam abertos a negociação, tratava-se de um preço muito alto que ele não estava disposto a pagar.


Creio que uma das primeiras atitudes que temos ao ler esse texto é a de criticar esse rapaz pelo seu aparente apego aos bens materiais. Depois, com o passar do tempo e amadurecimento da nossa fé, passamos a sentir compaixão pela sua incapacidade de renunciar algo que considerava precioso para obedecer uma direção do próprio Jesus… Até que chega o momento em que entendemos que nós temos muito em comum com esse jovem! Agindo da mesma forma que ele, começamos a dizer não a todos os convites de Jesus que envolvam o sacrifício de algo que amamos.


Como aquele jovem, muitos cristãos modernos têm procurado um conjunto de regras ou rituais que possam conduzí-los a vida eterna. Tentando, inutilmente, alcançar a salvação por seus próprios méritos, esforços e até por seu sistema de crenças, incluindo as “evangélicas”, esforçam-se em demonstrar para o mundo o quanto amam a Deus, à medida que afastam o próprio Cristo do centro de suas vidas.


Voltando ao texto, ao terminar a conversa sobre o jovem rico, Pedro perguntou a Jesus:
“E quanto a nós, que tudo deixamos para te seguir, o que acontecerá?”… em outras palavras, “e quanto a nós, que nos rendemos totalmente, abrimos mão de tudo e fizemos o que esse rapaz não estava preparado para fazer. O que acontecerá conosco?” A reposta de Jesus a essa pergunta foi algo tão profundo e direto que não tenho mais nada para acrescentar: “… Todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna” (Mt 19.29)

 

É triste a realidade de que muitos cristãos têm dito não ao chamado de Jesus para abandonarem seus objetivos temporários e investirem suas vidas, dons e talentos em propósitos eternos ao Seu lado. Entretanto, louvo a Deus pelas centenas de vidas que aceitaram esse convite e deixaram uma marca profunda e eterna por onde passaram, permitindo que as boas novas da salvação em Cristo atravessassem dois mil anos de história e chegassem até nós.


Homens e mulheres, que caminharam na contra-mão do jovem rico por entenderam o que realmente significa renunciar para render-se totalmente a Deus. Esses cristãos subiram ao patamar dos conhecidos
“homens do qual o mundo não era digno” (Hb 11.38)… a promessa feita aos discípulos de que “todo aquele que tiver deixado…receberá cem vezes mais e herdará a vida eterna” continua viva e cumprindo-se fielmente em nossos dias.


Por isso, penso que não existe nenhuma forma melhor de concluir esse texto do que afirmando que nada nessa vida se compara ao estado espiritual de completa rendição a Deus. Nenhuma alegria gerada por uma realização pessoal, fortuna, viagem, descoberta ou feito histórico pode ser comparada a satisfação espiritual que é gerada quando nos encontramos completamente rendidos a Vontade de Deus, experimentando a Sua soberana atuação em e através de nossas vidas.

 

Por: Cleiton Fiuza

 

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O que os Tamuldes Judaicos (escritos rabinos) falam a respeito da existência de Jesus?

Publicado por elouniversitario em Julho 27, 2008

Algumas pessoas se perguntam: “Se Jesus realmente existiu, os Talmudes Judaicos não deveriam ser a principal fonte histórica sobre Ele? Então, porque esses escritos omitem a sua vida e passagem em Jerusalém”. Na verdade, eles não omitem totalmente, Yeshu é citado em alguns deles, ainda que de forma bem sucinta.  O que é um fato compreensível, uma vez que os responsáveis pelo registro dos acontecimentos não criam ser Ele do seu Messias prometido e o trataram como um simples infrator da Lei.

 

Na parte destes escritos conhecida como Talmudes Babilônicos, há uma referência que diz: “Na véspera da Páscoa, eles penduraram Yeshu. E um proclamador saiu na frente dele, durante quarenta dias, (dizendo): ‘Ele vai ser apedrejado, porque praticou bruxaria e instigou e desviou o caminho de Israel. Todos os que sabem de algo a seu favor, venham e defendam-no’. Mas, não tendo encontrado nada a seu favor, penduraram-no na véspera da Páscoa.”.

 

O manuscrito de Munique deste baraitha traz: “Yeshu o Nazareno”. “Yeshu”, traduzido do grego para nossa língua, é “Jesus”. Nas palavras de Morris Goldstein: “O cumprimento da sentença de morte na véspera da Páscoa é uma forte evidência do significado de Jesus, o Cristo do cristianismo.”

 

Sobre esta citação, Josh McDowell comenta: “A palavra ‘penduraram’ também se refere à crucificação. Tanto Lucas 23:39 quanto Gálatas 3:13 a usam dessa maneira. Este baraitha concorda ainda com João 19:14, ao fixar a crucificação ‘na véspera da Páscoa’. Mas, por que as autoridades judaicas estavam ‘pendurando’ Jesus, em vez de apedrejando-o, como prescrevia a lei? A melhor explicação é que a palavra ‘pendurado’ evidencia a historicidade da crucificação de Jesus sob os romanos.

 

Esta passagem é significativa ao que não nega. Em primeiro lugar, não nega a participação dos judeus na morte de Jesus. De fato, nem mesmo menciona os romanos. Antes procura demonstrar que as autoridades judaicas cumpriram a sentença, mas de uma maneira justa. O resultado é uma clara afirmação da historicidade de Jesus e sua morte. Em segundo lugar, esta passagem não nega que Jesus realizou milagres. Ao contrário, procura explicá-los como tendo sido realizados através da feitiçaria ou mágica. A mesma reação aos milagres de Jesus é registrada em Marcos 3:22 e Mateus 9:12,25. Mais uma vez, há uma afirmação evidente da historicidade de Jesus, e desta vez também de seus milagres.”

 

Por: Cleiton Fiuza

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Como posso crer na existência de Jesus, dois mil anos após sua vida física?

Publicado por elouniversitario em Julho 27, 2008

Como você se sentiria se ouvisse alguém dizendo:

 

“Olha, toda esta história sobre Hitler é um grande mentira e exagero. Ele mandou matar apenas umas 100 pessoas e apenas assassinos e ladrões foram executados, nunca invadiu um país, ele só entrava com suas tropas quando era convidado a fazer isto. Esta história de ter roubado dinheiro dos judeus e depois mandar exterminá-los nunca existiu, o holocausto foi inventado por eles para que o mundo se compadecesse e os ajudasse. E deu certo, hoje os judeus são prósperos. Hitler foi apenas um homem com uma grande visão de unificação mundial e os judeus se voltaram contra ele porque nunca acreditaram que isto fosse possível. Isto fez com que o mundo o odiasse e se voltasse contra ele. O caso Hitler foi apenas um exemplo de injustiça humana, um homem bom, com uma grande visão, destruído pela soberba de um povo. Hitler cometeu suicídio por decepcionar-se com as pessoas.”?

 

Não sei como você se sentiria, mas tenho certeza que pensaria que esta pessoa era louca ou tinha alguns problemas. Mas como provar que o que ela estava dizendo era uma grande mentira se estes fatos aconteceram há mais de 60 anos? Quais seriam as testemunhas se a grande maioria das pessoas que viveram naquela época já não está entre nós? Você pode então dizer: Os livros de história contam isto, existem fatos e fotos, existem pessoas que viveram o terror da segunda guerra, do holocausto e sobrevieram para contar o que aconteceu, você pode visitar os países invadidos e encontrar evidências até hoje. Não seria difícil provar.

 

Mas, e se 500 anos já tivessem se passado, o que você diria a esta pessoa? Onde estariam as testemunhas? Onde estariam as fotos e os fatos? Como ter certeza que a história se manteve integra? Graças a Deus pessoas que sobreviveram ao holocausto escreveram livros contando o que passaram, testemunhas reais e não apenas historiadores, senão seria muito fácil acreditarmos na 2ª versão, por ser mais bonita e comovente, sem buscarmos descobrir a verdade sobre o que realmente aconteceu.

 

Os fatos que cercam a vida física de Jesus aconteceram há mais de 2000 anos. As testemunhas oculares e os amigos mais próximos dele já morreram ou foram assassinadas há muito tempo. Como poderemos saber a verdade? Onde estão as fotos e as provas de seus milagres?

 

Graças a Deus estas testemunhas não só falaram sobre o que viram, mas escreveram para que os que viessem soubessem a verdadeira história. Os livros escritos por Mateus, Marcos e João nos dão uma visão dos fatos a partir de pessoas que conviveram com ele diariamente, pessoas que o ouviram, que viram os milagres, que tiveram experiências pessoais com ele, que testemunharam a perseguição que ele sofreu, viram a sua crucificação e que o viram após sua ressurreição! As cópias dos escritos originais, existentes até hoje, datam de aproximadamente 70 anos depois de que os fatos aconteceram. Seria muito improvável que tantas modificações ocorressem nesse período porque, naquela época, muitos dos que foram testemunhas oculares ainda viviam.

 

Já o livro escrito por Lucas nos dá uma visão histórica dos fatos, ele não conheceu Jesus pessoalmente, nem o acompanhou por três anos, mas ouviu a história de sua vida e ficou impressionado, resolvendo pesquisá-la mais a fundo em busca da verdade. Ele viajou, perguntou, ouviu, investigou, buscou provas como um historiador faria em nossos dias atuais e o resultado de suas pesquisas está no livro que ele escreveu e que ganhou o seu nome: o Evangelho segundo Lucas. Convertendo-se ao cristianismo, juntou-se aos primeiros discípulos e foi o responsável pelo relato sobre o surgimento da igreja cristã (o livro dos Atos dos apóstolos), onde escreve sobre Paulo e sua conversão, suas viagens, suas mensagens e seu testemunho em todas as partes onde andou (este sim conviveu com ele). Este livro também cita como alguns dos primeiros discípulos foram perseguidos e assassinados por crerem e afirmarem que Jesus havia ressuscitado.

 

Evidências dos manuscritos do Novo Testamento:

 

A.T. Robertson – autor da gramática do grego do Novo Testamento mais abrangente, escreveu: Há uns 8.000 manuscritos do latim vulgar e pelo menos 1.000 de outras versões antigas. Acrescente mais de 4.000 manuscritos gregos e nós temos 13.000 cópias de manuscritos de porções do Novo Testamento. Além de tudo isso, muito do Novo Testamento pode ser reproduzido de citação de escritores cristãos primitivos.

 

Bruce Metzger – “De aproximadamente 5.000 manuscritos em grego… eles contêm tudo ou parte do Novo Testamento.”

 

John Warwick Montgomery – diz que “ser cético do texto resultante dos livros do Novo Testamento é deixar toda a antiguidade clássica cair na obscuridade, porque nenhum documento do período antigo é tão bem atestado bibliograficamente quanto é o Novo Testamento”

 

Sir Frederic G. Kenyon (Diretor antigo e principal bibliotecário do museu Britânico) - em seu livro ‘A Bílbia e a Arqueologia’, relata: “…O intervalo, então, entre as datas da composição original e da evidência mais antiga existente se torna tão pequeno que chega a ser desprezível, e a última base para qualquer dúvida de que as escrituras vieram até nós substancialmente como foram escritas foi agora removida. Tanto a autenticidade e a integridade geral dos livros do novo Testamento podem ser consideradas finalmente estabelecidas.”

 

 

Por: Cleiton Fiuza

 

 

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Você alguma vez já desejou que seu Pequeno Grupo de Estudo Bíblico tivesse mais propósito e direção?

Publicado por elouniversitario em Julho 25, 2008

Você alguma vez começou um estudo Bíblico com muito entusiasmo, e depois de algumas semanas as pessoas pararam de freqüentá-lo?

Seu coração tinha a motivação correta. Você queria edificar a vida dos outros. Mas algumas coisas não saíram da maneira que queria.

Que ingredientes um pequeno grupo precisa para continuar a existir e a crescer? O que ajuda as pessoas a amadurecerem em Cristo? Há seis ingredientes cruciais para se ter um grupo dinâmico.

I. Visão (5-10 minutos)

Algo que é muitas vezes negligenciado em pequenos grupos é comunicar a percepção crescente a respeito do propósito de Deus para o mundo e como nós nos encaixamos em tudo isto. De alguma forma é fácil para um pequeno grupo se desintegrar e virar somente um estudo Bíblico. Conteúdo não é o único ingrediente necessário para nosso crescimento.

Saber como Deus pode nos usar em Seu plano é provavelmente o ingrediente mais importante. Sentir o que Deus sente pelas pessoas ao redor do mundo é motivante. 2 Coríntios 5:14  mostra  que  o amor Dele nos arranca de dentro de nós mesmos para tocarmos na vida de outros.O amor Dele nos leva a agir. Nós não estamos aqui meramente para teorizar, para debater ou para dizer algo que se tornou inexpressivo por já ter sido dito muitas vezes. Nós existimos para glorificar a Deus e sermos usados por Ele. Algumas vezes quando compartilhamos nossa fé  existe uma percepção incrível de que “Deus pode me usar”!

Como você constrói a visão de seu grupo ? Aqui estão algumas sugestões:

 

Enfatize partes de uma revista ou livros visionários como :

·    Plano Mestre de Evangelismo

·    Fale sempre, para falar melhor

·    Discípulos são feitos não copiados

·    O Segredo Espiritual de Hudson Taylor

·    Liderança Espiritual

·    Artigos sobre discipulado

·    O Cristão Contagiante

·    Use o livro e o mapa de oração Operação Mundo para mostrar o que Deus está fazendo ao redor do mundo.

Ou você pode discutir a respeito de uma passagem relacionada com um dos seguintes tópicos :

·    Evangelismo

·   

·    Oração

·    Adoração

·    Excelência

·    Discipulado

·    Compaixão pelos perdidos

·    Batalha Espiritual

II. Treinamento (20 minutos)

Um outro elemento para seu grupo é  treinamento. Compartilhe coisas práticas, específicas e úteis a respeito de como viver e ministrar à outras pessoas.Como é que você faz uma devocional? Como você estuda a Bíblia? Você sabe compartilhar a respeito de Cristo com um vizinho de maneira natural?Como você responde a perguntas de alguém a respeito do Cristianismo?Você consegue compartilhar seu testemunho pessoal em três minutos? Se alguém viesse a conhecer Jesus através de você, como você ajudaria essa pessoa a crescer? Ajude as pessoas do seu grupo a desenvolverem as habilidades que eles precisam para lidarem efetivamente com situações como estas :

·    Usar as Quatro Leis Espirituais.

·    Comunicar o papel do Espírito Santo.

·    Demonstrar o evangelismo como um estilo de vida.

·    Discipular novos crentes.

·    Compartilhar seu testemunho pessoal.

·    Usar ferramentas evangelísticas e apologéticas.

·    Fazer reuniões de equipe.

·    Planejar e coordenar retiros e conferências.

·    Recrutar pessoas para projetos.

·    Motivar outros através da Palavra.

·    Liderar um pequeno grupo.

·    Explicar como conhecer a vontade de Deus para sua vida.

 

III. Oração (10 minutos)

 

Oração é uma expressão de nossa dependência de Deus. Você ajudará pessoas a verem a necessidade de dependerem Dele.A maior parte dos pequenos grupos separa um tempo para oração, mas sempre é só um compartilhar rápido de pedidos para a semana. Criatividade é o elemento mais necessário na oração. Às vezes você precisa perguntar: “Como Deus respondeu sua oração esta semana?”,  “Em quais coisas você está confiando Nele?”. Quando os membros do seu grupo vêem as respostas de Deus ás orações eles ficam animados. Quando vocês oram juntos, um elo poderoso é formado no grupo.

Também é importante orar por outras pessoas, questões e eventos fora de seu pequeno grupo. Aqui estão algumas coisas para se orar também :

·    Aplicação do tempo de visão.

·    Aplicação do tópico do Estudo Bíblico.

·    Adoração (músicas, Salmos, etc).

·    Eventos que estão por vir.

·    Desenvolvimento de ministério pessoal.

·    Desenvolvimento do movimento.

·    Trabalhadores para a Seara.

·    Líderes cristãos e do ministério.

·    Líderes do governo.

·    Outros países.

 

IV. Estudo Bíblico (30 minutos)

 

Escolha um manual de estudo ou outro material que te ajude a estudar sistematicamente um livro da Bíblia. Certifíque-se de que todo material seja transferível. Quando as pessoas em seu grupo começarem seus próprios grupos, elas se sentirão mais a vontade, ensinando algo que elas mesmas já foram ensinadas. Elas precisam tirar tempo para estudar e preparar, além do tempo que tiram para se encontrar com o grupo. Não deixe ninguém aparecer com o manual de estudo em branco. É claro que existem situações em que os membros do grupo precisam de graça por causa de imprevistos, mas se isso se tornar um hábito o grupo vai ser prejudicado. Quando os membros gastam tempo com a  lição fora do grupo e compartilham o que eles tem aprendido pessoalmente eles aprendem mais e ficam mais motivados a participarem da discução. Lembre-se que conteúdo Bíblico é somente um dos cinco ingredientes de um pequeno grupo efetivo. Algumas sugestões para estudos Bíblicos são :

·    Estudos 1 ½ Páginas

·    Conceitos Transferíveis (9)

·    InterActa Bible studies (This takes an hour, so plan accordingly.) ????

·    Estudos Bíblicos de Livros da Bíblia, capítulos, tópicos, ou biográficos.

 

V. Comunhão (tempo variável)

 

Pequenos grupos começam quando os estudantes fazem um compromisso de tempo. Seu objetivo é usar este tempo para construir relacionamentos. Você vai precisar compartilhar a respeito de você mesmo e o que Deus está fazendo em sua vida durante a reunião do pequeno grupo. Você também vai precisar fazer coisas divertidas juntos fora da reunião. Algumas idéias para comunhão são:

Durante o tempo da reunião de pequenos grupos:

·    Faça e explique um desenho de seu dia.

·    Compartilhe a respeito de uma experiência evangelística divertida

·    Converse a respeito de um aspecto de Deus que tem sido significativo para você.

·    Compartilhe a respeito de uma luta ou vitória recente.

·    Compartilhe uma passagem que Deus usou em sua vida.

·    Use uma palavra para descrever o seu dia.

·    Entrevistem uns aos outros.

·    Discuta uma aplicação pessoal de uma conferência ou retiro.

Fora do tempo da reunião de pequenos grupos:

·    Faça uma viagem curta de dois dias (pelo menos uma noite fora).

·    Promova uma refeição conjunta em que cada um traga um prato.

·    Aprenda uma nova habilidade ou hobby.

·    Saia para fazer compras ou  jogar boliche, patinar, etc.

·    Promova uma noite de jogos.

 

VI. Planejamento (10 minutos)

 

Encaixe os anúncios, delegação de tarefas e coisas a respeito de coisas da reunião nessa categoria. Você vai precisar de mais ou menos tempo para isso dependendo da época do ano, eventos por vir e outros planejamentos.

 

Fonte: © Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo. Todos os direitos reservados.

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Quando confiamos nossas finanças a Deus…

Publicado por elouniversitario em Julho 24, 2008

“Os cristãos da Macedônia ofertavam além das suas posses. O que isso significa? Que eles contribuíam além de onde os números fazem sentido… significa ofertar mesmo quando nossas contas dizem que não podemos. Quer um exemplo atual disso?

Scott Lewis certa vez esteve em uma das conferências da Cruzada Estudantil onde Bill Bright convidou vários empresários a doarem um milhão de dólares para ajudar no cumprimento da Grande Comissão. Essa quantia era irreal para Scott, ela estava bem acima do que ele imaginava um dia poder contribuir, uma vez que sua empresa gerava um lucro anual menor do que cinqüenta mil dólares.

Então, Bill perguntou-lhe: “Quanto você ofertou no ano passado para missões?”. Scott sorriu e respondeu: “dezessete mil dólares, quase trinta e cinco por cento dos nossos lucros”. Sem pestanejar Bill continuou: “Então, o que você acha de comprometer-se com cinqüenta mil dólares o próximo ano?”. 

Scott pensou que Bill não tivesse entendido o que ele falou. Esse valor era maior do que o que ele ganhara aquele ano. Mesmo assim, Scott e sua esposa decidiram confiar em Deus e firmaram o compromisso de ofertar os cinqüenta mil dólares no ano seguinte, acreditando que Deus os capacitaria a investir acima de suas posses… Deus providenciou esse dinheiro de forma milagrosa e, ao final do ano, cumpriram sua meta, comprometendo-se a investir cem mil dólares no ano que estava por vir. Deus proveu os recursos mais uma vez… E, ano após ano, eles foram aumentando seu alvo.

Em 2001, Scott e sua esposa já contabilizavam mais de um milhão de dólares em ofertas para missões, um alvo que consideraram impossível alguns anos antes. É isso que pode acontecer quando decidimos dar acima de nossas posses. 

Tradução: Cleiton Fiuza

Fonte:  “O princípio do Tesouro”, por Randy Alcorn

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Mini Projeto Missionário em Mossoró – 19 a 25 de julho de 2008

Publicado por elouniversitario em Julho 23, 2008

Um grupo de estudantes do Elo Universitário em Natal planejou e organizou um mini projeto evagelístico em Mossoró (uma grande cidade universitária do Rio Grande do Norte). Entre os dias 19 e 25 de julho, eles estarão compartilhando sua fé na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, ajudando o grupo cristão já existente naquela cidade, o JUMP. Nesse período, eles também estarão ministrando treinamentos para os cristãos que atuam nesse campus universitário.

  

“Estamos aqui em Mossoró… A reunião ontem com o pessoal do JUMP (ministério de evangelização local) foi uma benção, mas precisamos agregar mais pessoas por aqui. Faremos um treinamento com a liderança local. Tem sido uma bênção maior do que todos nós imaginávamos e sabemos que Deus ainda tem mais a fazer.

 

Nossas atividades estão sendo desenvolvidas no turno noturno (evangelismo) e vespertino (treinamentos e reuniões), não conseguimos fazer nada evangelístico pela manhã porque não encontramos o grupo local responsável.

 

Continuem orando porque a verdadeira batalha ainda está por vir. Deus proverá!”

Cecília Valença – estudante da UFRN – Natal

 

“Irmãos, nosso objetivo em Mossoró esta sendo conquistado a cada impacto que fazemos na UERN, o Senhor tem nos abençoado de uma forma tremenda. Ontem, a aplicação das quatro leis foi maravilhosa, principalmente por causa da empolgação que o pessoal do JUMP ficou para aplicá-las; eles estão felizes pelo que esta acontecendo, somos resposta de oração, ALELUIA!!!!!

 

Hoje, mais uma vez o Senhor não nos deixou na mão, o louvor que fizemos no centro de convivência da universidade foi muito bom, tenho certeza que através do nosso louvor o coração de muitos universitários foram tocados e a semente foi plantada. Logo depois, fizemos uma panfletagem pelo campus e divulgamos o JUMP.

 

Está sendo realmente uma benção e vamos continuar orando para que os demais trabalhos que estão por vir sejam igualmente abençoados.”

Thyago de Melo – estudante da UFRN – Natal

 

Por: Cleiton Fiuza

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Legalismo X Libertinagem – Um olhar cuidadoso na carta de Paulo aos Gálatas

Publicado por elouniversitario em Julho 22, 2008

Atualmente, escritores cristãos têm dedicado uma parte do seu tempo na composição de livros que abordam as doutrinas presentes em nosso meio evangélico, tateando entre diferentes grupos denominacionais, eles tentam encontrar um limite seguro e verdadeiro entre os diversos princípios religiosos, que vagão desde o extremo legalismo à libertinagem mais avançada.

 

Asseguro-lhes que não é uma tarefa fácil penetrar no mundo doutrinário das Igrejas, mas é algo que necessita ser feito para que possamos ter um referencial bíblico a respeito de como devemos viver.

 

O Legalismo, ou melhor, a doutrina baseada nas leis e ordenanças bíblicas é a forma mais presente em nossas Igrejas tradicionais. Os ensinos praticados por este grupo cristão são, em parte, vindos de uma herança católica medieval, sendo remodelados pelos heróis da fé que estabeleceram a Igreja Protestante.

 

Com o desejo de parecer-se com a imagem formada dos primeiros cristãos, os legalistas desenvolveram, ao longo dos anos, uma série de conceitos doutrinários para que os membros de sua igreja possam viver um exemplo fiel de um discípulo de Jesus. Mas, ao contrário do que possamos imaginar, este não é um problema moderno, ele vem sendo enfrentado desde o início do cristianismo.

 

Um estudo mais dedicado à carta que o Apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas revela uma crise existente nesta Igreja devido ao extremo legalismo adotado pelos seus líderes.  Crendo que a obediência à Lei misturada com a fé é necessária a salvação e que o crente é aperfeiçoado guardando a Lei, eles foram chamados de insensatos pelo próprio Paulo.

 

“O gálatas insensatos! Quem os enfeitiçou? Não foi diante de seus olhos que Jesus cristo foi exposto como crucificado? Gostaria de saber apenas uma coisa: foi pela prática da lei que vocês receberam o Espírito, ou pela fé naquilo que ouviram? Será que vocês são tão insensatos que, começando pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio?” (Gl 3:1-3 NVI)

 

Não entendam com isto que é errado guardar a lei e que fomos liberados para pecar. O que eu estou querendo dizer é que a nossa salvação não depende de cumprirmos estas ordenanças, esta doutrina é falha. É impossível a qualquer pessoa viver sem transgredir ao menos um dos mandamentos bíblicos. Paulo deixa isto claro nos versículo 9 e 10 deste mesmo capítulo:

 

“Assim, os que são da fé são abençoados juntamente com Abraão, homem de fé. Já os que são pela prática da lei estão debaixo de maldição, pois está escrito: ‘Maldito todo aquele que não persiste em praticar todas as coisas escritas no livro da Lei’” (Gl 3:9-10)

 

Infelizmente, o que a nossa realidade mostra são milhares de cristãos tentando viver o legalismo tal como os gálatas tentaram. O perigo desta prática é que qualquer pessoa que tentar segui-la frustrar-se-á algum dia, os mais fortes conseguirão renovar as suas forças e continuar, mas os mais fracos, provavelmente, cairão.

 

Práticas estas que medem a santidade de uma pessoa pelo cumprimento do seu cabelo, pelo tamanho da sua roupa, pelos dons que ela possui, pela forma com que ela ora ou pelo jeito com ela fala, fazendo com que alguns grupos cristãos transformem-se em construtoras de sepulcros caiados.

 

Aqui, quero ressaltar que não estou me referindo a nenhuma denominação, mas a algumas doutrinas específicas. Amados, nunca esqueçam que Deus está olhando para o nosso interior, para a nossa alma, o que vestimos ou falamos será apenas um reflexo da vida íntima que tivermos com o nosso Senhor.

 

“Foi para liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão… Vocês, que procuram ser justificados pela lei, separaram-se de Cristo; caíram da graça… Tal persuasão não provém daquele que os chama.” (Gl 5:1,4,8 NVI)

 

Neste ponto, eu os desafio a iniciarem uma leitura detalhada do livro de Gálatas. Orando para que o Espírito Santo possa direcioná-lo neste estudo e falar com você.

 

Atravessando o vasto caminho que separa estes duas doutrinas, chegamos ao liberalismo, ou seja, a graça de Deus me salvou e me concede liberdade para fazer tudo aquilo o que eu desejar, não deve prestar contas a nenhuma outra pessoa além do meu Senhor.

 

Talvez você não se julgue um cristão liberal, porque esta prática está tão incutida em nosso meio que o liberalismo, muitas vezes, transforma-se em sinônimo de normal. Por isto, eu me preocupo em dobro ao debater este assunto.

 

Continuando no livro de Gálatas, o mesmo que nos libera do regime da lei, nós encontramos algo que eu chamo de “muralhas protetoras” para a vida cristã:

 

“Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião a vontade da carne; pelo contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor.” (Gl 5:13 NVI) E ainda complementa para aqueles que estiverem em dúvida sobre quais são as obras da carne: “Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e lascívia; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, que os que praticam estas coisas não herdarão o Reino de Deus.” (Gl 5:19-21 NVI)

 

Agora você deve ter dado um nó na cabeça, se Paulo acabou de afirmar que a nossa salvação não depende das obras, porque ele mesmo afirma que os que praticam as obras da carne não herdarão o Reino de Deus? Bom, é possível imaginarmos um cristão vivendo na prática destas coisas? Sinceramente, não. Paulo está referindo-se a não-crentes, pessoas que conviviam com os gálatas diariamente e que poderiam influenciá-los nestas práticas a partir do momento em que eles parecem de depender da lei.

 

Isto é o que vem acontecendo em muitas de nossas Igrejas, uma vez livres da lei estamos abrindo as portas para uma enxurrada de novas práticas libertinas inspiradas em costumes daqueles que nos cercam. Muitas vezes, trazemos conosco uma séria de conceitos mundanos, que foram incutidos em nossa mente ao longo da nossa vida secular.

 

Sendo mais específico, podemos citar uma vasta lista destas práticas e onde elas se encaixariam na descrição de Gálatas 5:19- Porque ouvirmos a música dita “secular”, quando temos tantas opções no nosso meio cristão? Será que elas nos edificam mais ou nos fazem relaxar? Por que imitarmos a moda do mundo e nos tornarmos iguais, se nós paramos de avaliar até que ponto isto influencia a nossa vida? Será que isto não passa de uma auto massagem em nosso ego? Por que freqüentarmos lugares onde os vícios (como a bebida, o cigarro e as drogas) e a imoralidade sexual estão presentes, usando o fato de Jesus ter freqüentado lugares assim como desculpa, se o nosso verdadeiro propósito está muito longe do que Ele tinha? Será que realmente podemos “imitar as coisas do mundo” usando a desculpa de que o fim desta atitude é o resgate de almas?

 

    A resposta de todas estas perguntas é NÃO! Quando analisamos um texto presente na carta que Paulo escreveu aos Coríntios:

 

“Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade. Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.” (1 Coríntios 5:9-11), 

 

Vemos Paulo advertindo a Igreja de Corinto sobre isto. Alguém na Igreja, que estava sendo tido como irmão, havia caído em pecado e toda a Igreja estava tratando isto normalmente, ou seja, aceitando o pecado no meio do corpo de Cristo, como algo corriqueiro.  A atitude de Paulo nos mostra claramente que ele próprio condenava o que a Igreja estava fazendo.

 

Que pena que nós temos aceitado tantos “erros” no meio da nossa igreja, e temos considerado todas estas coisas “normais”, exatamente como fez a Igreja em Corinto. O nosso erro, foi deixar que pequenas porções de fermento tenham se tornado constantes entre nós, levedando a massa da igreja moderna.

 

Conceitos, como “temos que nos adaptar a culturas e aceitá-las como normais”, de que “uma vez que todas as coisas foram criadas por Deus poderemos usar o que quisermos”,  “a maldade está na mente das pessoas e não nas atitudes”, ou ainda, “Se o meu irmão se escandaliza, ele está pecando e não eu”, têm penetrado no meio das Igrejas cristãs e cauterizado a mente dos nossos líderes. Como conseqüência disto, a disseminação destes ensinos vem acontecendo através das gerações de novos cristãos, fazendo com que o verdadeiro cristianismo vem sendo deixado de lado.

 

 Creio, no entanto, que chegou a hora de mudarmos, reavaliar nossos conceitos e padrões e colocá-los a luz da Bíblia, não a luz da nossa ou de qualquer outra cultura. Não temos que aceitar nada que nos for repassado apenas porque todo mundo está aceitando sem antes termos consciência do que a bíblia fala sobre estes assuntos.

 

Em uma abordagem resumida, vemos o liberalismo destruindo o verdadeiro caráter da nossa vida cristã, o principio de sermos sal e luz, o desafio de termos sido chamados para vivermos em diferença e fazendo diferença.

 

Vamos lembrar que a palavra cristão significa “pequeno Cristo” e vamos pedir que o Espírito Santo de Deus nos conduza de volta ao verdadeiro cristianismo, sem farisaísmo ou libertinagem, para honra e glória do Seu nome. Vamos reavaliar nossas vidas, o que temos feito, em quem temos acreditado, o que temos repassado para os outros e buscarmos o direcionamento bíblico para cada um de nós.

 

Juntos, nós podemos mudar.

 

Por: Cleiton Fiuza

 

 

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