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Posts de Julho 7th, 2008

MUNDO: Rebeldes comunistas executam cristão nas Filipinas

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

FILIPINAS - Rebeldes comunistas do Exército do Povo (NPA, sigla em inglês) executaram o ministro cristão Josefino Estaniel, acusado de ajudar os soldados em uma campanha de anti-insurreição em Mindanao por pregar uma mensagem de amor e não de guerra, segundo um porta-voz regional do Exército filipino.O coronel Kurt Decapia disse que os soldados recuperaram o corpo de Josefino Estaniel, pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, de uma sepultura rasa na aldeia de Dalagdag, distrito de Calinan, em Davao City, num lugar conhecido pela dominação dos rebeldes do NPA.O Exército do Povo é um braço armado do Partido Comunista das Filipinas (CPP).

Kurt Decapia disse que informantes civis conduziram as forças de segurança até a sepultura do ministro de 45 anos. Ele disse que Estaniel foi seqüestrado por insurgentes em maio, por ordens do líder da NPA Leôncio Pitao, também conhecido como “chefe Parago”.

O corpo do pastor Josefino Estaniel, já decomposição, foi exumado a dois quilômetros de distância da casa de Edwin Tangud, local onde o grupo o executou.

De acordo com relatório de campo inicial, a vítima foi torturada antes de ser executada e enterrada.

O general Fogy Leo Fojas, chefe da 10ª Divisão de Infantaria do Exército filipino, condenou as atrocidades da NPA e a morte do ministro cristão.

Tradução: Tsuli Narimatsu

Fonte: site do Missões Portas Abertas

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G8 quer esfriar o planeta e os preços de combustível

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

O encontro dos líderes das oito principais potências mundiais acontece a partir de hoje, no Japão

Toyako, Japão. Os líderes das oito principais potências do mundo analisarão a partir de hoje , no Japão, como esfriar os preços do petróleo e, também, a temperatura do planeta. O encontro, em um hotel diante do lago Toya, ocorre no momento em que o barril do petróleo atinge os US$ 146, a economia dos países industrializados vive um período de forte desaquecimento e a alta nos preços dos alimentos provoca protestos em todo o planeta.

Além dos líderes do G8 (Estados Unidos, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Canadá, Japão e Rússia), a Cúpula terá, como convidados, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Hu Jintao (China) e Felipe Calderón (México). As autoridades japonesas montaram uma grande operação de segurança, com mais de 21 homens, e praticamente fecharam a ilha de Hokkaido (norte), local do encontro.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e seu colega russo, Dmitri Medvedev, que participa pela primeira vez da Cúpula do G8, foram dois dos primeiros dirigentes a chegar ao lago Toya, onde foram recebidos pelo primeiro-ministro japonês, Yasuo Fukuda.

‘‘No que se refere ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo, que têm um impacto negativo sobre a economia mundial, concordamos que é preciso fazer esforços urgentes neste sentido’’, destacou Fukuda, em uma entrevista à imprensa ao lado do presidente norte-americano.

Sobre a economia mundial, Bush reafirmou a política do ‘‘dólar forte’’ dos EUA, apesar de a moeda estar caindo em relação a outras.

Bush afirmou ainda que os Estados Unidos vão desempenhar um papel ‘‘construtivo’’ na redução das emissões de dióxido de carbono, responsáveis pela mudança climática, mas advertiu que todo esforço deve incluir a China e a Índia.

Neste sentido, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva deve reafirmar no Japão seu pedido aos países em desenvolvimento para que se unam às nações ricas no estabelecimento de metas visando reduzir as emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. ‘‘Todos os participantes, incluindo nosso país, devem fixar um objetivo de redução das próprias emissões de gases de efeito estufa’’, adiantou Lula em entrevista ao jornal japonês ‘‘Yomiuri Shimbun’’.

O presidente, além de defender o etanol e o biodiesel brasileiros, com o argumento de que os biocombustíveis não são responsáveis pelo alta mundial no preço dos alimentos, cobra do G8 que diminuam as especulações em relação aos mercados que negociam safras futuras agrícolas e o petróleo.

A declaração final de Toyako deve assinalar que ‘‘o G8 vai liderar os esforços para reduzir em 50% as emissões’’ de gases responsáveis pelo aquecimento global até 2050.

Manifestações

Em Sapporo, a 150 km do lago Toya, milhares de manifestantes protestaram contra a globalização, e após alguns incidentes, a polícia deteve quatro pessoas, entre elas um cinegrafista. No protesto, ativistas da ONG Oxfam, vestidos com máscaras gigantes dos líderes do G8 e quimonos, exibiram um cheque gigante de US$ 50 bilhões para os países da África, para lembrar a promessa feita em 2005.

Naquele ano, o G8 acertou uma ajuda de 50 bilhões de dólares para a África até 2010, mas até o momento só desembolsou 14% deste valor, segundo uma fonte do grupo.

 

Fonte: Diáriorio do Nordeste

 

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Finanças com Propósito!

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

No dia 29/06, o pastor Ivonildo Teixeira relançou o livro ”Finanças com Propósito”. Desta vez, ampliado e revisado pela Editora MK. O evento aconteceu na Igreja do Nazareno Central de Campinas, interior de São Paulo. Ivonildo, que atualmente possui 30 livros escritos, é conferencista internacional na área de administração financeira e um dos colunistas do portal Elnet. Segundo o autor de ”Finanças com Propósito”, a idéia desse livro surgiu ao perceber a necessidade de uma orientação sobre o assunto, no seio da família em geral, seja ela cristã ou não. Para ele, tanto a falta, quanto o excesso de dinheiro mal administrado é uma das maiores causas da separação nos lares, do fechamento de empresas e das noites sem dormir de alguns empresários. De acordo com o pastor, a proposta do livro não é apresentar uma fórmula mágica para vencer crises financeiras ou ficar rico sem trabalhar, mas sim revelar um estilo de vida que pode ser alcançado quando se aposta tudo nas mãos do Senhor, através de um coração fiel e generoso. Confira abaixo uma entrevista com Ivonildo Teixeira, em que ele fala mais sobre o livro e algumas experiências vividdas durante o seu ministério:

O livro Finanças com Propósito é a primeira edição do livro pela MK Editora e, como sempre, o senhor tem boas dicas para que o povo de Deus mantenha as finanças em ordem. Como surgiu esse chamado para ministrar sobre finanças?

Tive a alegria de ter um bom mestre sobre o assunto de finanças à Luz da Bíblia. Ficava fascinado com o tema e a profundidade e beleza do mesmo. Quando o assunto era mencionado por um pregador, o que era raro, ou quando em uma conversa alguém trazia o tema a respeito de dinheiro à luz da Bíblia, meu coração pulsava de prazer. Quando fui chamado por Deus para a missão do pastorado, depois de preparado, cai no lugar em que muita coisa aconteceria na minha vida, inclusive o chamado para ministrar e escrever sobre finanças. Notei, que no início, teria que pedir o grupo iniciante, os dízimos e as ofertas. Porém, duas coisas me deixavam totalmente atordoado, a vergonha e o medo, dois inimigos que têm jogado muitos líderes ao chão para não pregar e nem ensinar ao povo de Deus como cuidar com zelo do dinheiro de Deus. No dia 24 de Junho de 1984, o meu pastor e mestre, Rev. Amadeu A. Teixeira falou sobre a necessidade de darmos para o reino de Deus. Sua ousadia era tanta e a unção de Deus na sua vida, que naquela noite, pessoas visitantes queriam ofertar com alegria para comprarmos uma placa para a igreja iniciante. Enquanto que os membros, ainda que poucos, não davam quase nada. No dia seguinte, o pregador visitante falou quase três horas, “dar é viver”. Não tínhamos um terreno, nada. Ao acabar de pregar, assentou-se, não pediu absolutamente nada ao pequeno grupo de 18 membros, 6 visitantes e 6 crianças. De repente, todos os membros foram se levantando um por um, doando o que Deus falava ao seus corações. Naquela manhã, a oferta doada voluntariamente, o dinheiro foi o suficente para comprar um terreno na Praia de Itapoã, Vila Velha, ES. onde se encontra instalado a primeira igreja do Nazareno do Estado. Ali começou tudo, perdi a vergonha, o medo, as inspirações para escrever, e os convites começaram a vir de todos os cantos.

Alguma vez o senhor já esteve em uma situação em que colocar as finanças nas mãos de Deus fez toda a diferença nas conseqüências finais?

Muitas vezes. Neste episódio citado, do dia 24 de Junho de 1984, fiz uma doação do que eu não possuía. Ganhava três salários mínimos. Tinha uma irmã que morava comigo. Era solteiro na época. Não tinha dinheiro em banco, nem uma bicicleta. Deus chega a mim pedindo como oferta para a compra do terreno todo o saláiro que iria receber seis dias à frente. Depois, de questionar a Deus, fui “vencido”. Prometi publicamente fazer aquela oferta do meu salário. Agora, como viver no mês seguinte? Deus, de uma maneira que lhe é peculiar, tocou no coração de uma pessoa que estava em outro continente, que ele enviasse um dinheiro para mim. Dez dias depois chega às minhas mãos nove salários mínimos de presente. Nunca damos a Deus mais do que Deus nos dá, Ele é fiel!

Fale-nos um pouco sobre esse livro:

O livro “Finanças com Propósito” surgiu diante da necessidade que venho percebendo no seio da família em geral, seja ela cristã ou não. Muitos lares têm sofrido bombardeios financeiros e como como conseqüência, a separação, e uma das maiores causas está na questão da falta, ou do excesso de dinheiro mal administrado. Empresas que estão fechando suas portas, empresários com noites sem dormir por não saber como tapar os “buracos” , igrejas, pastores, líderes, jovens e crianças, sem a mínima noção dos segredos de se ter uma vida financeira saudável e com propósitos. Em cada capítulo, tento abordar o assunto do dinheiro focando, a família, casais, empresários, jovens, crianças, provando que é possível viver, se relacionar bem com o dinheiro, e ser uma pessoa próspera sem fazer barganha com Deus, tipo, “Dar tanto para Deus que Deus te dê tanto”, nada disso. Abomino duas coisas quanto ao assunto do dinheiro. Tanto a “teologia da prosperidade da magia”, aquela que os seus pregadores prometem o que Deus nunca prometeu, se você der “isso ou aquilo” para Deus. Como bato de frente quanto a “teologia da miséria”, “o cristão nasceu para sofrer, porque só os “pobres de espírito” verão a Deus; os outros podem ter tudo e os cristãos jamais; viver uma vida miserável, sempre no sufuco, pelo fato de que lá no céu, haverá de tudo o que ele não usufruiu aqui na terra. O Livro não traz uma fórmula mágica para vencer crises financeiras, ou como ficar rico de repente, sem trabalhar, ao contrário, há um estilo de vida que podemos alcançar quando apostamos tudo em Deus, através de um coração fiel e generoso.

O senhor costuma sempre ministrar em seminários de finanças, certo? Conte-nos algumas experiências relacionadas a essas ministrações:

Já visitei quatro continentes e até o momento que respondo estas questões, visitei mais de 535 igrejas, fora palestras para empresários e casais. Noto a reação das pessoas totalmente alheias ao assunto do dinheiro. Muitos não sabem o o que é dízimo, a maioria desconhece o tema de ofertas, pastores e líderes confessando que muita coisa iria mudar na vida deles e, conseqüentemente, na vida financeira da igreja. Empresários desesperados, por pereceberem que estavam sendo desonestos com Deus quanto ao dízimo dos lucros da empresas e de negócios à parte. Empresas reerguendo depois dos princípios bíblicos colocados em prática, igrejas prosperando, tendo com o que investir nas necessidades ministeriais, missionárias, evangelísticas, construções e aquisições com propósitos definidos para abençoar o reino de Deus.

Já ouviu testemunhos de pessoas que tiveram suas vidas restauradas através de seus livros, artigos ou ministrações?

Inúmeros. A maioria dos livros que escrevo têm como base, a Bíblia, o enfoque maior, e os testemunhos de vidas que estavam arrebentadas financeiramente, devendo na “praça”, pessoas que haviam emprestado algum dinheiro e a pessoa havia desaparecido ou disse que não pagaria jamais, outros que os carros foram roubados, questões judiciais que por anos nunca se resolviam, empresários com as portas quase que fechando; de repente, o sol volta a brilhar, II Cr. 20.20. Há uma promessa na Palavra de Deus, “Por vossa causa repreenderei o Devorador…”, Ml. 3.11, e “Restitui-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto igrador, pelo destruidor, e pelo cortador…” Jl. 2.24.

O senhor tem abençoado muitas vidas através de seus artigos para o Portal Elnet. Deixe uma mensagem aos internautas, que acessam o site:

Estudando a palavra de Deus, já por anos, descobri que os princípios dos palestrantes sobre como revolucionar sua empresa, como aumentar seu capital, como sair da crise financeira, em outras palavras, a motivação que tais palestrantes seculares levam, todas, sem exceção, estão embasadas na Bíblia. A diferença em relação ao que as igrejas deveriam pregar são vocábulos que são mudados. Se você está com uma vida totalmente sem propósitos definidos na área financeira, não consegue enxergar no fundo do túnel uma luz para mudar o curso da sua vida financeira, os céus se fecharam de tal maneira que a única saída que você vê a sua frente é tirar sua própria vida, tenho uma palavra que vai alegrar o seu coração: Entregue a sua vida totalmente a Jesus, convide-O a ser Seu Senhor e Salvador pessoal, comece a ser um dizimista fiel a Deus de tudo quanto vier às suas mãos, seja generoso com alegria ainda que na crise; e tenho absoluta certeza que seu sorriso voltará. A palavra de Deus é fiel! Tenho praticado estes princípios citados, já por quase 40 anos, por experiência, posso lhe afirmar, Deus nunca falhou. Tem sido o meu pastor que nunca tem me deixado faltar nada. Experimente viver os principios sagrados e depois compartilhe comigo, que compartilharei de você a outros.

Como as pessoas podem convidá-lo para ministrar em suas igrejas?

Através do site, podem ver como funciona os seminários, depois, podem entrar em contato comigo através de: Site: www.ivonildoteixeira.com.br; E-mail: contato@ivonildoteixeira.com.br

Por: Cleiton Fiuza

Fonte: Reverendo Ivanildo Teixeira

 

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MUNDO: “Se vocês não largarem esse tal de Jesus…”

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

IRÃ - Um casal cristão recém-convertido ao Evangelho foi preso e submetido à tortura física e mental. Além disso, as autoridades os impediram de ficar com a filha de quatro anos que está enferma e a deixaram sem atendimento e sem tratamento, para colocá-la em uma instituição infantil.

Tina Rad, de 28 anos, foi acusada de “atividades contra a santa religião do islã” por ler a Bíblia com muçulmanos em sua casa, em Teerã. Seu esposo, de 31 anos, Makan Arya, foi acusado de “ameaça à segurança nacional” por permitir leituras bíblicas em seu apartamento e por freqüentar uma igreja doméstica.

O casal recebera Cristo como salvador há cerca de três meses antes de ser presos no último dia 3 de junho.

Durante anos, as igrejas domésticas sofrem pressão, especialmente os muçulmanos convertidos ao cristianismo.

“Qualquer um que se declarar cristão corre risco”, diz Michael Escher, correspondente da Portas Abertas no Oriente Médio. “A maioria dos cristãos tem medo e raramente admite publicamente se algo lhe acontecer. Mas aconteceram várias prisões nos últimos meses.”

De acordo com uma fonte local, as autoridades mantiveram o casal em um local desconhecido por quatro dias e o espancou. Tina está “muito doente” e não pode falar.

O casal foi liberado depois de pagar uma fiança e só depois de serem forçados a assinar uma declaração dizendo que não voltariam a freqüentar a igreja doméstica e que não manteriam mais nenhum contato com outros cristãos.

“Larguem Jesus”

Se vocês não largarem esse tal de Jesus, a próxima acusação será de apostasia”, disse uma policial para Tina durante o interrogatório, segundo a fonte. De acordo com as leis islâmicas iranianas, os muçulmanos que se convertem a outra religião podem ser condenados à morte.

Um projeto de lei que corre no parlamento iraniano pode transformar a pena de morte mandatória para os apóstatas, ou seja, para todo aquele que deixa o islamismo ( leia mais sobre esse assunto).

O casal foi preso depois que um parente de Makan informou a polícia sobre suas atividades cristãs. Segundo um amigo, os policiais confiscaram o computador, a antena parabólica e o aparelho de televisão do casal, além de todos os livros, CDs, DVDs e, até mesmo, um álbum de fotografias.

Hostilidade da família

O casal também sofre com as hostilidades por parte da família e dos vizinhos muçulmanos. Makan só obteve ajuda financeira do pai depois de prometer se divorciar da esposa. “Ele fez a promessa e agora se nega a cumprir, claro”, diz a fonte. “O pai lhe deu um ultimato.

Além da hostilidade dentro da família, “quase toda a rua sabe que eles são cristãos, então imaginem como é difícil para os negócios”, diz a fonte.

Depois de ser liberado, o casal descobriu que a vitrine de sua loja de roupas havia sido quebrada. Eles receberam uma carta dizendo que se não deixassem claro na nova vitrine que abraçam a fé islâmica, por meio de frases e fotos, teriam que comprar novos vidros para a vitrine todos os dias. A polícia se recusa a protegê-los. O casal quer se mudar.

Em relação à situação no Irã, Michael Escher acrescenta: “Aqueles que se convertem ao cristianismo ficam, normalmente, muito entusiasmados com a nova fé; e às vezes, falam sobre isso abertamente com seus amigos e família, o que resulta em muita pressão por parte das pessoas mais próximas.”

O governo islâmico condena os muçulmanos que se convertem ao cristianismo”, diz Michael. “De acordo com os radicais iranianos, o convertido é um traidor da família, do país e da fé. Quando um cristão se torna mais ativo em sua nova fé, fica claro que ele se converteu e o Estado interfere. Isso acontece com regularidade. Muitos ex-muçulmanos vivem sob pressão e intimidação, alguns por mais tempo do que outros.

::Fonte: Site Missão Portas Abertas
Tradução: Priscilla Figueiredo

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MUNDO: Atentado mata mais de 40 pessoas no Afeganistão

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

Pelo menos 41 pessoas morreram, dentre as quais o adido militar da embaixada indiana em Cabul, em um atentado suicida registrado nesta segunda-feira (07/07/08) diante do edifício, em pleno centro da cidade, informou uma fonte oficial.

Um porta-voz do Ministério do Interior afegão consultado pela EFE confirmou o aumento do número de vítimas do ataque para 40, dentre as quais seis policiais afegãos.

Em Nova Délhi, o ministro de Assuntos Exteriores indiano, Pranab Mukherjee, confirmou em entrevista coletiva transmitida ao vivo pelo canal de televisão “NDTV” que o atentado causou a morte de cinco membros da legação diplomática da Índia.

Os falecidos são o adido militar R.D Mehta e o conselheiro de assuntos políticos Venkat Rao, assim como de dois membros da equipe indiana de segurança e um funcionário afegão da embaixada, situada em pleno centro de Cabul.

Mukherjee condenou o “covarde” ataque à legação de seu país e anunciou o imediato envio de uma equipe a Cabul para assumir o controle da situação.

Segundo o Ministério do Interior afegão, a maioria das vítimas são civis afegãos que faziam fila na porta da embaixada para pedir um visto.

O atentado aconteceu às 8h30 da manhã (1h de Brasília), quando o suicida detonou um carro perante a porta principal da embaixada indiana no Afeganistão, disse o porta-voz de Defesa afegão, o general Zahir Azimi.

Uma testemunha citada pela agência afegã PAN assegurou que o suicida jogou seu veículo contra a porta principal do prédio da embaixada.

Um porta-voz do Ministério da Saúde afegão, Abdula Fahim, disse que 90 dos feridos foram internados, enquanto outros 51 receberam alta após serem atendidos.

O embaixador indiano em Cabul, Jayant Parsat, escapou ileso do atentado, que destruiu parte da embaixada e cerca de 12 veículos estacionados nas proximidades, além de ter danificado outros imóveis próximos.

A embaixada indiana fica em pleno centro de Cabul, em uma área movimentada. Muitas pessoas iam para o trabalho no momento em que aconteceu a explosão.

O Ministério do Interior afegão culpou “serviços regionais de inteligência” pelo atentado, em uma aparente alusão ao Paquistão.

Cabul sempre foi alvo de vários ataques e atentados suicidas perpetrados pelos insurgentes talibãs, como o ocorrido no mês passado de março na estrada que leva ao aeroporto da cidade, que causou seis mortos.

Morreram neste ano no Afeganistão mais de 1.800 pessoas vítimas da violência.

 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2992909-EI8143,00.html  acessado em 07 de julho de 2008.

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Além dos Evangelhos, existem outras fontes sobre Jesus Cristo?

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

Os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João não são os únicos escritos antigos que relatam a existência de Jesus e fatos ligados a Ele. Cornélio Tácito (nascido em 52-54 d.C), considerado um historiador romano, governador da Ásia, genro de Júlio Agrícola, que era governador da Grã-Bretanha, escrevendo sobre o reino de Nero, Tácito refere-se à morte de Cristo e a existência de cristãos em Roma:

“Mas, nem todo o conforto que poderia vir dos homens, nem todos os favores que o príncipe poderia conceder, nem todos os sacrifícios que poderiam ser oferecidos aos deuses, valeriam para libertar Nero da infâmia de ser acusado da ordem de conflagração, do incêndio de Roma. Daí, para abafar os boatos, ele falsamente culpou, e castigou com as mais inusitadas torturas, as pessoas comumente chamadas de cristãs, que eram odiadas devido às suas atrocidades. Cristo, o fundador do nome, foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, procurador da Judéia no reino de Tibério. No entanto, a perniciosa superstição, que durante algum tempo foi reprimida, irrompeu novamente, não apenas em toda a Judéia, onde se originou o mal, mas também na cidade de Roma” (Annais XV.44)

Tácito faz outra referência ao cristianismo em um fragmento de seus textos históricos, falando do incêndio no templo de Jerusalém, em 70 d.C., e preservado por Sulpício Severo (Chron.11.30.6)

 

Luciano, o satirista do segundo século falava jocosamente sobre Cristo e os cristãos. Ele os associava à sinagoga da Palestina e se referia a Cristo como: “… o homem que foi crucificado na Palestina porque iniciou aquele novo culto no mundo… além disto, seu primeiro legislador convenceu-os de que eram todos irmãos uns dos outros, depois de terem definitivamente transgredido, negando os deuses gregos e adorando o próprio sofista crucificado, vivendo sob suas leis” (The Passing Peregruis)

 

Flávio Josefo (nascido em 37 d.C.), um historiador judeu que se tornou fariseu aos 19 anos. Em 66 d.C., era o comandante das forças judaicas na Galiléia. Depois de ter sido capturado, aderiu aos centros romanos. Em uma citação ardentemente contestada, ele diz:

“Ora, aproximadamente nessa época havia Jesus, um homem sábio, se for lícito chamá-lo de homem, pois ele fez obras maravilhosas, foi um professor de homens que receberam a verdade com júbilo. Ele atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios. Ele era o Cristo. E, quando Pilatos, pela sugestão dos homens mais importantes dentre nós, o condenara a cruz, os que primeiramente o amaram não o esqueceram, pois o Cristo lhes apareceu com vida novamente, no terceiro dia. Os profetas divinos haviam previsto estas e dez mil outras coisas maravilhosas acerca dele. E o grupo dos cristãos, assim chamados por causa dele, ainda hoje existe.” (Antiquities xviii.33. Início do segundo século)

Sendo honesto, deixo claro que muitos eruditos suspeitam que esta citação foi anexada e que, originalmente, Josefo disse que Jesus era “aquele chamado de Cristo”. Mesmo assim, a historicidade de Jesus e Suas afirmações de ser o Messias são corroboradas.

 

Seutônio (120 d.C.), outro historiador romano, oficial da corte de Adriano, analista da Casa Imperial, afirma: “Como os Judeus estavam constantemente perturbados por causa da instigação de Chrestus (outro modo de escrever Cristo), ele os expulsou de Roma” (Vida de Cláudio 25.4)

Ele também escreve: “Nero infligiu o castigo sobre os cristãos, uma classe de homens adeptos de uma nova e falsa superstição” (Vidas dos Césares, 26.2)

Plínio Segundo, Plínio o Jovem, governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 d.C.), escreveu ao imperador Trajano pedindo conselhos sobre como tratar os cristãos.
Ele explicou que matava homens e mulheres, meninos e meninas. Havia tantas pessoas sendo mortas que ele questionava se deveria continuar assassinando todos os que descobrisse que eram cristãos ou se devia matar apenas alguns homens determinados. Explicou que fizera os cristãos reverenciarem as estátuas de Trajano. Continua dizendo que também os fez “amaldiçoar a Cristo, o que um cristão legítimo não pode ser induzido a fazer”. Na mesma carta, Plínio fala das pessoas que estavam sendo tentadas: “Eles afirmavam, porém, que toda sua culpa, ou seu erro, consistia no hábito de reunir-se em determinado dia antes do amanhecer, quando cantavam em versos alternados um hino a Cristo, como a um deus, e faziam um juramento solene. Não queriam praticar atos malignos, mas nunca trair sua palavra, e não negavam sua crença quando convocados a renunciar” (Epistolas X.96).

 

Tertuliano, Jurista (advogado) e teólogo de Cartago, em uma defesa do cristianismo (197 d.C.) diante de autoridades romanas na África, menciona o diálogo entre Tibério e Pôncio Pilatos:

“Consequentemente Tibério, naqueles dias em que o nome cristão foi introduzido no mundo, ele mesmo tendo sido informado sobre os fatos que haviam demonstrado claramente a verdade da divindade de Cristo, levou a questão diante do senado, com seu próprio parecer favorável a Cristo. O senado, não dando sua aprovação, rejeitou a proposta. César sustentou sua opinião, ameaçando sua ira contra todos os acusadores dos cristãos” (Apologia v.2). Como estou sendo honesto, afirmo que alguns historiadores duvidam da historicidade desta passagem, mas, uma outra referência a ela pode ser encontrada em Justino Mártir (Apology 1.35).

 

No museu britânico há um manuscrito muito interessante que preserva o texto de uma carta pouco depois de 73 d.C., mas não podemos ter certeza da data. Esta carta foi enviada por um sírio de nome Mara Bar – Serapião a seu filho Serapião. Na época, Mara Bar-Serapião estava na prisão, mas ele escreveu para encorajar seu filho na busca de sabedoria, e ressaltou que os que perseguiam os homens sábios eram assolados pela desgraça. Ele exemplifica com as mortes de Sócrates, Pitágoras e Cristo:

“Qual foi a vantagem dos atenienses ao condenar Sócrates à morte? A fome e as pragas ocorreram como sentença por seu crime. Qual foi a vantagem dos homens de Samos ao queimar Pitágoras? Em certo momento, sua terra foi coberta de areia. Qual foi a vantagem dos judeus ao executar seu sábio Rei? Logo depois, seu reino foi desmantelado; Deus vingou justamente aqueles três sábios: os atenienses morreram de fome; os semianos foram esmagados pelo mar; os judeus, arruinados e destituídos de sua terra, vivem em total dispersão. Mas Sócrates não morreu para sempre; ele permanece na estátua de Hera. Nem o sábio Rei morreu para sempre; Ele persiste nos ensinamentos que deixou.” (1/114)

 

Justiniano Mártir, Elgin Moyer, em “Quem foi quem na história da Igreja”; Moody Press, 1968 ) descreve Justino como um “… Filósofo, mártir, apologista, nascido em Flavia Neapolis. Culto, parece ter tido meios suficientes para viver estudando e viajando. Como pesquisador ávido da verdade, examinou sucessivamente o estoicismo, o aristotelismo, o pitagorismo e o platonismo. Para ele, o platonismo era o melhor, e Justino achava que estava prestes a alcançar o objetivo de sua filosofia – a visão de Deus – quando certo dia, durante uma caminhada solitária na praia, o jovem filósofo encontrou um velho e venerável cristãos de aparência cordial e com serena dignidade. Este humilde cristão abalou sua confiança na sabedoria humana e indicou-lhe os profetas hebreus, ‘homens mais antigos do que todos os tão estimados filósofos, cujos escritos e ensinamentos prenunciaram a vinda de Cristo…’ Seguindo o conselho daquele gentil senhor, nosso platonista fervoroso tornou-se um cristãos crente. Ele disse: ‘descobri que somente esta filosofia é segura e proveitosa’. Após sua conversão, que aconteceu na juventude, ele se dedicou inteiramente à defesa e disseminação da religião cristã”

E cerca de 150 d.C., Justino Mártir, dirigindo sua “Defesa do Cristianismo” ao imperador Antonino Pio, referiu-se ao relato de Pilatos, que em sua opinião deveria ser preservado nos arquivos imperiais. No entanto, as palavras “Eles perfuraram minhas mãos e meus pés”, diz ele, “descrevem os cravos que foram fixados em Suas mãos e em Seus pés na cruz; e, depois que Ele foi crucificado, os que O crucificaram, tiraram a sorte por Suas vestes e dividiram-nas entre si; e pode-se comprovar que esses são os fatos com base nos ‘atos’ que foram registrados sob o domínio de Pôncio Pilatos”. Mais adiante, ele afirma: ”Pode-se ter plenas evidências dos milagres que Ele fez lendo os ‘atos’ de Pôncio Pilatos” (Apology 1.48).

 

Os próprios Tamuldes Judaicos o citam, Na parte destes escritos conhecida como Talmudes Babilônicos, há uma referência que diz: “Na véspera da Páscoa, eles penduraram Yeshu. E um proclamador saiu na frente dele, durante quarenta dias, (dizendo): ‘Ele vai ser apedrejado, porque praticou bruxaria e instigou e desviou o caminho de Israel. Todos os que sabem de algo a seu favor, venham e defendam-no’. Mas, não tendo encontrado nada a seu favor, penduraram-no na véspera da Páscoa.”.

O manuscrito de Munique deste baraitha traz: “Yeshu o Nazareno”. “Yeshu”, traduzido do grego para nossa língua, é “Jesus”. Nas palavras de Morris Goldstein: “O cumprimento da sentença de morte na véspera da Páscoa é uma forte evidência do significado de Jesus, o Cristo do cristianismo.”


Sobre esta citação, Josh McDowell comenta: “A palavra ‘penduraram’ também se refere à crucificação. Tanto Lucas 23:39 quanto Gálatas 3:13 a usam dessa maneira. Este baraitha concorda ainda com João 19:14, ao fixar a crucificação ‘na véspera da Páscoa’. Mas, por que as autoridades judaicas estavam ‘pendurando’ Jesus, em vez de apedrejando-o, como prescrevia a lei? A melhor explicação é que a palavra ‘pendurado’ evidencia a historicidade da crucificação de Jesus sob os romanos.


Esta passagem é significativa ao que não nega. Em primeiro lugar, não nega a participação dos judeus na morte de Jesus. De fato, nem mesmo menciona os romanos. Antes procura demonstrar que as autoridades judaicas cumpriram a sentença, mas de uma maneira justa. O resultado é uma clara afirmação da historicidade de Jesus e sua morte. Em segundo lugar, esta passagem não nega que Jesus realizou milagres. Ao contrário, procura explicá-los como tendo sido realizados através da feitiçaria ou mágica. A mesma reação aos milagres de Jesus é registrada em Marcos 3:22 e Mateus 9:12,25. Mais uma vez, há uma afirmação evidente da historicidade de Jesus, e desta vez também de seus milagres.”

 

Por: Cleiton Fiuza

 

Fontes:

“Não tenho fé suficiente para ser um ateu” por Norman L. GeislerFrank Turek.

“Evidências que exigem um veredicto” por Josh McDowell   

“Jesus as a Figure in History: How Modern Historians View the Man from Galilee” por Alan Mark Powell

 

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