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Arquivo da categoria ‘Apologética’

Por que não existem milagres visíveis e evidentes nos dias de hoje?

Publicado por elouniversitario em Novembro 21, 2008

“Por que não existem milagres visíveis hoje em dia que gritem — sem a menor sombra de dúvida — ao mundo: ‘Existe um Deus!’?”

 

sb10063821c-001Muitos de nós queremos razões fortes, e até mesmo mais do que suficientes para acreditar em Deus. Algumas pessoas crêem na existência de Deus por fortes razões factuais e filosóficas (algumas citadas na sessão A Existência do site SuaEscolha.com). Outras crêem em Deus por causa de orações respondidas, direção que Ele tem dado as suas vidas, ou por causa de como Deus transformou suas vidas.

Mas por que Deus apenas não se manifesta de uma maneira vocifera e faz com que as pessoas TENHAM que acreditar que Ele existe? Uma boa resposta é apresentada por Philip Yancey no seu livro, O Jesus que eu nunca conheci (particularmente pp. 74-80).

Yancey aponta que Deus nos deu a liberdade de acreditar nEle ou não. Ele completa, “Minha fé sofre de muita liberdade e tantas tentações para desacreditar. De vez em quando eu quero um Deus que me supra, que supere as minhas dúvidas com certezas, que me dê provas verdadeiras de Sua existência e Sua preocupação para comigo. Eu quero um Deus sem ambigüidades, Aquele a quem eu possa indicar para o bem de meus amigos.” Mas aí Ele diz, “Quanto mais eu conheço Jesus, mais eu fico impressionado com o que [Dostoevsky] chama de o milagre da restrição.”

Jesus poderia ter feito maravilhosas performances, milagres espetaculares que fariam com que as pessoas acreditassem nEle. Ele poderia curar cidades inteiras com uma simples declaração em massa. Ele poderia instantaneamente colocar o estádio do maracanã inteiro no meio do planalto central em Brasília. Ele poderia ter feito uma série de milagres onde as pessoas seriam forçadas a acreditar nEle. Mas Deus sempre sustenta a idéia de livre arbítrio com a qual Ele nos criou.

Yancey afirma, “Mais maravilhoso é sua recusa em fazer performances e impressionar. A terrível insistência de Deus na liberdade humana é tão absoluta que Ele nos concede o poder de viver como se Ele não existisse, cuspir na sua face, crucificá-Lo. Acredito que Deus insiste em tal restrição porque nenhum show pirotécnico de onipotência alcançaria a resposta que Ele deseja. Apesar de que o poder possa forçar a obediência, apenas o amor pode levar a uma resposta de amor, que é a única coisa que Deus quer de nós e a razão pela qual Ele nos criou”.

Se Deus realmente revelasse Seu poder de uma maneira extravagante, Ele poderia nos forçar a acreditar nEle. Ele poderia facilmente nos forçar a obedecê-Lo. Ele poderia ordenar o que quisesse. Mas o que Deus quer é que nós o reconheçamos como nosso Pai, Amigo, Consolador, Conselheiro, Senhor–espontaneamente, não sob pressão.

Ele tem nos dado muito mais que razões amplas para acreditar nEle (leia o artigo Mais Que Uma Fé Cega). Mas Ele não nos força a conhecê-Lo. Mesmo que Jesus diga, “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei…” (Apocalipse 3:20). Ele só entra em nossa vida com a nossa permissão. E se nós sinceramente quisermos descobrir se Ele está lá e como Ele é, Ele permitirá que nós O encontremos e O conheçamos.

Fonte: Site Sua Escolha

 

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Faz alguma diferença se Jesus realmente fez e disse o que está nos Evangelhos?

Publicado por elouniversitario em Setembro 29, 2008

Sim. Para que a fé tenha realmente valor, ela deve ser baseada em fatos, na realidade. Veja o porquê. Se você estiver voando para Londres, você provavelmente terá fé de que o avião está com o tanque cheio, de que é mecanicamente confiável, de que o piloto foi treinado, de que não há terroristas a bordo… A sua fé, no entanto, não é o que vai levar você a Londres. A sua fé é útil na medida em que lhe coloca no avião. Mas o que na verdade leva você para Londres é a integridade do avião, do piloto etc… Você pode confiar na sua experiência positiva de vôos passados. Mas sua experiência positiva não seria suficiente para levar aquele avião para Londres. O que importa é o objeto da sua fé – ele é confiável?

Acreditar em Deus requer algumas razões objetivas, ou então se torna uma fé fraca, meramente esperançosa que poderia mudar tão freqüentemente quanto muda as experiências de uma pessoa. Se a vida estiver indo bem para uma pessoa na França, então ela conclui que Deus está lá e que Ele é muito bom. Mas e para a pessoa na Índia, cujo estilo de vida não é tão confortável? Deus está realmente lá? Seria Deus disponível e útil para essa pessoa? Como você sabe? Veja: fé não é a questão principal, mas o que a sustenta.

Assim, esta questão é importante: o Novo Testamento é uma apresentação de Jesus correta, confiável? Sim. Podemos confiar no Novo Testamento porque há inúmeros fatos que confirmam isso. Esse artigo tocou nos seguintes pontos: concordância histórica; concordância arqueológica; as biografias dos quatro evangelhos estão em concordância; as profecias cumpridas mostram a intervenção divina; há continuidade com os autores do Velho Testamento da Bíblia; a preservação das cópias dos documentos é impressionante; a fidelidade das traduções é muito alta e elas apresentam uma visão consistente de Deus por mais de 1600 anos. Tudo isso dá um fundamento sólido para acreditar no que lemos no Novo Testamento: que Jesus é Deus, o Filho, que veio para nos dar vida.

Por favor, mande um e-mail para nós se você tiver outras perguntas.

Fonte: Site Sua Escolha

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Carta aberta – Por que escolher Jesus Cristo e o cristianismo em meio a tantas opções religiosas?

Publicado por elouniversitario em Julho 31, 2008

Prezado “Amigo”,

 

Gosto muito de conversar sobre estes assuntos profundos e vi que você está aberto ao debate. E suas perguntas são realmente autênticas. Mas, preciso saber se você está procurando resposta para elas ou se já as encontrou. Caso esteja procurando, podemos aprofundar o assunto.

 

Primeiro, as igrejas são formadas e dirigidas por SERES HUMANOS falhos e toda a história nos mostra como nossa raça usou a religião para justificar seus ideais de grandeza. Toda a história da autoridade papal, venda de indulgências, venda de artigos sagrados, as cruzadas, os iluminados, a guerra santa, o monopólio mulçumano, terrorismo, nazismo, enriquecimento a custa da fé dos menos esclarecidos, venda de óleo para unção e sal purificado vindos da terra santa, entre MUITAS outras coisas mostram o quanto o ser humano falhou e tem falhado.

 

Mas, será que isto implica na inexistência de um Deus? Será que isto implica na falibilidade do que está registrado na Bíblia, ou no Tora ou no Alcorão? Será que isto implica na inexistência de Maomé, de Buda ou de Jesus Cristo? Estas são as perguntas certas. E, se uma destas religiões estiver realmente correta? E se uma delas contiver a verdade (ainda que não absoluta). E se pudermos realmente alcançar o NIRVANA através de sucessivas reencarnações (como sugeriu Buda)? E se herdarmos o paraíso ao morremos por Ala e por sua causa (Como sugeriu Maomé)? E se encontrarmos a vida eterna e um relacionamento pessoal com Deus através de Jesus Cristo (como o próprio sugeriu)?  E se existir verdade em alguma destas crenças?

 

Pessoas nascem e morrem diariamente, alguns vivem 100 anos e outros não chegam nem aos 100 segundos. Alguns passam fome e outros têm tanto para esbanjar. Mas, será que isto é falha de Deus ou dos administradores deste mundo (nós mesmos). Quem está sendo egoísta, injusto, egocêntrico, ambicioso, ganancioso, cruel, incapaz de amar os seres humanos? Deus? Ou nós mesmos? Você já pensou que o mundo produz comida mais do que suficiente para que todos se alimentem? Então por que tantos ainda morrem de fome? Culpa de Deus? Por que tantos são assassinados todos os dias? Culpa do Deus que criou as armas? Por que tantas pessoas contraem a AIDS? Por que Deus deseja que eles se relacionem sexualmente com todos e todas e de todas as formas? Por que tantas pessoas dependem de drogas e são capazes de matar os próprios pais para consegui-la? Deus? Não, nós somos culpados de tudo isto e estamos vivendo a conseqüência do sistema que nós mesmos criamos…

 

Eu não consigo viver em paz com minha consciência porque creio que as coisas podem ser diferentes. Entre todas as opções eu creio que Deus viu a nossa condição falível de seres humanos e sabia que sozinhos não conseguiríamos mudar (6.000 anos de história registrada nos provam isto). Creio que Ele nos amou de tal maneira que se fez igual a um de nós (sim, creio nisto) e viveu o que nós vivemos. Creio nos milagres que Ele fez enquanto esteve aqui e nos que continua fazendo até hoje na vida daqueles que crêem. Ele foi julgado pelos judeus por afirmar ser o Messias (que eles esperavam ser um Rei). Creio que Ele cumpriu mais 25 profecias (escritas mais de 400 anos antes de ele nascer, por mais de 10 profetas diferentes) só nas últimas 24 horas de sua vida. Foi crucificado, sepultado e ressuscitou 3 dias depois, sendo visto por mais de 500 pessoas… (se quiser saber mais sobre isto, leia um artigo intitulado “mais que uma fé cega” no site www.suaescolha.com). Acredito que Ele apareceu a Paulo de Tarso, depois de sua morte e mudou a vida deste homem a ponto dele ter se tornado o precursor da igreja cristã entre os não judeus. Senão, o que justificaria o crescimento da igreja? Se ele não ressuscitou, onde foi parar o corpo dele? O império romano procurou por muitos anos o corpo de Jesus para por um fim a lenda da ressurreição e nunca o encontrou. E, se foi uma mentira dos discípulos, por que motivo eles morreriam, após tortura, afirmando que Jesus ressuscitou? Como explicar a conversão de Paulo e tudo o que isto acarretou para a vida dele, inclusive sua morte?

 

Então, crendo que Jesus é Deus e crendo que o que Ele disse é verdade… como poderia fazer qualquer outra coisas antes que todas as outras pessoas pelo menos ouvissem sobre isto (não de forma imposta, mas de forma clara, pois a decisão de crer ou não é pessoal)? Não me refiro a igreja nem a religião, mas a um relacionamento pessoal com Deus… É muito mais que dinheiro, é a vida! A igreja, cada um pode escolher a sua, elas são falhas e continuarão sendo enquanto forem idealizadas e formadas por seres humanos, mas são necessárias ao nosso crescimento em grupo, enquanto seres humanos e enquanto cristãos. Porque nós precisamos de Deus, mas nós também precisamos de pessoas.

 

Bom, estou aberto para falar mais sobre esse assunto e, também, gostaria de ouvir sua opinião sobre ele.

 

Cordialmente,

 

Cleiton Fiuza

 

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Evolução – será que ela realmente é comprovada e aceita por todos?

Publicado por elouniversitario em Julho 29, 2008

Há a teoria de que todas as coisas vivas surgiram através de um processo evolutivo, mecânico e natural, a partir de uma única fonte, que surgiu através de um processo semelhante a partir de um mundo morto, inorgânico. Essa hipótese evolucionária generalizada geralmente é apresentada como um fato científico estabelecido nos livros de ciência. Todas as evidências que podem ser apresentadas em favor dessa teoria são extensamente discutidas nos nossos livros, e geralmente se declara que todos os biólogos competentes aceitam a teoria da evolução.

Embora seja verdade que muitos biólogos aceitam a evolução como um fato, há uma significativa minoria de competentes biólogos que não aceitam essa teoria como a melhor interpretação dos dados conhecidos. Um deles que poderia ser citado como exemplo é o Dr. W.R.Thompson (veja Homens da Ciência Americanos ou Homens da Ciência Canadenses), cujas credenciais de biólogos competentes não precisam ser defendidas. Suas objeções à teoria evolucionista podem ser encontradas em sua introdução de uma edição de 1956 da 0rigem das Espécies” de Charles Darwin, intitulada “A Critique of Evolution” (Uma Crítica à Evolução). (1) Em 1963 um grupo de cientistas criaram a Sociedade de Pesquisas sobre a Criação. (2) Essa organização relativamente nova inclui atualmente mais de 2.000 membros, todos com doutorado ou formação universitária em algum campo da ciência. Nenhum deles aceita a teoria da evolução.

Temos na realidade um considerável conjunto de evidências lógicas e científicas que contradizem a teoria da evolução, algumas das quais parecem ser absolutamente incompatíveis com a teoria. A importância da natureza dessas evidências nunca é enfatizada nos livros escolares usados no sistema de nossas escolas públicas e faculdades. Na verdade, essas evidências são raramente mencionadas, se de todo são. Em resultado disso, os estudantes de biologia ficam expostos a todas as evidências que podem ser apresentadas em favor da teoria, mas não são advertidos de sua fragilidade, nem das evidências que realmente contradizem essa teoria. Portanto, devemos reconhecer que tal processo educacional resulta em uma doutrinação num determinado ponto de vista ou filosofia com base no conceito de que a origem do universo, a origem e a diversidade da vida, diante de toda a realidade, deve ser explicada apenas com base nas leis da química e da física. A possibilidade de um Criador ou a existência de um Ser Sobrenatural fica excluída. Estamos convencidos de que o motivo por que a teoria da evolução está sendo tão amplamente aceita hoje é porque os nossos cientistas e professores de biologia são produtos de um sistema educacional dominado por essa filosofia naturalista, mecânica e humanista.

A teoria da evolução transgride duas leis fundamentais da natureza: a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. A Primeira Lei declara que não importa que mudanças se efetuem, nucleares, químicas ou físicas, a soma total da energia e da matéria (realmente equivalentes) permanece constante. Nada atualmente está sendo criado ou destruído, embora transformações de qualquer espécie possam acontecer. A Segunda Lei declara que cada alteração que acontece tende natural e espontaneamente a sair de um estado ordenado para um estado desordenado, do complexo para o simples, de um estado de energia alta para um estado de energia baixa. A quantidade total de casualidade ou desordem no universo (a entropia é uma medida dessa casualidade) está constante e inevitavelmente aumentando. Qualquer aumento na ordem e complexidade que possa ocorrer, portanto, só poderia ser local e temporária; mas a evolução exige um aumento geral na ordem que se estenda através dos períodos geológicos. Os aminoácidos não se combinam espontaneamente para formar proteínas, mas as proteínas se quebram espontaneamente em aminoácidos, e os aminoácidos lentamente se desfazem em compostos químicos mais simples. Com cuidadoso controle de reagentes, uso de energia e remoção de produtos da fonte de energia (conforme se faz nas atuais experiências da “origem da vida”), o homem pode sintetizar aminoácidos a partir de gases, e proteínas a partir de aminoácidos. Mas, sob quaisquer combinações das condições realistas primordiais da terra, esses processos jamais poderiam ter acontecido. Esse fato ficou adequadamente demonstrado por Hull que concluiu: “0 químico físico, orientado pelos princípios comprovados da termodinâmica. química e cinética, não pode oferecer nenhum incentivo ao bioquímico que necessita de um oceano cheio de compostos orgânicos para formar até mesmo coacervatos sem vida”. Hull estava aqui se referindo às especulações sobre a origem da vida.

Considerando que o universo, como um relógio, está se deteriorando, é óbvio que ele não existiu eternamente. Mas de acordo com a Primeira Lei, a soma total da energia e matéria prima é sempre uma constante. Como podemos, então, numa pura e simples base natural, explicar a origem da matéria e da energia das quais este universo é composto. A continuidade evolucionária, do cosmos ao homem, é criativa e progressiva, enquanto que a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica declaram que os processos naturais conhecidos são quantitativamente conservativos e qualitativamente degenerativos. Em qualquer caso, sem exceção, quando essas leis foram sujeitas a testes foram comprovadas válidas. Os exponentes da teoria evolucionista ignoram assim o observável a fim de aceitar o inobservável (a origem evolucionista da vida e das principais espécies das coisas vivas).

0 processo evolucionário aconteceu supostamente através das alterações mutacionais ocasionais. Esse conceito básico da moderna teoria da evolução está sob ataques até mesmo por alguns evolucionistas. Salisbury4 recentemente questionou esse conceito e foi atacado por diversos matemáticos. Um simpósio foi realizado no Instituto Wistar em 1966, no qual esses matemáticos e biólogos evolucionistas apresentaram pontos de vista contrários. 5 Um dos matemáticos, o Dr. Murray Eden, declarou que “Alegamos que se o ‘acaso’ receber uma interpretação séria e crucial de um ponto de vista das probabilidades, o postulado do acaso é altamente implausível e que uma teoria científica adequada da evolução deve aguardar a descoberta de novas leis naturais: físicas, físico-químicas e biológicas” (o grifo é nosso).’ A alegação de Salisbury e desses matemáticos é que o aumento na complexidade e o progresso que supostamente tem acompanhado a evolução através das mudanças ao acaso exigiriam um período de tempo bilhões de vezes maior do que três bilhões de anos.

As mudanças ao acaso e a seleção natural têm sido supostamente as responsáveis pela evolução, um processo criativo e progressivo segundo se alega. Contudo, a seleção natural não é criativa uma vez que não pode criar nada novo. E uma força conservadora que elimina os menos aptos. As alterações mutacionais ao acaso em um sistema ordenado é um processo desorganizador ou fortuito e, portanto, degenerativo, não progressivo. Essa constatação está lentamente se espalhando entre os evolucionistas da atualidade.

Se a evolução realmente aconteceu ou não, só poderia ser constatado através de um exame do registro histórico, isto é, o registro fóssil. Que tipo de evidência daria apoio ao conceito evolucionista? Thompson declarou: “Portanto se encontramos nas camadas geológicas uma série de fósseis apresentando uma transição gradual das formas simples para as complexas, e pudermos ter certeza de que correspondem a uma verdadeira seqüência de tempo, então deveríamos nos inclinar a achar que a evolução darwiniana aconteceu, ainda que o seu mecanismo continue desconhecido.” Se os invertebrados deram origem aos vertebrados, os peixes aos anfíbios, os anfíbios aos répteis, os répteis às aves e aos mamíferos – cada transformação exigindo milhões de anos e envolvendo inúmeras formas transicionais – então o registro fóssil deveria certamente apresentar um bom número representativo desses tipos transicionais. Thompson prossegue dizendo: “Isso certamente é o que Darwin teria desejado de transmitir, mas naturalmente não foi capaz. 0 que os dados disponíveis indicavam era uma notável ausência dessas muitas formas intermediárias necessárias para a teoria; a ausência de tipos primitivos que deveriam existir nas camadas consideradas mais antigas e o súbito aparecimento dos grupos taxonômicos principais.” Mais adiante ele declara: ” … e eu diria que a posição não é notavelmente diferente hoje em dia. Os modernos paleontólogos darwinianos são obrigados a exatamente como o seus predecessores e o próprio Darwin, diluir os fatos com hipóteses subsidiárias que sejam plausíveis dentro da natureza das coisas não verificáveis.”

Na camada geológica cambriana aparece uma grande e súbita explosão de fósseis de animais de um nível altamente desenvolvido em complexidade. Nas rochas cambrianas se encontram filões de fósseis de animais tão complexos que os evolucionistas calculam que seriam necessários um bilhão e meio de anos para a sua evolução. Trilobitas, braquiópodes, esponjas, corais, águasvivas, todas as formas de vida dos principais invertebrados se encontram na camada cambriana. 0 que se encontra nas rochas supostamente mais antigas do que as cambrianas, que são as chamadas rochas pré-cambrianas? Certamente podemos dizer sem medo de nos contradizer que os predecessores evolucionários da fauna cambriana nunca foram encontrados.

Axelford, um geólogo e evolucionista, escreveu:

“um dos principais problemas não solucionados da geologia e da evolução é o aparecimento de invertebrados marinhos multicelulares diversificados nas rochas cambrianas inferiores e a sua ausência nas rochas mais antigas. Esses primeiros fósseis cambrianos incluíam poríferos celenterados, braquiópodes, moluscos, equinóides e artrópodes. Seu alto grau de organização claramente indica que um longo período de evolução, precedeu o seu aparecimento no registro. Contudo, quando nos voltamos para examinar as rochas pré-cambrianas em busca dos antepassados desses fósseis cambrianos, não os encontramos em parte alguma. Atualmente sabemos que muitas seções espessas (de mais de 5.000 pés) de rochas sedimentares jazem em sucessão ininterrupta abaixo das camadas que contém os fósseis cambrianos mais antigos. Esses sedimentos aparentemente eram adequados para a preservação de fósseis porque geralmente são idênticos às rochas superiores que são fossilíferas, mas não encontramos fósseis nelas (O grifo é nosso) (7) 
  
George Gaylord Simpson, famoso paleontólogo e evolucionista, chamou a ausência dos fósseis precambrianos de “o maior mistério da história da vida”. Essa grande explosão de seres vivos altamente desenvolvidos e complexos é altamente contraditória à teoria evolucionista, mas é exatamente o que poderia ser predito com base na criação especial (divina). 
  
O registro fóssil deveria produzir milhares de formas transicionais. Mas nós encontramos uma ausência regular e sistemática de formas transicionais entre as categorias mais elevadas. Os tipos de invertebrados principais encontrados na camada cambriana são exatamente tão diferentes quando apareceram pela primeira vez, quanto são hoje, de modo que o registro fóssil não dá indicação de que qualquer um desses tipos principais derivou de antepassados comuns. 
  
Supostamente os vertebrados evoluíram de um invertebrado. Essa é urna pressuposição que não pode ser documentada através do registro fóssil. Há um enorme abismo entre os invertebrados e os vertebrados sem uma ponte de formas transicionais. 0 primeiro vertebrado, um peixe da classe Agnatha, é 100% vertebrado. Sobre a sua possível origem evolucionária, disse Ommanney: “Como essa mais antiga família de cordatas evoluiu, que estágios de desenvolvimento atravessou até que finalmente deu origem a criaturas verdadeiramente parecidas com peixes, não sabemos. Entre o cambriano, quando provavelmente se originou e o ordoviciano, quando os primeiros fósseis de animais com características verdadeiramente parecidas com os peixes apareceram, há uma brecha de talvez 100 milhões de anos que provavelmente nunca seremos capazes de preencher.” Cem milhões de anos e nenhuma forma transicional! Incrível!

Supostamente os peixes deram origem aos anfíbios através de um período de milhões de anos durante os quais as nadadeiras do hipotético antepassado dos peixes gradualmente se alteraram transformando-se em pés e pernas dos anfíbios. Mas nem um simples fóssil jamais foi encontrado apresentando um membro em parte nadadeira e em parte pé! Os anfíbios vivos incluem três tipos: as salamandras e os tritões, geralmente com pernas que se arrastam desajeitadamente e caudas; as rãs e os sapos, entre os mais altamente desenvolvidos vertebrados de toda a terra, sem caudas e pernas posteriores muito longas; os ápodes, uma criatura semelhante a um verme sem traço de membros. Nenhuma forma transicional pode ser encontrada entre esses diversos anfíbios vivos, ou entre eles e os anfíbios fósseis. (10)

Dizem que as aves evoluíram dos répteis. Mas ninguém ainda encontrou um simples fóssil apresentando uma asa parcial e um membro dianteiro parcial, ou penas em formação. 0 Archaeopteryx, “a ave mais antiga conhecida”, tinha dentes, mas outras aves encontradas nos registros fósseis também tinham e eram sem dúvida 100% aves. 0 Archaeopteryx tinha um prolongamento parecido com uma garra na borda dianteira de suas asas. Contudo, esse mesmo prolongamento se encontra em uma ave viva na América do Sul, o Hoactzin , que é 100% ave. 0 Archaeopteryx tinha vértebras ao longo da cauda, mas não era uma forma transicional entre os répteis e as aves como o morcego não e um elo entre as aves e os mamíferos. 0 Archaeopteryx tinha asas totalmente desenvolvidas e tinha penas. Voava. Era definitivamente uma ave, como todos os paleontólogos concordam. Lecornte du Nouy, um evolucionista, disse: “Apesar do fato de estar inegavelmente relacionado com as duas classes de répteis e aves (uma relação que a anatomia e a fisiologia dos espécimes da atualidade demonstram), não estamos nem mesmo autorizados a considerar o caso excepcional do Archaeopteryx como um verdadeiro elo. Por elo queremos dizer um estágio necessário de transição entre classes, tais como os répteis e aves, ou entre os grupos menores. Um animal que apresente características pertencentes a dois diferentes grupos não pode ser tratado como um verdadeiro elo uma vez que os estágios intermediários não foram encontrados, e considerando que os mecanismos da transição continuam desconhecidos.” (11)

Marsall declarou:

“A origem das aves é principalmente uma questão de dedução. Não existem fósseis dos estágios através dos quais a notável mudança de réptil para ave aconteceu.” (12)

Para se dizer a verdade, a capacidade de voar supostamente evoluiu em quatro estágios independentes: nas aves, nos répteis voadores (pterosauros) já extintos, nos insetos, e nos mamíferos (o morcego). Em nenhum desses casos existem formas fósseis transicionais apresentando a capacidade de voar evoluindo. 0 Dr. E. C. Olson, um geólogo evolucionista, disse “No que se refere à capacidade de voar existem algumas brechas muito grandes nos registros.” (11) Quanto aos insetos 0lson diz: “Não existe quase nada que nos dê alguma informação sobre a história da origem do vôo dos insetos.” (11) Referindo-se aos pterosauros Olson declara: “… não existe absolutamente nenhum sinal de estágios intermediários.” (11) Depois de se referir ao Archaeopteryx chamando-o de parecido com um réptil, Olson diz: “É uma ave.” Finalmente, com referência aos mamíferos Olson declara: “A primeira evidência do vôo dos mamíferos encontrase nos morcegos plenamente desenvolvidos da época eocênica.” (11)

Temos, assim, uma situação muito interessante. Quatro vezes aconteceu uma transformação maravilhosa: animais terrestres evoluíram com o poder de voar. Cada uma dessas transformações exigiu milhões de anos e envolveu milhares de formas transicionais. Mas nenhuma dessas formas transicionais pode ser encontrada no registro fóssil! Será que o motivo dessas formas transicionais não serem encontradas não seja simplesmente porque elas nunca existiram? Tais evidências podem ser muito mais facilmente relacionadas entre si dentro de uma estrutura criacionista do que dentro de uma estrutura evolucionista.

Os exemplos dados acima não são exceções, mas corno já dissemos antes o registro fóssil apresenta uma ausência sistemática de tipos transicionais entre as categorias elevadas. Até mesmo com referência à famosa “série” de cavalos, du Nouy declara:

“Mas cada um desses tipos intermediários parece ter aparecido ’subitamente’, e ainda assim não seria possível por causa da ausência de fósseis, reconstruir a passagem entre esses tipos intermediários… A continuidade que supomos talvez nunca seja estabelecida através da fatos.” (14) Cremos que o súbito aparecimento no registro fóssil das formas de vida altamente desenvolvidas em grande quantidades e o súbito aparecimento e cada grupo taxonômico principal indica que não houve realmente passagem nenhuma das formas inferiores para as formas superiores, mas que cada grupo taxonômico principal foi especialmente criado e assim corresponde às “espécies” descritas no livro de Gênesis.

O professor G.A.Kerkut, um evolucionista, declarou em seu importante livro Implications of Evolution ( Implicações da Evolução):

“há a teoria de que todas as formas vivas no mundo vieram de uma única fonte que também veio de uma forma inorgânica, teoria que pode ser chamada de ‘Teoria Geral da Evolução’, e as evidências que a sustentam não são suficientemente fortes para nos permitir considerá-la algo mais do que uma hipótese que funciona (o grifo é nosso) (15)

Nós cremos que a criação especial realmente oferece uma melhor explicação científica. Restringir os ensinamentos referentes às origens a uma simples teoria, a da evolução orgânica, e ensiná-la como fato científico estabelecido, constitui doutrinação de uma filosofia religiosa humanista. Tal procedimento transgride a proibição constitucional do ensino de pontos de vista religiosos sectários tão claramente como se o ensino referente às origens se restringisse apenas ao Livro de Gênesis. Como espírito de honestidade e liberdade acadêmica rogamos que haja uma apresentação equilibrada de todas as evidências.

Por: Duane T.Gish, Ph.D. – diretor adjunto do Instituto para Pesquisas sobre a Criação, em San Diego. 

REFERÊNCIAS:

1. W.R.Thompson; Critique of Evolution, an introduction to Origin of Species. Charles Darwin; E.P.Dutton and Co., New York,1956.
2. 2717 Cranbrook Road, Ann Arbor, Michigan 48104.
3. D.E.Hull; Nature, 186 693 (1960).
4. F.B.Salisbury, The American Biology Teacher, 33,335 (1971).
5. P.S.Moorehead an M.M.Kaplan, eds.; Mathematical Challenges to the NeoDarwinian Interpretation of Evolution; Wistar Institute   Press, Philadelphia, Penn. 1967
6. M.Eden; Ref 5,P. 109
7. D.I.Axelrod; Science, 128, 7 (1958).
8. G.G.Simpson; The Meaning of Evolution; Yale University Press, New Haven, 1953, p.18
9. F.D.Ommanney, The Fishes; Life Nature Library, 1964; p.60.
10. A.S. Romer; Vertebrate Paleontology, 3rd Ed.; University of Chicago Press, Chicago 1966; p. 98.
11. L. du Nouy; Human Destiny; The New American Library of World Literature, Inc.; New York, 194, p.58.
12. A.J.Marshall. Ed.; Biology and Comparative Physiology of Birds; Academic Press, New York, 1960 p.1.
13. E.C. Olson; The Evolution of Life; The New American Library, New York, 1966; p.180.
14. L.du Nouy; Ref. 11, p.74.
15. G.A. Xerkut; Implications of Evolution; Pergamon Press, New York, 1960, p.157.

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O que os Tamuldes Judaicos (escritos rabinos) falam a respeito da existência de Jesus?

Publicado por elouniversitario em Julho 27, 2008

Algumas pessoas se perguntam: “Se Jesus realmente existiu, os Talmudes Judaicos não deveriam ser a principal fonte histórica sobre Ele? Então, porque esses escritos omitem a sua vida e passagem em Jerusalém”. Na verdade, eles não omitem totalmente, Yeshu é citado em alguns deles, ainda que de forma bem sucinta.  O que é um fato compreensível, uma vez que os responsáveis pelo registro dos acontecimentos não criam ser Ele do seu Messias prometido e o trataram como um simples infrator da Lei.

 

Na parte destes escritos conhecida como Talmudes Babilônicos, há uma referência que diz: “Na véspera da Páscoa, eles penduraram Yeshu. E um proclamador saiu na frente dele, durante quarenta dias, (dizendo): ‘Ele vai ser apedrejado, porque praticou bruxaria e instigou e desviou o caminho de Israel. Todos os que sabem de algo a seu favor, venham e defendam-no’. Mas, não tendo encontrado nada a seu favor, penduraram-no na véspera da Páscoa.”.

 

O manuscrito de Munique deste baraitha traz: “Yeshu o Nazareno”. “Yeshu”, traduzido do grego para nossa língua, é “Jesus”. Nas palavras de Morris Goldstein: “O cumprimento da sentença de morte na véspera da Páscoa é uma forte evidência do significado de Jesus, o Cristo do cristianismo.”

 

Sobre esta citação, Josh McDowell comenta: “A palavra ‘penduraram’ também se refere à crucificação. Tanto Lucas 23:39 quanto Gálatas 3:13 a usam dessa maneira. Este baraitha concorda ainda com João 19:14, ao fixar a crucificação ‘na véspera da Páscoa’. Mas, por que as autoridades judaicas estavam ‘pendurando’ Jesus, em vez de apedrejando-o, como prescrevia a lei? A melhor explicação é que a palavra ‘pendurado’ evidencia a historicidade da crucificação de Jesus sob os romanos.

 

Esta passagem é significativa ao que não nega. Em primeiro lugar, não nega a participação dos judeus na morte de Jesus. De fato, nem mesmo menciona os romanos. Antes procura demonstrar que as autoridades judaicas cumpriram a sentença, mas de uma maneira justa. O resultado é uma clara afirmação da historicidade de Jesus e sua morte. Em segundo lugar, esta passagem não nega que Jesus realizou milagres. Ao contrário, procura explicá-los como tendo sido realizados através da feitiçaria ou mágica. A mesma reação aos milagres de Jesus é registrada em Marcos 3:22 e Mateus 9:12,25. Mais uma vez, há uma afirmação evidente da historicidade de Jesus, e desta vez também de seus milagres.”

 

Por: Cleiton Fiuza

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Como posso crer na existência de Jesus, dois mil anos após sua vida física?

Publicado por elouniversitario em Julho 27, 2008

Como você se sentiria se ouvisse alguém dizendo:

 

“Olha, toda esta história sobre Hitler é um grande mentira e exagero. Ele mandou matar apenas umas 100 pessoas e apenas assassinos e ladrões foram executados, nunca invadiu um país, ele só entrava com suas tropas quando era convidado a fazer isto. Esta história de ter roubado dinheiro dos judeus e depois mandar exterminá-los nunca existiu, o holocausto foi inventado por eles para que o mundo se compadecesse e os ajudasse. E deu certo, hoje os judeus são prósperos. Hitler foi apenas um homem com uma grande visão de unificação mundial e os judeus se voltaram contra ele porque nunca acreditaram que isto fosse possível. Isto fez com que o mundo o odiasse e se voltasse contra ele. O caso Hitler foi apenas um exemplo de injustiça humana, um homem bom, com uma grande visão, destruído pela soberba de um povo. Hitler cometeu suicídio por decepcionar-se com as pessoas.”?

 

Não sei como você se sentiria, mas tenho certeza que pensaria que esta pessoa era louca ou tinha alguns problemas. Mas como provar que o que ela estava dizendo era uma grande mentira se estes fatos aconteceram há mais de 60 anos? Quais seriam as testemunhas se a grande maioria das pessoas que viveram naquela época já não está entre nós? Você pode então dizer: Os livros de história contam isto, existem fatos e fotos, existem pessoas que viveram o terror da segunda guerra, do holocausto e sobrevieram para contar o que aconteceu, você pode visitar os países invadidos e encontrar evidências até hoje. Não seria difícil provar.

 

Mas, e se 500 anos já tivessem se passado, o que você diria a esta pessoa? Onde estariam as testemunhas? Onde estariam as fotos e os fatos? Como ter certeza que a história se manteve integra? Graças a Deus pessoas que sobreviveram ao holocausto escreveram livros contando o que passaram, testemunhas reais e não apenas historiadores, senão seria muito fácil acreditarmos na 2ª versão, por ser mais bonita e comovente, sem buscarmos descobrir a verdade sobre o que realmente aconteceu.

 

Os fatos que cercam a vida física de Jesus aconteceram há mais de 2000 anos. As testemunhas oculares e os amigos mais próximos dele já morreram ou foram assassinadas há muito tempo. Como poderemos saber a verdade? Onde estão as fotos e as provas de seus milagres?

 

Graças a Deus estas testemunhas não só falaram sobre o que viram, mas escreveram para que os que viessem soubessem a verdadeira história. Os livros escritos por Mateus, Marcos e João nos dão uma visão dos fatos a partir de pessoas que conviveram com ele diariamente, pessoas que o ouviram, que viram os milagres, que tiveram experiências pessoais com ele, que testemunharam a perseguição que ele sofreu, viram a sua crucificação e que o viram após sua ressurreição! As cópias dos escritos originais, existentes até hoje, datam de aproximadamente 70 anos depois de que os fatos aconteceram. Seria muito improvável que tantas modificações ocorressem nesse período porque, naquela época, muitos dos que foram testemunhas oculares ainda viviam.

 

Já o livro escrito por Lucas nos dá uma visão histórica dos fatos, ele não conheceu Jesus pessoalmente, nem o acompanhou por três anos, mas ouviu a história de sua vida e ficou impressionado, resolvendo pesquisá-la mais a fundo em busca da verdade. Ele viajou, perguntou, ouviu, investigou, buscou provas como um historiador faria em nossos dias atuais e o resultado de suas pesquisas está no livro que ele escreveu e que ganhou o seu nome: o Evangelho segundo Lucas. Convertendo-se ao cristianismo, juntou-se aos primeiros discípulos e foi o responsável pelo relato sobre o surgimento da igreja cristã (o livro dos Atos dos apóstolos), onde escreve sobre Paulo e sua conversão, suas viagens, suas mensagens e seu testemunho em todas as partes onde andou (este sim conviveu com ele). Este livro também cita como alguns dos primeiros discípulos foram perseguidos e assassinados por crerem e afirmarem que Jesus havia ressuscitado.

 

Evidências dos manuscritos do Novo Testamento:

 

A.T. Robertson – autor da gramática do grego do Novo Testamento mais abrangente, escreveu: Há uns 8.000 manuscritos do latim vulgar e pelo menos 1.000 de outras versões antigas. Acrescente mais de 4.000 manuscritos gregos e nós temos 13.000 cópias de manuscritos de porções do Novo Testamento. Além de tudo isso, muito do Novo Testamento pode ser reproduzido de citação de escritores cristãos primitivos.

 

Bruce Metzger – “De aproximadamente 5.000 manuscritos em grego… eles contêm tudo ou parte do Novo Testamento.”

 

John Warwick Montgomery – diz que “ser cético do texto resultante dos livros do Novo Testamento é deixar toda a antiguidade clássica cair na obscuridade, porque nenhum documento do período antigo é tão bem atestado bibliograficamente quanto é o Novo Testamento”

 

Sir Frederic G. Kenyon (Diretor antigo e principal bibliotecário do museu Britânico) - em seu livro ‘A Bílbia e a Arqueologia’, relata: “…O intervalo, então, entre as datas da composição original e da evidência mais antiga existente se torna tão pequeno que chega a ser desprezível, e a última base para qualquer dúvida de que as escrituras vieram até nós substancialmente como foram escritas foi agora removida. Tanto a autenticidade e a integridade geral dos livros do novo Testamento podem ser consideradas finalmente estabelecidas.”

 

 

Por: Cleiton Fiuza

 

 

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É possível o Cristianismo ser “verdade para você, mas não para mim”?

Publicado por elouniversitario em Julho 22, 2008

Um dia, não há muito tempo, eu estava conversando com um estudante no campus sobre Cristianismo. Ele era esperto, inteligente e eu poderia dizer que ele era perito em ciência e filosofia.

 

“Cristianismo é bom para VOCÊ”, ele disse, “mas não é certo pra mim. Eu acho que você deve acreditar em qualquer coisa que te faça feliz e te dê paz”.

 

“Bem, você pode estar certo sobre isto”, eu disse. “Eu não estou aqui para colocar minhas opiniões na sua cabeça. Deixe-me mostrar-lhe algumas idéias e veja o que você pensa a respeito delas. Há dois tipos de verdade”, eu disse. “Há opinião, ou preferência, tipo ‘ eu gosto de sorvete de chocolate.’ Algumas pessoas gostam de chocolate. Algumas gostam de baunilha. Algumas são melhores em contabilidade, outras em espanhol.

 

“No entanto, existe outro tipo de verdade, a verdade científica. Por exemplo, a gravidade existe quer você acredite nisto ou não. Antes da gravidade ser descoberta, maçãs já caíam no solo, certo”?

 

“Certo,” ele concordou.

 

“Agora a maioria das pessoas acham que religião é a mesma coisa que opinião”, eu continuei, “como um sabor de sorvete favorito. Mas a Bíblia indica que a verdade espiritual é como a LEI DA GRAVIDADE. É verdade quer você acredite ou não”.

 

“Agora, a questão de a Bíblia ser verdade ou não, é outro problema”, eu disse. “Mas a idéia é esta: a Bíblia diz que nossos pecados nos separaram de Deus, e o único caminho para resolver este problema é através de Jesus Cristo.

 

“Você pode acreditar em qualquer coisa que queira”, eu disse. “Eu não estou aqui para forçar você a acreditar em mim… Mas se você estiver certo e eu errado, eu não estou perdendo nada. Quando eu morrer, eu simplesmente voltarei ao pó. Se eu estiver certo e você errado, você desperdiçaria a eternidade separado de Deus. Não vale a pena pelo menos parar para pensar nisso?

 

Eu disse isso e o fiz pensar.

 

A maioria das pessoas acha que a idéia do Cristianismo ser o único caminho para o céu é repugnante.  E eu não as culpo. Soa arrogante. E pra falar a verdade, alguns cristãos são arrogantes mesmo. Mas eu acho, que na maioria das vezes, o que essas pessoas “desligadas” acham é um simples mal entendido. Quando Jesus disse, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, Ele não estava se gabando e dizendo, “Eu sou o melhor. E Eu só levarei para o céu quem seguir minha vontade”.

 

Ao contrário, como estava dizendo, “há só um caminho para atravessar o Grande Quênia. Você não pode atravessar pulando, andando ou dirigindo. Você tem que pegar um helicóptero”. A natureza do problema significa que há uma única solução.

 

Nossos pecados tornaram impossível o alcance a Deus. Se nós estamos tentando ganhar a aceitação de Deus por nossa vida “reta”, não vamos a lugar algum. Se nós estamos tentando ser religiosos para alcançar a Deus, também não vamos a lugar algum. No entanto, Deus pode nos alcançar. Jesus Cristo veio, então podemos ser perdoados, podemos ter um relacionamento com Ele. Nós podemos tentar alcançar Deus por boas obras ou esforços religiosos, mas Jesus disse que isso não adiantaria.

 

Jesus não só disse, “Ninguém vem ao Pai a não ser por Mim”, como também disse, “Todo aquele que ouvir minha palavra e acreditar em quem Me enviou, tem a vida eterna e não será condenado; pois passou da morte para a vida” Agora, se houve outros homens, que estavam com Deus, eu acho que haveria outros caminhos para o céu! Mas Jesus é a única pessoa na história, que eu saiba, que se encaixa às exigências.

 

Por: Mark Hansard

 

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O que levou os 12 discípulos a suportar a perseguição e o martírio?

Publicado por elouniversitario em Julho 21, 2008

Por que os discípulos de Jesus estavam dispostos a morrer?

 

 

 

Três dias após ser crucificado, Jesus não estava na gruta que foi seu sepulcro. Alguns dizem que os discípulos de Jesus roubaram o seu corpo. Se isso for verdade, por que eles morreriam por algo que eles sabiam que era mentira? Você morreria?

 

E o caso deles não foi um suicídio em massa, no qual se uniram numa encenação ilusória. Cada um deles deixou família e emprego, viajando para países distantes, pregando que Jesus morreu e ressuscitou. Se os discípulos estivessem inventando tudo, cada um deles escolheu morrer prematuramente por algo que eles sabiam que não era verdade. Isso não faz sentido.

 

O que realmente faz sentido são os fatos históricos. Mesmo enquanto eram torturados, os discípulos insistiram que eles, tal como centenas de outros judeus, tinham visto Jesus vivo. Quando alguns foram presos e ordenados a não falarem sobre a ressurreição de Jesus, eles responderam: “Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido!”

 

Eles sabiam que Jesus tinha sido surrado, chicoteado, pregado em uma cruz para morrer numa exibição pública. Uma lança foi transpassada na lateral de seu corpo para confirmar a sua morte. Soldados romanos montaram guarda na frente no sepulcro porque Jesus tinha afirmado que três dias depois de ser crucificado, ele ressuscitaria dos mortos.

 

No terceiro dia, os guardas fugiram; uma rocha de duas toneladas que selava a entrada do sepulcro estava lá em cima numa ladeira e o corpo de Jesus tinha desaparecido. Dentro da gruta, Pedro e João viram os panos que envolviam Jesus ainda lá, vazios.

 

Depois disso, os discípulos viram Jesus vivo por várias vezes. Eles ainda tiveram longas conversas e comeram com ele — depois de sua morte por crucificação. Estes discípulos chegaram ao momento de suas mortes proclamando sobre o que não tinham dúvida alguma — que Jesus tinha ressuscitado dos mortos, provando que ele era tudo o que tinha declarado ser: o Filho de Deus.

 

Qual a sua opinião? Talvez você nunca precise morrer por causa do que crê sobre Jesus como eles morreram, mas você pode ter a mesma certeza que eles tiveram. Para aprender mais sobre Jesus e os fatos da sua ressurreição, leia o evangelho de “João” na Bíblia. E veja o artigo em destaque Mais que uma fé cega.

 

OS DOZE APÓSTOLOS:

1. André – crucificado

2. Bartolomeu – surrado e depois crucificado

3. Tiago, filho de Alfeu – apedrejado até a morte

4. Tiago, filho de Zebedeu – decapitado

5. João – exilado por causa da sua fé; morreu por velhice

6. Judas (não o Isacariotes) – apedrejado até a morte

7. Mateus – perfurado com lanças até a morte

8. Pedro – crucificado de cabeça para baixo

9. Filipe – crucificado

10. Simão – crucificado

11. Tomás – perfurado com lanças até a morte

12. Matias – apedrejado até a morte

 

(fonte: Fox’s Book of Martyrs)

 

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Você pode provar a existência de Deus?

Publicado por elouniversitario em Julho 18, 2008

(Porque filósofos e ateus adoram essa pergunta?)

 

Desde que Immanuel Kant escreveu sua “Crítica da Razão Pura”, tem sido comum para as pessoas pensantes insistir que é impossível provar a existência de Deus. Na verdade, essa afirmação tem sido elevada ao nível de dogma, na cultura intelectual americana. A razão que me faz saber que isso é considerado um dogma inquestionável é a reação que eu provoco quando trago a tona essa questão. Quando alguém diz: “Você não pode provar a existência de Deus”, tenho vontade de perguntar: “Como você sabe? Você acabou de me conhecer! Como você sabe o que eu posso fazer ou não?”

 

O que a maioria das pessoas quer dizer quando pronunciam essa afirmação? A maior parte das pessoas quer dizer que eu não posso dar um argumento filosófico para a existência de Deus que convença todo os seres pensantes. É impossível dar um argumento que possa forçar uma concordância, então o problema continua. Se o meu argumento não convencer o ateu mais ardente, eles dizem, então não provei a existência de Deus. Enquanto não convencer tal ateu a acreditar, meus argumentos não podem ser considerados como uma prova. Ora, se eles não podem ser considerados como provas, para que servem?

 

Eu concordo que não posso dar um argumento que convença todo ser pensante. Mas o que isso me diz? Diz qualquer coisa a respeito de Deus? Não. Diz mais sobre a natureza da prova do que sobre a existência de Deus. Eu não posso dar um argumento que convença qualquer um, sem a possibilidade de dúvida, de que Deus existe. Mas isso não é problema. Veja, eu não posso dar argumento a favor de nenhuma conclusão filosófica interessante que seja aceito por todos sem a possibilidade de dúvida.

 

Eu não posso provar, sem que haja a possibilidade da dúvida – de uma forma que convença todos os filósofos – que as montanhas rochosas estejam realmente aqui, como um objeto independente da mente. Eu não posso provar que o universo inteiro não tenha passado a existir cinco minutos atrás e que todas as nossas aparentes memórias não sejam ilusões. Eu não posso provar que as outras pessoas que você vê no campus tenham mentes. Talvez sejam robôs super inteligentes.

 

Não há nenhuma conclusão filosófica interessante que possa ser provada sem que haja a possibilidade de dúvida. Assim, o fato de o argumento que defende a existência de Deus não produzir certezas matemáticas não enfraquece certamente por si só a possibilidade da existência de Deus. Apenas coloca a questão da existência de Deus na mesma categoria que outras questões tais como a da existência de um mundo externo independente da mente e a questão de como sabemos que as outras pessoas têm mentes.

 

Isso significa que os argumentos para a existência de Deus são inúteis? De modo algum. Claro, eu não posso dar um argumento que convença todo ser pensante, mas isso não significa que eu não tenha uma boa razão para acreditar em Deus. Na verdade, algumas das minhas razões para acreditar em Deus podem ser persuasivas para você. Mas, mesmo se você não for convencido a acreditar que Deus existe, meu argumento não será inútil. É razoável acreditar que as montanhas sejam reais e nossas memórias sejam geralmente confiáveis e que outras mentes existam. É razoável acreditar nessas coisas mesmo que elas não possam ser provadas. Talvez alguns de meus argumentos sobre a existência de Deus irão persuadir você que acreditar em Deus é razoável.

 

Assim, como podemos saber que Deus existe? Ao invés de procurar conclusões acima da possibilidade de dúvida, pesamos as evidências e consideramos as alternativas. Que alternativa corresponde melhor à evidência?

 

Se você quiser ver algumas razões que defendem a existência de Deus, clique no link e leia o artigo Deus existe?

 

Por Gregory E. Ganssle, Ph.D.

Fonte Site Sua Escolha

 

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