ELO UNIVERSITÁRIO BRASIL

"Estabelecendo o ELO para alcançar estudantes PERDIDOS em todas as partes"

Arquivo da categoria ‘Estudos Bíblicos’

Bebedeira e uso abusivo de álcool na universidade. Pode o álcool ser um substituto para relacionamentos íntimos e satisfatórios com os outros?

Publicado por elouniversitario em Outubro 8, 2008

Era verão no Colorado (EUA), um amigo e eu encontramos alguns rapazes que vieram do estado do Novo México. Eles tinham abandonado a escola e saíram por aí dançando e segurando uma caneca para coletar dinheiro. À primeira vista, você pode pensar que estavam desperdiçando suas vidas. Mas depois que eu passei alguns dias com Gabriel, Sean, Matt e Peter, percebi que eles estavam experimentando algo que a maioria das pessoas anseia.

Esses caras tinham pouco dinheiro, roupas sujas e amarrotadas, não tinham abrigo e mal tinham comida suficiente para sobreviver. Meu amigo e eu os convidamos para jantar. Sentamos num restaurante e assistimos os quatro devorarem os hambúrgueres, burritos e milkshakes, e ouvimos suas histórias. Eu percebi que eles eram uma comunidade.

Eles cuidavam uns dos outros. Se um ganhava alguma coisa, compartilhava. Um dos caras comeu apenas metade da sua comida porque queria dar o resto para um companheiro que não estava lá conosco. Eles falaram sobre como “guardavam as costas uns dos outros”. Agiam como se fossem pais. Eles realmente se amavam. Falaram de como sentiam medo, da saudade de suas mães, do sentimento de abandono, da fome. Estavam vivendo de uma maneira que eu nunca escolheria — mas tinham alguma coisa que muitas pessoas limpas, educadas e “aceitáveis” não têm.

Eles tinham uns aos outros. Eles tinham relacionamentos verdadeiros. Eles estavam conectados.

Por Que As Pessoas Bebem?

É isso o que queremos. Queremos uma vida real. Não queremos ser como o ramster que corre atrás da própria calda e fica girando naquela roda o dia todo — sozinho e sem nunca chegar a lugar nenhum. Queremos nos relacionar. Queremos nos conectar. Queremos ser parte de uma comunidade onde as pessoas cuidam umas das outras.

Minha amiga Rebeca se formou recentemente na Universidade Vanderbilt. Assim que encarou o “mundo real”, ela me disse: “Eu simplesmente quero ser uma “Amish” (seguidora de uma seita americana cujos membros vivem em comunidade e prezam por uma vida simples). Eles têm vizinhos e famílias. Um ajuda a construir o celeiro do outro. Quando alguém está em perigo, eles vêm em socorro. A vida é simples e devagar, e se pode suportar qualquer coisa que venha pela frente porque você não está sozinho. Parece bom, não é?

Acho que estamos famintos por relacionamentos que durem, cheios de confiança e divertidos. Alguns de nós cresceram em lares onde nossos pais trabalhavam até tarde no escritório para ganhar outra promoção para poder comprar um carro do ano ou um celular mais moderno. As mães tinham diplomas universitários e as famílias queriam um adicional no orçamento, então as mães trabalhavam. Nossos pais viviam debaixo do mesmo teto, mas era só isso. Outros cresceram em lares onde a questão era mesmo a sobrevivência e isso levava nossos pais a terem que trabalhar muito para poder manter a família toda.

Relacionamentos desmoronaram e a taxa de divórcio subiu nas alturas.

Sejam as reprises de “Clube dos Cinco”, “Friends”, “Seinfield”, “Louco por você” ou “Cheers”, nós adoramos assistir pessoas que parecem estar conectadas com outras. E queremos isso desesperadamente para nós mesmos. Queremos e precisamos de bons relacionamentos, mas sejamos francos, eles são dolorosos e arriscados.

Então o que fazemos? Quem pode me fazer sentir bem? Para quem eu posso correr? Quem pode me ajudar a escapar de um mundo de desconectados — mesmo que só por alguns instantes?

Uso Abusivo De Álcool Na Universidade

Se você é como muitos estudantes universitários, você fica enroscado numa garrafa de bebida alcoólica ou acariciando uma latinha de cerveja. A embriaguez faz você se sentir bem e relaxado. É acessível e vai sempre estar lá quando precisar. Não se importa com a sua aparência. Faz você ficar engraçado, atraente e aceitável.

Esse relacionamento funciona por um pouco de tempo, mas daí você acorda. Só dura por uma noite. Não é um relacionamento. As pessoas são difíceis de se envolver, mas é tão fácil se envolver com uma garrafa. E fica ainda mais fácil superar o desconforto que às vezes acontece quando nos envolvemos com outras pessoas.

Provavelmente não é surpresa nenhuma pra você que nós procuramos por amor nos lugares errados. O autor e psicólogo Dr. Henry Cloud escreve: “Todos nós precisamos de amor nos primeiros anos de nossas vidas. Se não recebemos esse amor, vamos desejá-lo pelo resto de nossas vidas. Essa fome de amor é tão poderosa que quando não nos satisfazemos nos relacionamentos com outras pessoas, procuramos em outros lugares, como na comida, no trabalho, na atividade sexual, ou gastando dinheiro… bebendo muito, ou trabalhando demais”.1

Shelly, uma estudante da Universidade do Alabama, disse: “Posso passar a noite toda no bar com meus amigos quando estamos bêbados, mas quando os vejo no dia seguinte no campus, não temos nada para dizer uns aos outros”. Shelly tem relacionamentos, mas os descreve da melhor maneira como sendo superficiais. A real necessidade que ela tem de se conectar com pessoas não está sendo suprida.

Ben, por outro lado, sai para beber com seus amigos e o álcool o deixa mais desembaraçado para conversar com seus amigos sobre coisas que são realmente significativas para eles. A amizade deles parece se aprofundar. Mas Ben diz: “Eu preciso aprender a ser verdadeiro sem ter o álcool como apoio”.

Dr. Cloud diz mais: “As pessoas são geralmente viciadas a algum tipo de substância, como álcool, cocaína, velocidade, trabalho, apostas, relacionamentos destrutivos, religiosidade, conquistas e materialismo. Essas substâncias e atividades nunca satisfazem, porque elas não lidam com o verdadeiro problema. Nós realmente não precisamos do álcool, das drogas de rua ou do sexo. Podemos viver muito bem sem nenhuma dessas coisas. Porém, nós realmente precisamos dos relacionamentos, e não podemos viver muito bem sem eles.2

Quando pergunto aos estudantes porque eles bebem, a maioria responde: “É divertido”. Superficialmente, esta é uma resposta aceitável. Mas além da diversão, você já parou pra pensar por que realmente bebe? Talvez seja uma fuga temporária do estresse, da incerteza do futuro ou da pressão em situações sociais.

Um Apoio Desnecessário

Quando se têm bons relacionamentos, não é preciso buscar segurança em nenhuma outra coisa, seja álcool, sexo ou comida. Quando se têm bons relacionamentos, algumas das necessidades mais profundas estão sendo supridas.

Dr. Cloud continua: “Estar conectado é uma das idéias mais básicas e fundamentais na vida e no universo. É uma necessidade humana básica. Deus nos criou com uma fome por relacionamento — por relacionamento com ele e com pessoas companheiras. Bem lá no fundo nós somos seres relacionáveis. Sem um relacionamento seguro, sólido, a alma humana estará na mira de problemas emocionais e psicológicos. A alma não pode prosperar sem estar conectada com outras“.3

Como aprendemos a ter relacionamentos seguros? Isso dá outro artigo ou livro. Comece sendo sincero com você mesmo. A razão de você beber, comer muito, ou muito pouco, ou abusar do sexo, ou ser perfeccionista poderia ser porque você precisa muito de relacionamentos.

Se for, existe uma grande quantidade de livros que falam sobre como construir relacionamentos com pessoas (incluindo os do Dr. Henry Cloud). Mas existe um relacionamento chave que oferece uma fundação genuína para relacionamentos saudáveis com pessoas. Dr. Cloud fala da nossa necessidade de estar conectado de uma maneira significante com as pessoas e com Deus. O filósofo e físico francês Blaise Pascal diz que dentro do coração de cada homem existe um vazio da forma de Deus que não pode ser preenchido por coisas criadas.

Será que podemos ter um relacionamento com o Deus que nos criou? Podemos nos conectar com Deus? Não estou falando sobre um Deus que lhe dá uma lista do que você pode e do que não pode fazer. Ou um super policial nos céus pronto pra prende-lo pela menor infração. Estou falando sobre um relacionamento com Deus que é baseado no amor, na verdade, na liberdade e na paz interior.

O Melhor Remédio para A Bebedeira

Deus o criou para que você o conheça. Lá no fundo do seu ser você sabe disso. Mas todos nós temos espíritos rebeldes que dizem pra Deus: “Ei, você faz o seu caminho, eu faço o meu. Não me incomode a não ser que eu precise de você“. Alguns de nós já disse isso. Outros simplesmente pensam, se pudermos ignorar toda essa “coisa de Deus”, isso passa. Ou ainda dizemos que queremos ter um relacionamento com Deus, mas queremos nos chegar a ele do nosso jeito — tentando conquistar nosso caminho. A verdade é que nenhum de nós pode conquistar ou merecer um relacionamento com um Deus perfeito.

Beber e comer demais por si só já traz conseqüências, o mesmo acontece quando se ignora ou se rebela contra Deus. Você pode nem notar as conseqüências mas eventualmente elas o alcançarão. Deus diz que a conseqüência é a separação eterna dele. Se você está na universidade agora, espero que esteja se divertindo, preparando o seu futuro. É difícil pensar na eternidade…Mas nunca se sabe. Meu amigo Steve, um rapaz de 20 anos de idade, pode não estar vivo no momento em que você ler isso. Ele está morrendo porque foi infectado pelo HIV por sangue contaminado. Ele não tem escolha a não ser lidar com a eternidade agora.

Deus providenciou uma maneira para nós o conhecermos aqui na terra e para sempre. Ele fez isso enviando Jesus aqui na terra, para passar pelo que você passa, e viver uma vida perfeita. Mas isso não é tudo. Nós merecemos punição pelos nossos pecados, mas Jesus se dipôs a sacrificar a si mesmo na cruz pelo nosso bem. Tudo o que temos que fazer é colocar a nossa confiança no fato de que Jesus pagou o preço por todo as coisas erradas nas nossas vidas que nos separa de um Deus perfeito. Você pode aceitar isso e colocar a sua fé nele ou pode escolher rejeitá-lo. A decisão é sua.

Quando eu orei a Deus, falei pra ele que eu queria conhecê-lo e colocar a minha confiança na morte de Jesus por mim. Eu comecei um relacionamento com ele. Estava agora conectado com o Deus do universo. Quando nosso relacionamento é íntimo, minha vida é diferente. Não preciso ficar por aí procurando por coisas pra me satisfazer — seja dinheiro, bebida, ou busca por sucesso. Quando mando ele embora, fico vagando por aí tentando achar aquele ingrediente perdido.

Não sei pelo que você está passando. Não sei como os sintomas se manifestam na sua vida. Talvez seja beber demais, sexo ou drogas. Ou ser compulsivo por exercícios físicos. Ou se matar de estudar pra tirar notas “A”, pra que você possa se sentir bem com você mesmo. Todas essas coisas são substitutos para a nossa genuína necessidade de estarmos conectados com outras pessoas e com Deus. Todos temos esse vazio dentro de nós que só pode ser preenchido por um relacionamento com Deus. Talvez você gostaria de começar um relacionamento com Deus agora mesmo. Tudo o que você tem a fazer é falar isso pra ele. Ele conhece os desejos do seu coração e está muito mais interessado neles do que nas suas palavras. Você pode querer falar isso pra ele assim:

Deus, eu quero te conhecer. Eu quero estar conectado a você. Tentei outras coisas para preencher a necessidade que tenho por você, mas não funcionaram. Me perdoe porque eu não vim até você primeiro. Obrigado por me amar e por querer que eu te conheça. Eu aceito que você fez esse relacionamento possível através da morte de Jesus. Eu confio em você. Amém.”

Você vai descobrir que um relacionamento com Deus preenche e satisfaz. Quando você está conectado com Deus, tem a fundação para construir relacionamentos significantes e duradouros. Sacie a sua verdadeira sede.

Convidei Jesus para entrar na minha vida. (algumas informações úteis…)

Acho que quero convidar Jesus para entrar na minha vida, por favor me explique melhor…

Tenho uma pergunta…

Por Judy Clark

Fontes: Site SuaEscolha.com

(1) Dr. Henry Cloud e Dr. John Townsend, Limites (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1992), 220.
(2) Dr. Henry Cloud, Mudanças que Curam (Grand Rapids, MI: Zondervan, 1992), 64.
(3) Ibid., 47.

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O que é um “Discípulo”?

Publicado por elouniversitario em Outubro 8, 2008

Você pode ser um grande cientista, um estadista famoso, ou até mesmo um grande teólogo, e ainda assim estar muito longe dos planos de Deus para a sua vida.  Se você não entende e não experimenta as verdades básicas sobre o discipulado, ensinadas pelo apóstolo Paulo e por Jesus Cristo, não pode ser discípulo dele, e não será capaz de discipular outros.  

O apóstolo Paulo escreveu ao seu filho espiritual, seu discípulo Timóteo, em 2 Timóteo 2:1,2: ” Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus. E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros “.

Um discípulo é alguém que ama a Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, com todos seu coração, sua alma e sua mente, e tenta se tornar cada vez mais como Ele através uma vida de fé e obediência.   

Eis algumas características de tais ” homens fiéis”: 

1.            Um discípulo tem que ter certeza da salvação.  Ele tem que saber que é um filho de Deus e que Cristo vive nEle. 

2.            Um discípulo anda na plenitude e poder do Espírito Santo.  O Espírito Santo é responsável por tudo que acontece na vida de um crente – seu novo nascimento, sua caminhada diária, seu entendimento das Escrituras, e suas orações.  Ele produz os frutos do Espírito naqueles que se dispõem a viver vidas santificadas e a testemunhar de Cristo. 

3.            Um discípulo demonstra amor por Deus, por seu próximo, por seus discípulos seguidores, e por seus inimigos. Jesus nos ordena que amemos a Deus com todo nosso coração, com todo nossa alma e com toda a nossa mente, e ele também nos ordena que amemos nosso próximo como a nós mesmos.  

4.         Um discípulo é alguém que sabe como ler, estudar, memorizar, e meditar na Palavra de Deus, guardar suas verdades em seu coração.  É impossível andar na plenitude do Espírito Santo de Deus sem compreender a Palavra de Deus.  O contrário também é verdadeiro – você não pode entender a Palavra de Deus sem o Espírito Santo.  

5.         Um verdadeiro discípulo de Jesus é um homem ou mulher de oração.  O Senhor Jesus Cristo, que passou 40 dias em oração e jejum no deserto, é nosso grande exemplo disto.  

6.         Um discípulo é alguém que é obediente, que estuda a Palavra de Deus, e obedece os mandamentos de Deus em um estilo de vida que honra ao Senhor Jesus Cristo.  

7.         Um discípulo é alguém que confia em Deus e vive uma vida de fé. As  Escrituras nos lembram que “sem fé é impossível agradar a Deus”.  

8.         Um discípulo entende a graça de Deus. Deus nos ama incondicionalmente, se obedecemos a Ele ou não. Isto é o contrário do legalismo, a primeira heresia da vida cristã, que nos leva a tentar obedecer as leis de Deus em nossa própria sabedoria, nossa própria força, e nosso próprio poder.  

9.         Um discípulo é alguém que testemunha de Cristo como estilo de vida. Como cristãos, nós devemos produzir frutos, de acordo com João 15:8. Isso inclui os frutos de almas trazidas ao Reino de Cristo como também os frutos do Espírito.  

10.      Um verdadeiro discípulo do Senhor Jesus adora Deus na comunhão da sua igreja.  Ele está envolvido com a igreja através do estudo, da adoração, da oração, do testemunho, e da mordomia de seu tempo, talento e tesouro.  

 

Se você quer se tornar um discípulo de nosso Salvador e ser um discipulador de outros, você pode começar hoje mesmo. Desenvolva a prática de investir todos os dias em um tempo a sós com Deus em oração e na Sua Palavra. Ore pelas pessoas que se encontrarão semanalmente com você, que se comprometerão a mudar o mundo através do evangelismo e do discipulado. O mundo precisa desesperadamente de tal mudança, mas só o nosso Senhor Jesus Cristo tem o poder e o plano para mudar os homens e nações. 

Por Dr. Bill Bright – Fundador da Organização Missionária Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo.

 

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Construindo pontes: Criando Conexões Relacionais com Aqueles que Não Conhecem a Cristo

Publicado por elouniversitario em Outubro 8, 2008

Pense Nisso

 

Por que tantos cristãos se frustram e não seguem adiante quando são desafiados a levar seus amigos para um evento evangelístico, para a igreja ou compartilhar sobre Jesus? Talvez porque não conheçamos muitos descrentes e, aqueles que conhecemos, consideramos serem apenas colegas e não amigos. Isso torna ainda mais difícil quebrar a barreira para assuntos espirituais. Os cristãos têm se isolado?

 

O “X” da Questão

 

          O isolamento foi uma febre dos anos oitenta. Vídeo cassetes e entrega em casa de vários restaurantes possibilitaram que as pessoas se mantivessem envolvidas no conforto e na segurança de seus próprios ambientes ao invés de se aventurarem no mundo lá fora.

          Às vezes, os cristãos se isolam no conforto e na segurança espiritual ao invés de se arriscarem a construir relacionamentos com os perdidos. Nós preenchemos nossas tardes com estudos bíblicos, preenchemos nossas vidas com amigos cristãos e acabamos nos isolando da cultura vigente da qual fomos chamados para sermos sal e luz.

          A comunidade cristã deveria ser um lugar onde pudéssemos sair à batalha construindo amizades sólidas com os perdidos. Não deveria ser a nossa fortaleza onde nos escondemos do mundo, separando-nos daqueles que estamos buscando alcançar.

Jesus foi freqüentemente criticado pelos líderes religiosos de Seus dias por se associar a coletores de impostos e pecadores. Sua resposta revelou seu coração e sua busca pelos perdidos: “Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos e sim pecadores” (Marcos 2:17).

Como cristãos, nossa missão é alcançar o mundo ao nosso redor e amar as pessoas dentro de um relacionamento com Cristo que cause mudança de vida. Os próximos passos são os princípios para se construir pontes de amizade com os estudantes descrentes.

 

Passos a Serem Dados

 

1. Fazer novos amigos

·         Fazer uma lista de amigos não alcançados;

·         Envolvimento em atividades comuns, tais como: bandas de música, esportes, passeios, praia, etc;

·         Seja você mesmo e divirta-se;

·         Lembre-se que existem muitos lugares moralmente neutros que você pode ir e coisas que você pode fazer com descrentes;

·         Estudar a vida de Cristo; Ele foi um amigo dos pecadores.

 

2. Ore

·         Ore consistentemente pelos seus novos amigos;

·         Peça a Deus uma compaixão sincera (Marcos 9:36);

·         Ore para que o Espírito de Deus trabalhe em seus corações (João 16:7-11);

·         Ore por portas abertas e oportunidades (Colossenses 4:3);

·         Ore pela salvação deles (Romanos 10:1, Timóteo 2:1-7);

·         Imagine um grupo de 10 crentes orando, cada um, por 10 pessoas. Isso seria uma oração por 100 descrentes!

 

 

3. Doe-se

·         Seja uma pessoa sociável e amiga;

·         Esteja disponível nos momentos difíceis;

·         Divirta-se com eles sem pensar em seus compromissos;

·         Concentre-se no coração deles, e não em suas atitudes. Não espere que eles já vivam uma vida cristã.

·         Idéia: Faça pequenos grupos e reúna-se na igreja para festas uma vez ao mês. Os cristãos do grupo convidam seus amigos descrentes, permitindo que eles construam relacionamentos com outros cristãos.

 

4. Compartilhe…

·         Conte-lhes sua história de como Cristo tem feito a diferença em sua vida;

·         Convide-os à igreja ou a um evento evangelístico;

·         Pergunte se alguém lhes perguntou o que significa ser um cristão genuíno. Explique como eles podem começar um relacionamento com Deus;

·         Comece um estudo investigativo da bíblia pelo evangelho de João. Leve-os a Cristo tão logo você sinta que eles estejam preparados;

 

 

História da Vida Real

 

Damon e Andrea eram envolvidos com a Cruzada Estudantil na faculdade. Depois da formatura eles se casaram, e Damon ingressou na residência médica enquanto Andrea conseguiu um emprego.

Depois de se envolverem em uma igreja, eles ajudaram na liderança de um ministério no campus, onde trabalhavam com estudantes de duas universidades. Eles também conheceram um outro casal que freqüentava a escola de medicina juntamente com Damon.

Eles oraram por esse casal, levaram-no à igreja, e dedicaram tempo a eles. Depois de muitos meses, seus amigos receberam a Cristo. Porque eles tiveram um relacionamento com Damon e Andrea (e com a igreja), foi natural para o novo casal receber edificação e se envolver com a igreja.

 

 

Fonte: Material pertencente ao Movimento Estudantil Alfa e Ômega, requer autorização para reprodução total ou em parte.

 

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“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos” – Qual o limite de segurança?

Publicado por elouniversitario em Agosto 11, 2008

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Ou que união, do crente com o incrédulo?” 2 Co 6.14-15

 

Esse texto refere-se a metáfora de bois e cavalos que têm de andar uma grande distância juntos, expostos as mesmas regras, carregando o mesmo fardo, porque estão PRESOS na mesma canga. A idéia é que esses dois animais, por serem diferentes em muitos aspectos, estão compartilhando PESOS e PRESSÕES desiguais.

 

Jugo desigual com os incrédulos, para Calvino, era nada menos que “manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia”.

 

Isto NÃO quer dizer que os cristãos não podem manter vínculos de amizade com descrentes. O próprio Jesus afirmou que veio para os doentes, para os pecadores, e andava cercado deles. Contudo, os crentes não devem ter comunhão com SUAS OBRAS, ou seja, deixar-se ser influenciado pelas trevas do mundo (Efésios 5.11) e nem se colocar em jugo desigual, vivendo o mesmo tipo de vida que seus amigos levam.

 

O que faz nosso jugo desigual com os incrédulos são os princípios cristãos, reformulados por Deus em nosso interior, que regem as nossas vidas. Somos direcionados por conceitos e orientações (não simplesmente leis) que nos protegem e nos levam a uma vida segura em todos os aspectos (emocional, físico e, sobretudo, espiritual). Os descrentes, em geral, são direcionados por princípios muito diferentes dos nossos, em todas essas áreas, e crêem que eles estão no rumo certo.

 

Quanto maior o nível de intimidade em um relacionamento de amizade, maior o número de princípios expostos ao perigo. São os nossos amigos mais próximos os responsáveis pelas transformações no nosso comportamento depois dos 12 anos. É natural que absorvamos partes do comportamento de outras pessoas com as quais convivemos o tempo inteiro:

 

A – Absorvemos as gírias, o jeito de falar, de gesticular e até de agredir com palavras.

B – Absorvemos o jeito de vestir e de se pentear.

C – Absorvemos as ambições e os desejos de “status”.

D – Absorvemos, inclusive, sonhos e objetivos dessa vida (mudando nossos objetivos eternos por temporais e imediatos).

 

Somos influenciados na mesma proporção em que pensamos estar influenciando.

 

Alguns de nossos amigos descrentes são moralmente intocáveis, possuem conduta exemplar, são boas pessoas, “agem como cristãos”, aparentemente confiáveis. Por possuírem essas características, eles podem nos influenciar mais do que os tipicamente “mundanos”. Pois, o tempo inteiro, tentam nos convencer de que homossexualismo é uma escolha legítima de vida, que talvez não saibamos a verdade sobre Deus, que Jesus Cristo foi apenas um grande mestre, que Deus é tão bom que todos ganharão a vida eterna, inclusive os macumbeiros e que não precisamos perder nosso tempo compartilhando nossa fé com outros.

 

Parando para avaliar o quanto fomos influenciados no ÚLTIMO ano:

 

A – Que gírias novas você começou a usar?

B – Que roupas novas você comprou por ver seus amigos usando iguais?

C – Quantos lugares você quis ir porque a “galera” estaria lá?

D – Quantas festas você quis participar porque todo mundo estava sendo convidado ou planejando ir junto?

E – Quantas vezes você desejou que seus pais tivessem um carro diferente, ou um emprego diferente ou uma casa diferente?

F – Quantas vezes você sentiu vergonha por dizer que não teria como pagar por algo que seus amigos queriam fazer juntos?

 

Parando para avaliar o quanto você influenciou seus amigos no ÚLTIMO ano:

 

A – Quantos amigos começaram a ler a Bíblia por perceberem a importância que ela tem na sua vida?

B – Quantos amigos começaram a falar com Deus (orar) por ver o quanto isso faz diferença na sua vida?

C – Quantos amigos vieram te procurar em momentos difíceis por saber que você é cristão e que sempre tem uma palavra de incentivo e encorajamento?

D – Quantas vezes seus amigos pediram que você orasse por eles?

E – Quantos amigos perguntaram como poderiam ter um relacionamento pessoal com Deus, assim como você tem?

 

Depois de avaliar esses pontos, o que vocês podem dizer sobre o nível de influência presente nas amizades de vocês? Quem está influenciando mais quem afinal?

 

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que antes não éreis povo, mas, agora,sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” 2 Pe 2.9-10

 

Quando esquecemos quem somos e quem já fomos, tornamo-nos facilmente influenciados. Nós somos NAÇÃO SANTA, RAÇA ELEITA, POVO DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DE DEUS, com um chamado específico de PROCLAMAR AS VIRTUDES DAQUELE QUE NOS CHAMOU. E ainda assim, queremos nos igualar aos que não conhecem a Deus, que são guiados pelo príncipe desse século, pelas leis que regem o complexo compulsivo do mundo.

 

Em resumo, não é pecado relacionar-se com descrentes, pelo contrário é seguir o exemplo supremo de Cristo de chamar pecadores ao arrependimento. Mas, devemos ter muita cautela à medida que nos aprofundamos nesses relacionamentos e, principalmente, quando percebermos que existem outras motivações além de “buscar e salvar o perdido”, porque nossas barreiras, naturalmente, diminuem nos expondo a todo tipo de influência que a pessoa pode exercer sobre nossas vidas. Assim, poderemos acabar sendo mais influenciados do que influenciando eles.

 

Por Cleiton Fiuza

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A grana está curta é preciso trabalhar mais?

Publicado por elouniversitario em Agosto 6, 2008

Sustentar a casa ou a si próprio é um desafio. Quem ficou desempregado recentemente ou esteve próximo de alguém nessa situação, sabe como a coisa está feia aí fora. A pressão vem de todos os lados e, sabendo das nossas obrigações, acabamos por acreditar realmente que está em nossas mãos passar ou não necessidade, ganhar ou perder dinheiro.

Mas então vem a palavra de Deus nos dizendo: Se o Senhor não edificar a casa, em vão o homem a edifica. Em um momento na história de Israel (1 Cr 17:1-10), Davi acabara de construir sua própria casa e achou que seria a hora certa para construir a casa de Deus. Mas Deus diz não. Aquele não era o momento, nem Davi era a pessoa certa para realizar essa missão. Aquele era o momento no qual Deus iria estabelecer a casa de Davi. Incrível, não é mesmo?

Às vezes estamos tão empenhados em fazer a vontade de Deus, de construir um grande lugar para ele, de fazer sua obra. Mas Ele vem e nos diz: não! agora sou eu que vou construir a sua casa! Casa nesse contexto quer dizer segurança e prosperidade. Davi ficou maravilhado com o que Deus disse e fez a ele, e então o adorou.

Não é fácil olhar a nossa situação financeira e ter fé para entregá-la a Deus. Mas nosso esforço desmedido só trará coisas ruins para nós mesmo, como distanciamento da família, dos amigos; e pior: dos planos de Deus.

É preciso lutar e trabalhar duro, porque o Senhor abençoa quem faz isso e ordena ao homem trabalhar, mas não somos nós que traremos prosperidade e segurança para nossa casa, mas somente Deus.

Por Grace Ignatowicz e Silvio Barbosa*

* Sílvio tornou-se cristão através do Ministério Alfa e Ômega, quando ainda era estudante da UFRGS, em 2002. Atualmente, está para concluir o Seminário Teológico Batista em Curitiba. Grace Ignatowicz é sua noiva e os dois trabalham em parceria com a Primeira Igreja Batista de Curitiba.

 

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O Jovem Rico – uma história tão atual que nos constrange…

Publicado por elouniversitario em Julho 28, 2008

Passei algum tempo, recentemente, pensando nessa história descrita em Mateus 19.16-30. Sabendo que milhares de pessoas, de todas as classes sociais, encontraram-se com Jesus e que, muitas delas, ouviram ensinamentos que transformaram suas vidas, tentei entender o porquê de Marcos e Mateus terem escolhido esse rápido diálogo entre Jesus e um “jovem rico” para ser citado nos Evangelhos que escreviam.


Já Li tantas vezes esse texto que, às vezes, penso tratar-se de mais uma das parábolas narradas por Jesus. No entanto, sei que esse rapaz era uma pessoa real e que era dono de muitas propriedades, ou seja, um rico dentro do contexto rural de Israel (vs.22). Podendo-se deduzir ainda que, pela posição social que sua família deveria ocupar naquela região, era uma pessoa conhecida por Jesus e pelos discípulos.


Ao abordar Jesus, sua pergunta foi tão simples e direta quanto a que muitas pessoas, ao redor do mundo, continuam a fazer até hoje:
“Que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?”. Esse tipo de interpelação revela a sua crença sobre a importância das obras para a salvação de nossas almas. Talvez o rapaz esperasse ouvir algumas direções claras como: ajude mais aos necessitados, aumente suas ofertas para o templo, construa um altar em uma de suas propriedades etc. Entretanto, nada de novo lhe é anunciado por Jesus, que apenas enfatiza o básico, dizendo “guarde os mandamentos”.


Parafraseando e contextualizando a replica do jovem ao ouvir isso, seria como um
“Bom, isso eu já faço. Mas, creio que ainda não é o suficiente… preciso receber uma direção mais específica, que me falta ainda fazer para ganhar a vida eterna?”(vs.20). Assim, entramos no ponto, que considero o mais alto dessa conversa, quando Jesus inicia a frase dizendo “se queres ser perfeito”. A resposta a primeira pergunta já havia sido dada por Ele. Estava claro que a salvação não era pelas obras, mas, sim, pela graça de Deus. Nós nada podemos fazer para alcançá-la além de nos rendermos completamente a Ele e estarmos dispostos a serví-lO.


“Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me”. Pela reação do jovem rico, vemos que essa não era a resposta que ele pretendia ouvir. Note que Jesus não fala se queres ser “salvo”, Ele usa o termo “ser perfeito. Sendo quem é, Jesus conhecia as intenções no coração daquele rapaz e quis que ele soubesse o quanto suas motivações ainda estavam fora de Deus. A tarefa de renunciar a tudo o que possuía serviu para mostrar-lhe, claramente, que o amor que dedicava aos seus bens ultrapassava o que pretendia dedicar a Deus.


Ouvindo as palavras do Mestre, reconheceu sua incapacidade de rendição e perdeu todos os argumentos, retirando-se triste, provavelmente, por compreender a dura lição que Jesus acabara de lhe ensinar. Vender os bens e repartir o dinheiro com os pobres não era a questão principal, a sua disposição em abrir mão dos seus objetivos temporais para abraçar os eternos é que estava em jogo. Aquele jovem, como muitos cristãos modernos, estava tão preso ao seu sistema de valores, que afastou-se de Jesus mesmo ouvindo a promessa de que poderia obter um verdadeiro “tesouro no céu” . Abrir mão dos seus sonhos, posição social, segurança financeira, conforto e respeito na comunidade eram tópicos que não estavam abertos a negociação, tratava-se de um preço muito alto que ele não estava disposto a pagar.


Creio que uma das primeiras atitudes que temos ao ler esse texto é a de criticar esse rapaz pelo seu aparente apego aos bens materiais. Depois, com o passar do tempo e amadurecimento da nossa fé, passamos a sentir compaixão pela sua incapacidade de renunciar algo que considerava precioso para obedecer uma direção do próprio Jesus… Até que chega o momento em que entendemos que nós temos muito em comum com esse jovem! Agindo da mesma forma que ele, começamos a dizer não a todos os convites de Jesus que envolvam o sacrifício de algo que amamos.


Como aquele jovem, muitos cristãos modernos têm procurado um conjunto de regras ou rituais que possam conduzí-los a vida eterna. Tentando, inutilmente, alcançar a salvação por seus próprios méritos, esforços e até por seu sistema de crenças, incluindo as “evangélicas”, esforçam-se em demonstrar para o mundo o quanto amam a Deus, à medida que afastam o próprio Cristo do centro de suas vidas.


Voltando ao texto, ao terminar a conversa sobre o jovem rico, Pedro perguntou a Jesus:
“E quanto a nós, que tudo deixamos para te seguir, o que acontecerá?”… em outras palavras, “e quanto a nós, que nos rendemos totalmente, abrimos mão de tudo e fizemos o que esse rapaz não estava preparado para fazer. O que acontecerá conosco?” A reposta de Jesus a essa pergunta foi algo tão profundo e direto que não tenho mais nada para acrescentar: “… Todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna” (Mt 19.29)

 

É triste a realidade de que muitos cristãos têm dito não ao chamado de Jesus para abandonarem seus objetivos temporários e investirem suas vidas, dons e talentos em propósitos eternos ao Seu lado. Entretanto, louvo a Deus pelas centenas de vidas que aceitaram esse convite e deixaram uma marca profunda e eterna por onde passaram, permitindo que as boas novas da salvação em Cristo atravessassem dois mil anos de história e chegassem até nós.


Homens e mulheres, que caminharam na contra-mão do jovem rico por entenderam o que realmente significa renunciar para render-se totalmente a Deus. Esses cristãos subiram ao patamar dos conhecidos
“homens do qual o mundo não era digno” (Hb 11.38)… a promessa feita aos discípulos de que “todo aquele que tiver deixado…receberá cem vezes mais e herdará a vida eterna” continua viva e cumprindo-se fielmente em nossos dias.


Por isso, penso que não existe nenhuma forma melhor de concluir esse texto do que afirmando que nada nessa vida se compara ao estado espiritual de completa rendição a Deus. Nenhuma alegria gerada por uma realização pessoal, fortuna, viagem, descoberta ou feito histórico pode ser comparada a satisfação espiritual que é gerada quando nos encontramos completamente rendidos a Vontade de Deus, experimentando a Sua soberana atuação em e através de nossas vidas.

 

Por: Cleiton Fiuza

 

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Legalismo X Libertinagem – Um olhar cuidadoso na carta de Paulo aos Gálatas

Publicado por elouniversitario em Julho 22, 2008

Atualmente, escritores cristãos têm dedicado uma parte do seu tempo na composição de livros que abordam as doutrinas presentes em nosso meio evangélico, tateando entre diferentes grupos denominacionais, eles tentam encontrar um limite seguro e verdadeiro entre os diversos princípios religiosos, que vagão desde o extremo legalismo à libertinagem mais avançada.

 

Asseguro-lhes que não é uma tarefa fácil penetrar no mundo doutrinário das Igrejas, mas é algo que necessita ser feito para que possamos ter um referencial bíblico a respeito de como devemos viver.

 

O Legalismo, ou melhor, a doutrina baseada nas leis e ordenanças bíblicas é a forma mais presente em nossas Igrejas tradicionais. Os ensinos praticados por este grupo cristão são, em parte, vindos de uma herança católica medieval, sendo remodelados pelos heróis da fé que estabeleceram a Igreja Protestante.

 

Com o desejo de parecer-se com a imagem formada dos primeiros cristãos, os legalistas desenvolveram, ao longo dos anos, uma série de conceitos doutrinários para que os membros de sua igreja possam viver um exemplo fiel de um discípulo de Jesus. Mas, ao contrário do que possamos imaginar, este não é um problema moderno, ele vem sendo enfrentado desde o início do cristianismo.

 

Um estudo mais dedicado à carta que o Apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas revela uma crise existente nesta Igreja devido ao extremo legalismo adotado pelos seus líderes.  Crendo que a obediência à Lei misturada com a fé é necessária a salvação e que o crente é aperfeiçoado guardando a Lei, eles foram chamados de insensatos pelo próprio Paulo.

 

“O gálatas insensatos! Quem os enfeitiçou? Não foi diante de seus olhos que Jesus cristo foi exposto como crucificado? Gostaria de saber apenas uma coisa: foi pela prática da lei que vocês receberam o Espírito, ou pela fé naquilo que ouviram? Será que vocês são tão insensatos que, começando pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio?” (Gl 3:1-3 NVI)

 

Não entendam com isto que é errado guardar a lei e que fomos liberados para pecar. O que eu estou querendo dizer é que a nossa salvação não depende de cumprirmos estas ordenanças, esta doutrina é falha. É impossível a qualquer pessoa viver sem transgredir ao menos um dos mandamentos bíblicos. Paulo deixa isto claro nos versículo 9 e 10 deste mesmo capítulo:

 

“Assim, os que são da fé são abençoados juntamente com Abraão, homem de fé. Já os que são pela prática da lei estão debaixo de maldição, pois está escrito: ‘Maldito todo aquele que não persiste em praticar todas as coisas escritas no livro da Lei’” (Gl 3:9-10)

 

Infelizmente, o que a nossa realidade mostra são milhares de cristãos tentando viver o legalismo tal como os gálatas tentaram. O perigo desta prática é que qualquer pessoa que tentar segui-la frustrar-se-á algum dia, os mais fortes conseguirão renovar as suas forças e continuar, mas os mais fracos, provavelmente, cairão.

 

Práticas estas que medem a santidade de uma pessoa pelo cumprimento do seu cabelo, pelo tamanho da sua roupa, pelos dons que ela possui, pela forma com que ela ora ou pelo jeito com ela fala, fazendo com que alguns grupos cristãos transformem-se em construtoras de sepulcros caiados.

 

Aqui, quero ressaltar que não estou me referindo a nenhuma denominação, mas a algumas doutrinas específicas. Amados, nunca esqueçam que Deus está olhando para o nosso interior, para a nossa alma, o que vestimos ou falamos será apenas um reflexo da vida íntima que tivermos com o nosso Senhor.

 

“Foi para liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão… Vocês, que procuram ser justificados pela lei, separaram-se de Cristo; caíram da graça… Tal persuasão não provém daquele que os chama.” (Gl 5:1,4,8 NVI)

 

Neste ponto, eu os desafio a iniciarem uma leitura detalhada do livro de Gálatas. Orando para que o Espírito Santo possa direcioná-lo neste estudo e falar com você.

 

Atravessando o vasto caminho que separa estes duas doutrinas, chegamos ao liberalismo, ou seja, a graça de Deus me salvou e me concede liberdade para fazer tudo aquilo o que eu desejar, não deve prestar contas a nenhuma outra pessoa além do meu Senhor.

 

Talvez você não se julgue um cristão liberal, porque esta prática está tão incutida em nosso meio que o liberalismo, muitas vezes, transforma-se em sinônimo de normal. Por isto, eu me preocupo em dobro ao debater este assunto.

 

Continuando no livro de Gálatas, o mesmo que nos libera do regime da lei, nós encontramos algo que eu chamo de “muralhas protetoras” para a vida cristã:

 

“Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião a vontade da carne; pelo contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor.” (Gl 5:13 NVI) E ainda complementa para aqueles que estiverem em dúvida sobre quais são as obras da carne: “Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e lascívia; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, que os que praticam estas coisas não herdarão o Reino de Deus.” (Gl 5:19-21 NVI)

 

Agora você deve ter dado um nó na cabeça, se Paulo acabou de afirmar que a nossa salvação não depende das obras, porque ele mesmo afirma que os que praticam as obras da carne não herdarão o Reino de Deus? Bom, é possível imaginarmos um cristão vivendo na prática destas coisas? Sinceramente, não. Paulo está referindo-se a não-crentes, pessoas que conviviam com os gálatas diariamente e que poderiam influenciá-los nestas práticas a partir do momento em que eles parecem de depender da lei.

 

Isto é o que vem acontecendo em muitas de nossas Igrejas, uma vez livres da lei estamos abrindo as portas para uma enxurrada de novas práticas libertinas inspiradas em costumes daqueles que nos cercam. Muitas vezes, trazemos conosco uma séria de conceitos mundanos, que foram incutidos em nossa mente ao longo da nossa vida secular.

 

Sendo mais específico, podemos citar uma vasta lista destas práticas e onde elas se encaixariam na descrição de Gálatas 5:19- Porque ouvirmos a música dita “secular”, quando temos tantas opções no nosso meio cristão? Será que elas nos edificam mais ou nos fazem relaxar? Por que imitarmos a moda do mundo e nos tornarmos iguais, se nós paramos de avaliar até que ponto isto influencia a nossa vida? Será que isto não passa de uma auto massagem em nosso ego? Por que freqüentarmos lugares onde os vícios (como a bebida, o cigarro e as drogas) e a imoralidade sexual estão presentes, usando o fato de Jesus ter freqüentado lugares assim como desculpa, se o nosso verdadeiro propósito está muito longe do que Ele tinha? Será que realmente podemos “imitar as coisas do mundo” usando a desculpa de que o fim desta atitude é o resgate de almas?

 

    A resposta de todas estas perguntas é NÃO! Quando analisamos um texto presente na carta que Paulo escreveu aos Coríntios:

 

“Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade. Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.” (1 Coríntios 5:9-11), 

 

Vemos Paulo advertindo a Igreja de Corinto sobre isto. Alguém na Igreja, que estava sendo tido como irmão, havia caído em pecado e toda a Igreja estava tratando isto normalmente, ou seja, aceitando o pecado no meio do corpo de Cristo, como algo corriqueiro.  A atitude de Paulo nos mostra claramente que ele próprio condenava o que a Igreja estava fazendo.

 

Que pena que nós temos aceitado tantos “erros” no meio da nossa igreja, e temos considerado todas estas coisas “normais”, exatamente como fez a Igreja em Corinto. O nosso erro, foi deixar que pequenas porções de fermento tenham se tornado constantes entre nós, levedando a massa da igreja moderna.

 

Conceitos, como “temos que nos adaptar a culturas e aceitá-las como normais”, de que “uma vez que todas as coisas foram criadas por Deus poderemos usar o que quisermos”,  “a maldade está na mente das pessoas e não nas atitudes”, ou ainda, “Se o meu irmão se escandaliza, ele está pecando e não eu”, têm penetrado no meio das Igrejas cristãs e cauterizado a mente dos nossos líderes. Como conseqüência disto, a disseminação destes ensinos vem acontecendo através das gerações de novos cristãos, fazendo com que o verdadeiro cristianismo vem sendo deixado de lado.

 

 Creio, no entanto, que chegou a hora de mudarmos, reavaliar nossos conceitos e padrões e colocá-los a luz da Bíblia, não a luz da nossa ou de qualquer outra cultura. Não temos que aceitar nada que nos for repassado apenas porque todo mundo está aceitando sem antes termos consciência do que a bíblia fala sobre estes assuntos.

 

Em uma abordagem resumida, vemos o liberalismo destruindo o verdadeiro caráter da nossa vida cristã, o principio de sermos sal e luz, o desafio de termos sido chamados para vivermos em diferença e fazendo diferença.

 

Vamos lembrar que a palavra cristão significa “pequeno Cristo” e vamos pedir que o Espírito Santo de Deus nos conduza de volta ao verdadeiro cristianismo, sem farisaísmo ou libertinagem, para honra e glória do Seu nome. Vamos reavaliar nossas vidas, o que temos feito, em quem temos acreditado, o que temos repassado para os outros e buscarmos o direcionamento bíblico para cada um de nós.

 

Juntos, nós podemos mudar.

 

Por: Cleiton Fiuza

 

 

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Jesus alguma vez disse ser Deus?

Publicado por elouniversitario em Julho 16, 2008

Jesus é Deus? Investigue essas interessantes afirmações…

 

Os seguidores mais antigos de Jesus, todos eles, pareciam estar convencidos de que Jesus era realmente Deus em forma humana. Paulo disse: “Ele é a imagem do Deus invisível… Nele a Sua totalidade teve o prazer em residir”. João disse que Jesus criou o mundo. Pedro disse: “todo aquele que acredita Nele tem os seus pecados perdoados através de Seu nome”.

 

Mas o que Jesus disse sobre si mesmo? Alguma vez ele se apresentou como Deus? De acordo com a Bíblia, com certeza! Abaixo estão algumas de suas declarações feitas no tempo que estava na terra, e seus contextos.

 

Jesus É Deus? Como Ele Disse Que Era Deus:

 

Disseram-lhe os judeus: “Você ainda não tem cinqüenta anos e viu Abraão?” Respondeu Jesus: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” Então eles apanharam pedras para apedrejá-lo, mas Jesus escondeu-se e saiu do templo. (João 8:57-59)

 

“Eu e o Pai somos um”. Novamente os judeus pegaram pedras para apedrejá-lo, mas Jesus lhes disse: “Eu lhes mostrei muitas boas obras da parte do Pai. Por qual delas vocês querem me apedrejar?” Responderam os judeus: “Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”. (João 10:30-33)

 

Então Jesus disse em alta voz: “Quem crê em mim, não crê apenas em mim, mas naquele que me enviou. Quem me vê, vê aquele que me enviou. Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”. (João 12:44-46)

 

Quando terminou de lavar-lhes os pés, Jesus tornou a vestir sua capa e voltou ao seu lugar. Então lhes perguntou: “Vocês entendem o que lhes fiz? Vocês me chamam Mestre e Senhor, e com razão, pois eu o sou. Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros”. (João 13:12-14)

 

Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Já agora vocês o conhecem e o têm visto”. Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta”. Jesus respondeu: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?”. (João 14:6-9)

 

Jesus É Deus? Como Ele Se Descreve?

 

Jesus lhes disse: “Digo-lhes a verdade: Não foi Moisés quem lhes deu pão do céu, mas é meu Pai quem lhes dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desceu do céu e dá vida ao mundo”. Disseram eles: “Senhor, dá-nos sempre desse pão!”. Então Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede”. (João 6:32-35)

 

Falando novamente ao povo, Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”. Os fariseus lhe disseram: “Você está testemunhando a respeito de si próprio. O seu testemunho não é válido!”. Respondeu Jesus: “Ainda que eu mesmo testemunhe em meu favor, o meu testemunho é válido, pois sei de onde vim e para onde vou. Mas vocês não sabem de onde vim nem para onde vou”. (João 8:12-14)

 

Então Jesus afirmou de novo: “Digo-lhes a verdade: Eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim eram ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. (João 10:7-11)

 

Disse Marta a Jesus: “Senhor, se estivesses aqui meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, Deus te dará tudo o que pedires”. Disse-lhe Jesus: “O seu irmão vai ressuscitar”. Marta respondeu: “Eu sei que ele vai ressuscitar na ressurreição, no último dia”. Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?” Ela lhe respondeu: “Sim, Senhor, eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo”. (João 11:21-27)

 

Jesus É Deus? Ele Disse Que Foi Enviado Aqui Para Fazer O Quê?

 

Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo, como o Filho do homem que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. ( Mateus 20:25-28 )

 

Porque estava ensinando os seus discípulos. E lhes dizia: “O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e depois de três dias ele ressuscitará”. Mas eles não entendiam o que ele queria dizer e tinham receio de perguntar-lhe. (Marcos 9:31-32)

 

Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. ( João 3:16-18 )

 

“Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei. Pois desci do céu não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. (João 6:37-40)

 

 

Ainda querendo saber se Jesus é Deus? Para ler mais sobre o que Jesus disse e para compreender porque Ele veio, leia a seção da Bíblia chamada “João”.

 

Quer saber mais sobre como ter um relacionamento pessoal com Deus?

 

Fonte: Site Sua Escolha - “Jesus alguma vez disse ser Deus?”

 

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Evangelismo Incessante

Publicado por elouniversitario em Julho 13, 2008

À medida que sua igreja inicia um ministério em um campus da região, o evangelismo é o que vai diferenciá-lo. Isso fará a diferença entre um ministérios que apenas se mantém e um ministério em crescimento como vemos no livro de Atos.

 

Seria tentador construir um ministério que pudesse ser formado apenas pela reunião de cristãos. Mesma que a comunhão seja vital, ela não representa tudo o que Jesus veio fazer: alcançar e salvar os perdidos (Lucas 19:10).

 

As igrejas crescem através de um ou de todos os seguintes passos: crescimento por transferência, crescimento biológico e crescimento através de conversões. Enquanto os três são importantes e válidos, o terceiro é o que menos ocorre.

 

A boa notícia é que a maioria das pessoas que se convertem, tomam essa decisão antes de completarem 22 anos. Os estudantes universitários estão bem no meio desse tempo de decisão, e muitas crenças diferentes competem por sua lealdade. Nesta etapa de vida deles, precisamos fazer Jesus Cristo uma opção para eles.

 

Capacitar e motivar estudantes cristãos a realizarem um evangelismo que seja ao mesmo tempo natural e eficiente é uma tarefa realmente possível. As chaves para isso são a dependência do Espírito Santo, treinamento e a seleção do melhor método de abordagem. Combine todos esses fatores e o evangelismo poderá ser empolgante e frutífero.

 

Conforme você elabora planos para alcançar os perdidos, preste atenção nesses quatro princípios encontrados em Colossenses 4:2-6

 

Dediquem-se à oração, estejam alerta e sejam agradecidos. Ao mesmo tempo, orem também por nós, para que Deus abra uma porta para a nossa mensagem, a fim de que possamos proclamar o mistério de Cristo, pelo qual estou preso. Orem para que eu possa manifestá-lo abertamente, como me cumpre fazê-lo. Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um.

 

ORAÇÃO

 

Somente Deus pode mudar o coração humano. Nós devemos orar para que o Espírito Santo convença as pessoas de sua necessidade por Cristo (João 16:7-11).

 

Apenas Deus pode abrir portas. As portas podem parecer fechadas na universidade, mas Deus pode abri-las. Em 1985, os crentes da antiga União Soviética desafiaram os cristãos ao redor do mundo a orarem por aquela nação cativa. Deus se manifestou de maneiras poderosas e hoje o evangelho está se espalhando por toda aquela parte do mundo.

 

Somente Deus pode nos dar coragem. Muitos de nós tornamos nossos lábios como os rios congelados do Ártico quando se trata de compartilhar nossa fé. Em Atos 4:29 os crentes que estavam sendo perseguidos oraram pedindo coragem, e Deus os encheu com o Espírito Santo.

 

Procure por pessoas que tenham o coração voltado para os estudantes e que orem pela universidade. Encoraje estudantes a orarem especificamente por cada um de seus amigos e colegas descrentes. Ore por criatividade para poder levar o evangelho aos que precisam de Cristo.

 

PROCLAMAÇÃO

 

Evangelizar no novo testamento incluía a ampla proclamação da mensagem de Cristo. Jesus e Paulo procuravam freqüentemente expor mais pessoas ao evangelho (Marcos 1:38, Romanos 15:17-21).

 

Os estudantes são bombardeados diariamente com mensagens com um ponto de vista secular. Devemos aproveitar cada oportunidade apropriada para comunicar o ponto de vista Cristão (1 Coríntios 9:22, 1 Coríntios 10:3-5).

 

Desenvolva um plano que exponha a universidade à mensagem de Cristo e a perspectiva  cristã. Considere estratégias como pesquisas entre calouros (ver recursos adicionais), usando propaganda no campus, eventos e festas ou outras idéias mencionadas na seção anterior.

 

PRESENÇA

 

Paulo aconselhou seus amigos Colossenses a se comportarem com sabedoria entre os de fora. Ele sabia que eles poderiam ter um contato freqüente com os perdidos.

 

Muitos cristãos de hoje se isolam dos descrentes. Eles não influenciam aqueles que mais necessitam de sua influência. Jesus não se isolou dos perdidos, ou investiu Seu tempo exclusivamente com aqueles que O amavam ou O aceitavam. Ele se misturava, falando com cobradores de impostos e outros pecadores.

 

Estudantes cristãos e universitários possuem uma plataforma singular para o ministério porque eles fazem parte do campus. Freqüentemente, estudantes são desafiados a trazer um amigo a um evento evangelístico ou a uma interação em grupos sobre a fé cristã.  Estudantes que se relacionam com descrentes terão mais facilidade para encorajar outros a participarem de atividades evangelísticas.

 

Encoraje estudantes cristãos a desenvolverem atividades comuns com os estudantes descrentes no campus. Isso pode ocorrer na sala de aula, atividades extra classe, grupos afins (atletas, teatro, etc.) ou simplesmente fazendo novos amigos. Cada cristão pode formar uma rede de contatos de descrentes, os quais podem estar se encontrando com o autêntico cristianismo pela primeira vez.

 

PERSUASÃO

 

O encorajamento de Paulo aos Colossenses, que se aplica a nós também, é que temos que nos preparar para compartilhar nossa fé verbalmente de uma forma clara e graciosa. Nosso discurso deve ser temperado com sal. Dentre todas as pessoas, os cristãos deveriam ser as pessoas mais divertidas e cativantes.

 

Não é que tenhamos o poder de persuadir e fazer com que as pessoas se tornem cristãs. Apenas o Espírito Santo pode fazer isso, embora Deus tenha escolhido usar nossas palavras para comunicar Sua mensagem de amor e perdão. E como Paulo deixa claro, nós devemos usar nossas palavras sabiamente a fim de comunicar claramente a mensagem de Deus para o mundo perdido.

 

Os estudantes em seu ministério sabem como explicar o conteúdo do evangelho a uma pessoa que tenha expressado interesse? Muitos não têm confiança porque não sabem como compartilhar sua fé de uma forma simples e clara. Certifique-se de que os cristãos em seu ministério têm a habilidade de contar seu testemunho pessoal ou explicar em linhas gerais o evangelho.

©2000 Campus Crusade for Christ, Inc. Permissão autorizada para reproduzir para uso pessoal e ministerial, com a condição de que está linha de créditos seja incluída e o conteúdo seja mantido.

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7 PASSOS BÁSICOS PARA ORAR E JEJUAR COM SUCESSO

Publicado por elouniversitario em Julho 10, 2008

Começando Seu Jejum

 

Como começar e conduzir o seu jejum irá determinar grandemente o seu sucesso. Seguindo estes sete passos básicos para o jejum, você irá tornar o seu tempo com o Senhor muito mais significativo e espiritualmente recompensador.

 

PASSO 1: Defina Seu Objetivo

 

Por que você está jejuando? É para a sua renovação espiritual, por direção, cura, solução dos problemas, graça especial para enfrentar uma situação difícil? Peça ao Espírito Santo que mostre claramente a sua direção e os objetivos para o seu jejum e oração. Isto irá capacitá-lo a orar mais específica e estrategicamente.

 

Através do jejum e da oração nós nos humilhamos perante Deus de tal forma que o Espírito Santo irá avivar o nosso espírito, despertar as nossas igrejas e sarar a nossa terra de acordo com 2 Crônicas 7:14. Faça disso uma prioridade no seu jejum.

 

PASSO 2: Faça seu compromisso

 

Ore sobre o tipo de jejum que você deve adotar. Jesus deu a entender que todos os Seus seguidores deveriam jejuar (Mateus 6:16-18; 9:14,15). Para Ele a questão era quando os crentes iriam jejuar e não se eles jejuariam. Antes de jejuar, decida sobre os tópicos abaixo:

 

Qual será a duração do seu jejum – uma refeição, um dia, uma semana, várias semanas, quarenta dias (Os iniciantes devem começar lentamente até alcançar jejuns mais prolongados).

 

Que tipo de jejum Deus quer que você adote (de água apenas ou de água e sucos; que tipo de sucos você irá tomar e qual a freqüência).

 

Que atividades físicas ou sociais você irá restringir-se.

 

Quanto tempo por dia você dedicará a oração e a Palavra de Deus.

 

Fazer esses compromissos com antecedência irá ajudá-lo a sustentar o seu jejum quando as tentações físicas e as pressões da vida tentarem fazê-lo abandonar o seu jejum.

 

PASSO 3: Prepare-se Espiritualmente

 

Questões sobre Oração

 

O fundamento básico do jejum e oração é o arrependimento. Pecados não confessados irão bloquear as suas orações. Aqui estão algumas coisas que você pode fazer para preparar o seu coração:

 

Peça a Deus para ajudá-lo a fazer uma lista abrangente dos seus pecados.

 

Confesse cada pecado que o Espírito Santo trouxer a sua mente e aceite o perdão de Deus (1 João 1:9).

 

Procure obter o perdão de todos os que você ofendeu e perdoe a todos os que o feriram (Marcos 11:25; Lucas 11:4; 17:3,4).

 

Faça restituições à medida que o Espírito Santo lhe mostrar.

 

Peça a Deus para enchê-lo com o Seu Espírito Santo de acordo com a sua ordem em Efésios 5:18 e a Sua promessa em 1 João 5:14,15.

 

Entregue a sua vida completamente a Jesus Cristo como o seu Senhor e Mestre; recuse-se a obedecer a sua natureza mundana (Romanos 12:1,2).

 

Medite sobre os atributos de Deus, Seu amor, soberania, poder, sabedoria, fidelidade, graça, compaixão, e outros (Salmos 48:9,10; 103:1-8, 11-13).

 

Comece o seu tempo de jejum e oração com uma expectativa no seu coração (Hebreus 11:6).

Não subestime a oposição espiritual. Satanás muitas vezes intensifica a batalha natural entre o corpo e o espírito (Gálatas 5:16,17).

 

PASSO 4: Prepare-se Fisicamente

 

Jejum requer precauções conscientes. Consulte o seu médico em primeiro lugar, especialmente se você toma alguma medicação ou tem uma enfermidade crônica. Algumas pessoas nunca devem jejuar sem a supervisão de um profissional.

Preparação física faz com que uma mudança drástica na sua rotina alimentar seja mais fácil, de tal modo que você possa concentrar toda a sua atenção para o Senhor em oração.

 

Não comece o seu jejum abruptamente.

 

Prepare o seu corpo. Coma pequenas refeições antes de começar um jejum. Evite alimentos de alto teor de gordura e açúcar.

 

Coma frutas e verduras cruas por dois dias antes de começar o jejum

 

Enquanto Você Jejua

 

Seu tempo de jejum e oração chegou. Você está se abstendo de todas as comidas sólidas e está buscando ao Senhor. Aqui estão algumas sugestões úteis a serem consideradas:

 

Limite as suas atividades.

 

Exercite-se moderadamente. Ande um a quatro quilômetros por dia se for conveniente e confortável.

 

Descanse o máximo que o seu horário permitir.

 

Prepare-se para uma período de desconforto mental temporário como: impaciência, irritabilidade e ansiedade.

 

Espere algum desconforto físico, especialmente no segundo dia. Você poderá ter breves dores causada pela fome, tonturas ou algo “esquisito”. A retirada de café e açúcar pode causar cefaléia. O mau estar físico pode incluir fraqueza, cansaço ou sonolência.

 

Os primeiros dois ou três dias são geralmente os mais difíceis. A partir do momento que você prossegue com o seu jejum, você irá experimentar uma sensação de bem-estar, tanto físico como espiritual. Quando sentir a “dor -de- fome”, aumente a ingestão de líquidos.

 

PASSO 5: Matenha-se no Programa

 

Para um aproveitamento espiritual máximo, separe bastante tempo para estar sozinho com o Senhor. Ouça a Sua direção. Quanto mais tempo você passar com Ele, mais significativo será o seu jejum.

 

De manhã

 

Comece o seu dia com louvor e adoração.

 

Leia e medite na Palavra de Deus, de preferência de joelhos.

 

Convide o Espírito Santo a trabalhar em você para querer e realizar a Sua boa vontade de acordo com Filipenses Filipenses 2:13.

 

Convide Deus a usá-lo. Peça a Ele para mostrar a você como influenciar seu mundo, sua família, sua igreja, sua comunidade, seu país e assim por diante.

 

Ore para ter a visão de como Ele deseja usar sua vida e por poder para realizar a Sua vontade.

 

De tarde

 

Volte para a oração e a Palavra de Deus.

 

Faça uma breve caminhada de oração.

 

Passe um tempo de oração interessaria pelo líderes de sua comunidade e nação, pelas milhões de pessoas não alcançadas, por sua família e por suas necessidades especiais.

 

De noite

 

Fique um tempo sozinho, sem pressa, para “buscar a Sua face”.

 

Se outras pessoas estiverem jejuando com você, encontrem-se para orar.

 

Evite a televisão e outras formas de distração que possam desviar o seu foco espiritual.

 

Quando possível, comece e termine cada dia ajoelhado com o seu cônjuge para um breve momento de louvor e agradecimento a Deus. Períodos maiores com o nosso Senhor em oração e estudo da Sua Palavra são sempre melhores quando estamos sozinhos.

 

Uma rotina diária é vital também. Dr. Julio C. Ruibal (nutricionista, pastor e especialista em jejum e oração) sugere um programa diário e uma lista de sucos que podem ser úteis e satisfatórios para você. Modifique este programa e os líquidos que irá ingerir de acordo com o seu gosto e as circunstâncias que melhor se adequar a você.

 

5hs – 8hs da manhã

Sucos de frutas, preferencialmente recém extraídos ou, se a fruta for ácida, misturados e diluídos em 50% de água destilada. Maça, pêra, toranja, mamão, melancia ou outros sucos de frutas são geralmente preferenciais. Se não puder preparar o próprio suco, compre os sucos sem açúcar ou conservantes.

 

10hs30min – meio-dia.

Suco de vegetais frescos à base de alface, salsão e cenoura em três partes iguais.

 

14hs30min – 16hs

Chá de ervas com uma gota de mel. Evite chá preto ou qualquer chá com cafeína.

 

18hs – 20hs30min

Caldo feito à base de batata, salsão e cenoura sem sal. Após cozê-los por meia hora, separe o caldo e beba.

 

Dicas sobre o Jejum de Líquidos

 

Consumir suco de frutas irá diminuir a sua “dor-de-fome” e fornecerá alguma energia natural do açúcar. O sabor e o estímulo irá motivar e fortalecê-lo para continuar o jejum.

 

Os melhores sucos são feitos a partir de melancias, limões, uvas, maças, repolhos, beterrabas, cenouras, salsões ou folhas de legumes verdes frescos. Em tempos frios você poderá desfrutar de um caldo de vegetais quente.

 

Misture os sucos ácidos (laranja, tomate) com água para não comprometer seu estômago.

Evite bebidas com cafeína. Evite também os chicletes ou mentolados, mesmo que o seu hálito esteja ruim. Eles estimulam a ação digestiva do seu estômago.

 

Como Experimentar e Manter um Reavivamento Pessoal

 

Peça para o Espírito Santo revelar qualquer pecado não confessado em sua vida.

Procure o perdão de todos aqueles que você tenha ofendido. Faça restituições onde Deus o guiar.

 

Examine o motivo de cada uma das suas palavras e obras.

 

Peça ao Espírito Santo para guardar o seu caminho da complacência e da mediocridade.

 

Louve e agradeça ao Senhor continuamente em todos os caminhos e todos os dias, independentemente das circunstâncias.

 

Recuse a obedecer a sua natureza carnal (Gálatas 5:16,17).

 

Entregue a sua vida a Jesus Cristo como o seu Salvador e Senhor. Desenvolva dependência completa nEle em total submissão e humildade.

 

Estude os atributos de Deus.

 

Tenha sede e fome de justiça.(Mateus 5:6).

 

Ame a Deus com todo o seu coração, alma e entendimento (Mateus 22:37).

 

Aproprie-se da plenitude contínua e do controle do Espírito Santo pela fé, baseando-se na ordem (Efésios 5:18 ) e promessa de Deus (1 João 5:14,15).

 

Leia, estude, medite e memorize a Palavra santa, inspirada e infalível de Deus diariamente (Colossenses 3:16).

 

Ore sem cessar (1 Tessalonicenses 5:17)

 

Jejue e ore por um período de 24 horas cada semana. Considere em oração tornar-se um dos dois milhões de cristãos que irão jejuar por quarenta dias antes do final do ano 2000.

 

Procure compartilhar Cristo diariamente como um estilo de vida.

 

Decida a viver uma vida santa e piedosa, de obediência e fé.

 

Comece ou una-se a grupos de estudo bíblico nos lares ou numa igreja que enfatize o reavivamento e uma vida santificada

 

Terminando o Jejum

 

Quando o tempo designado do jejum estiver terminando, você poderá começar a comer novamente. Entretanto, como terminar o seu jejum é extremamente importante para o seu bem-estar físico e espiritual.

 

PASSO 6: Termine seu Jejum Gradualmente

 

Comece a comer gradualmente. Não coma comidas sólidas imediatamente após o seu jejum. A introdução súbita de alimentos sólidos no seu estômago e trato digestivo irá causar conseqüências negativas ou até mesmo perigosas. Prefira várias refeições pequenas ou lanches cada dia. Se você terminar o seu jejum gradualmente, os efeitos benéficos, físicos e espirituais, irão resultar em uma boa saúde.

 

Eis algumas sugestões para ajudá-lo a finalizar o seu jejum apropriadamente:

 

Termine um jejum prolongado de líquidos com frutas como a melancia.

 

Enquanto continuar a beber sucos de frutas ou verduras, adicione o seguinte:

 

Primeiro dia: Adicione uma salada crua.

 

Segundo dia: Adicione batata assada ou cozida, sem manteiga e sem temperos.

 

Terceiro dia: Adicione uma verdura cozida no vapor.

 

Os dias seguintes: Comece a reintroduzir a sua dieta normal

 

Retorne gradualmente a comer regularmente com vários lanches pequenos durante os primeiros dias. Comece com uma sopa pequena e frutas frescas como melancia ou melão. Prossiga com algumas colheres de comida sólida como fruta e verdura fresca ou uma salada crua e batata assada.

 

Uma Palavra Final

 

PASSO 7: Espere os Resultados

 

Se você se humilhar sinceramente perante o Senhor, arrepender-se, orar e procurar a face de Deus; se você meditar consistentemente na Sua Palavra, você irá experimentar uma percepção maior da Sua presença (João 14:21). O Senhor irá dar um vigoroso e novo discernimento espiritual. Sua confiança e fé em Deus irá se fortalecer. Você se sentirá mentalmente, espiritualmente e fisicamente renovado. Você verá respostas para as suas orações.

 

Um único jejum, entretanto, não é um remédio “cura-tudo” espiritual. Assim como precisamos de um novo enchimento do Santo Espírito diariamente, nós também precisamos de novos períodos de jejum perante Deus. Um jejum de 24 horas cada semana tem sido altamente recompensador para muitos cristãos.

 

Leva tempo para fortalecer seu músculo do jejum espiritual. Se você falhar em fortalecê-lo no primeiro jejum, não desanime. Você pode ter tentado um jejum muito prolongado na primeira vez ou talvez precise fortalecer seu entendimento e determinação. Assim que possível, submeta-se a um outro jejum até que seja bem sucedido. Deus haverá de honrá-lo pela sua fidelidade.

 

Eu o encorajo a juntar-se a mim no jejum e na oração, uma vez após outra, até que nós experimentemos verdadeiramente um reavivamento em nossas casas, nossas igrejas, nossa nação amada e em todo o mundo.

 

Fonte: livro do Dr. Bill Bright – 7 passos básicos para orar e jejuar com sucesso.

 

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