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Testemunho Pessoal – Como Jesus Agiu

Publicado por elouniversitario em Julho 10, 2008

Em João 4.7-26 nos mostra o exemplo que o Mestre deixou de como compartilhar nossa fé. Perceba que Jesus se dirigiu a mulher perto do poço quando ela estava sozinha. Veremos que as pessoas normalmente são mais abertas e autênticas quando estão sozinhas. Portanto, se possível, tente abordar alguém que esteja sozinho [o ideal é que seja do mesmo sexo que você]. Desses versículos podemos tirar quatro princípios claros a serem seguidos.

1º Jesus começou falando de coisas da natureza (v.7)

 

Essa mulher ainda não havia nascido de novo, e a Bíblia nos diz: “Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vem do Espírito de Deus” 1 Co 2.14. Por isso, ele falou de coisas que ela poderia compreender, neste caso, a água. A maioria das pessoas pode iniciar um diálogo com um estranho falando de assuntos “naturais”. A conversa pode iniciar-se com uma pergunta amigável: “Como vai?” ou um bom dia caloroso. Se a pessoa responder no mesmo tom, podemos prosseguir a conversa com uma pergunta do tipo: “Senhor/senhora mora aqui perto?” e partindo daí, poderemos iniciar uma conversa.

 

2º Jesus mudou a conversa para os assuntos espirituais (v.10)

 

Sem maiores rodeios ele começou a falar das coisas de Deus. É preciso coragem para fazer isso. Você pode dizer algo como: “Você costuma ir à igreja aos domingos?”, ou “Você assistiu aquele programa cristão na TV ontem à noite?”. Se a pessoa responder de maneira positiva, é hora de aprofundar um pouco o diálogo: “O Senhor/senhora vem de uma família cristã?”. Isso levará a conhecer um pouco mais da história dessa pessoa. Ela poderá responder algo como: “Eu ia a missa quando era pequena, mas me afastei da religião quando cresci”.

 

Outra forma simples de reorientar a conversa para assuntos espirituais é oferecer um folheto a uma pessoa na rua e perguntar: “Você aceita um desses folhetos?”. Quando a pessoa pegar o folheto, apenas diga: “É um folheto sobre a Bíblia. Você pertence a uma família cristã?”.

 

3º Usando a Lei de Deus, Jesus mostrou a mulher que ela estava condenada ( v.16-18 )

 

Jesus falou gentilmente a consciência daquela mulher ao mencionar o fato que era transgredira o sétimo mandamento do decálogo. Ele utilizou a Lei para tornar a mulher “consciente do pecado” – “Sabemos tudo que a Lei diz, o diz àqueles que estão debaixo dela, para que toda boca se cale e todo mundo esteja sob o juízo de Deus. Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência a Lei, pois é mediante a Lei que nos tornamos plenamente consciente do pecado” Rm 3.19,20.

 

Podemos conseguir o mesmo resultado ao perguntar: “Você acha que consegue cumprir todos os dez mandamentos?”. A maioria das pessoas acha que sim, por isso prossiga rapidamente com outra pergunta: “Você já mentiu alguma vez?”. Isto é confrontador, contudo, se a pergunta for feita de forma amorosa e educada, a pessoa não se sentirá ofendida. Lembre-se de que a exigências da Lei de Deus também estão gravadas no coração dos indivíduos e de que a própria consciência dará “testemunho” as suas palavras (Rm 2.15). Jesus confrontou o homem rico em Lc 18.18-21 com cinco dos dez mandamentos, e ele não se ofendeu. Tenha confiança que a consciência da outra pessoa fará o trabalho dela e confirmará a verdade de cada mandamento da Lei de Deus. Não se sinta constrangido em perguntar educadamente: “Você já roubou alguma coisa, alguma vez, mesmo que seja algo muito pequeno?”.

 

Aprenda a abrir a espiritualidade da Lei e a expor como Deus considera a cobiça sexual dos olhos igual ao próprio adultério ( Mt 5.27,28 ) e o ódio é comparado ao assassinato (1 Jo 3.15). Certifique-se de que a pessoa admita sua culpa. Depois disso, pergunte a essa pessoa: “Se no dia do juízo Deus julgá-lo com base nos dez mandamentos, você acha que seria considerado culpado ou inocente?”. Se ela responder que seria considerada inocente, pergunte-lhe: “Por que inocente?”. Se então ela admitir sua culpa, faça esta pergunta: “Você acha que irá para o céu ou para o inferno?” daí em diante a conversa poderá tomar três rumos.

 

1.      A pessoa poderá dizer de forma categórica: “Não acredito nesse negócio de inferno”. Responda gentilmente: “Isto não faz diferença, você terá que encarar Deus no juízo final, acredite ou não no inferno. Por exemplo: Se eu pular no meio de uma rodovia, com um caminhão enorme vindo ao meu encontro, e eu disser: ‘Eu não acredito que caminhões existam’, minha descrença na existência de caminhões não vai mudar meu destino!”.

Depois, educadamente, conte a essa pessoa que ela admitiu que havia mentido, ou roubado, ou adulterado em seu coração, e que Deus lhe deu uma consciência para que ela pudesse discernir o certo do errado. A consciência dela e a acusação do Espírito Santo vão fazer o resto do trabalho.

 

Por isso é muito importante arrancar da pessoa uma admissão de culpa antes de você mencionar o dia do juízo ou a existência do inferno.

 

2.      A pessoa pode admitir que é culpada, mas que mesmo assim irá para o céu. Isso acontece por que ela pensa que Deus é “bom” e, em razão disso vai fechar os olhos para o pecado dela. Argumente que, se um juiz tiver diante de si um criminoso e este juiz for realmente um homem bom, ele não poderá deixar tal criminoso ficar impune. Ele precisará fazer com que o réu seja punido. Se Deus é bom, ele naturalmente deverá punir os assassinos, estrupadores, ladrões, mentirosos, adúlteros, fornicadores, bem como as pessoas que vivem em rebelião contra a luz interior que Deus concedeu a cada pessoa.

 

3.      A pessoa poderá admitir que é culpada por isso merece ir para o inferno. Pergunte-lhe se isso a preocupa. Pergunte-lhe se ela dá valor aos próprios olhos. Depois, pergunte-lhe se não deveria valorizar ainda mais a salvação da sua alma! Se possível verifique com essa pessoa os versos de Mt 5.21,22.

 

4º Jesus revelou-se à mulher (v.26)

 

Depois que a Lei expõe a pessoa e a torna humilde, chega um momento em que ela estará pronta para ouvir a respeito da graça. Lembre-ser do que a Bíblia diz: “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (Tg 4.6). O evangelho é para os humildes, veja Lc 4.18. Apenas os doentes precisam de médico e somente as pessoas que admitirem que tem a doença do pecado abraçarão verdadeiramente a cura proporcionada pelo evangelho.

 

Aprenda a apresentar a obra da cruz – que Deus enviou o seu Filho para sofrer e morrer em nosso lugar. Fale ao pecador sobre o amor de Deus revelado em Cristo; diga-lhe que Jesus ressuscitou dos mortos e derrotou a morte. Mostre-lhe a Lei civil e diga-lhe: “O negócio é muito simples nós que quebramos a Lei de Deus, e Jesus pagou a nossa multa. Se você se arrepender e confiar nele como seu Salvador, Deus perdoará seus pecados e encerrará seu julgamento”.

 

Pergunte ao pecador se ele compreendeu o que você lhe disse. Se ele tiver vontade de confessar ou reconhecer seus pecados e confiar na salvação eterna que Jesus lhe concede, leve-o a orar e a pedir a Deus que o perdoe. Depois, ore por ele. Dê a esse pecador uma Bíblia. Incentive-o a lê-la todos os dias e a obedecer ao que ela ensina; da mesma forma anime-o a entrar para uma igreja que creia na Bíblia e pregue a palavra de Cristo.

 

Por: Cleiton Fiuza

Fonte: Bíblia NVI Evangelismo em Ação: compilada por Ray Comfort; tradução Emirson Justino e Marcelo Siqueira Gonçalves. – São Paulo: Editora Vida, 2005 (páginas 1031 e 1032).

 

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Por que escolher o Deus da Bíblia?

Publicado por elouniversitario em Julho 9, 2008

Existe um Deus ideal? Um que atenda aos critérios que muitos de nós considerariam importantes para um Deus? É possível que o Deus descrito na Bíblia seja esse Deus? Se você está curioso, continue lendo…

 

# 1: A Natureza de Deus – Um Deus que é maior do que nós

 

A humanidade fez grandes progressos nos últimos anos. Podemos, hoje, viver mais tempo do que nossos ancestrais; voar mais rápido que a velocidade do som e ter acesso ao mundo inteiro a partir de um teclado de computador. Mas enquanto tivemos progressos em algumas direções, parecemos ter regredido em muitas outras. Considere o seguinte:

 

Desde 1960, houve um aumento de 560% de crimes violentos.

A taxa de divórcio triplicou nos últimos 10 anos.

A taxa de suicídio entre adolescentes aumentou 200%.

6,000 pessoas em torno do globo contraem HIV todo o dia. (“Speaking Of: World Health,” Los Angeles Times, May 2, 1995, H2; citing “The World Health Report 1995, Bridging the Gaps.”)

Cerca de 750 milhões de pessoas sofrem de fome crônica ao redor do globo. (Los Angeles Times, December 15, 1992)

 

Infelizmente, a lista poderia continuar. Por exemplo, nas décadas recentes, testemunhamos um número recorde de guerras mundiais. Se a humanidade é o próprio Deus, parece que não está fazendo um trabalho muito bom. Mesmo com uma altíssima tecnologia, ainda temos crime, divórcio, conflitos raciais e fome imposta pelos governos. Desta forma, não seria ótimo ter um Deus que é maior do que a humanidade, um Deus que tem a capacidade de nos levar além de onde podemos ir sozinhos?

 

O Deus descrito na Bíblia é este Deus: Ele afirma ser o Criador do universo -transcendente, onisciente, todo poderoso, que sempre existiu e é o sustentador de todas as coisas. Ele diz: “Fui eu que fiz a terra e nela criei a humanidade. Minhas próprias mãos estenderam os céus; eu dispus o seu exército de estrelas.”, “Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu.” e “Eu sou … o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso.”

 

# 2: A Natureza de Deus – Um Deus que pode ser conhecido pessoalmente

 

É comum, hoje em dia, pensar em Deus como um tipo de campo de força que existe em todas as coisas. Mas, mesmo se todas as coisas existem e são sustentadas pelo poder de Deus, a cada momento, Deus pode ser muito mais do que isto. Por exemplo, não seria melhor ter um Deus que é como um parente, irmão ou um amigo? Alguém com quem você pode falar e dividir seus problemas; de quem pode receber orientação; com quem pode ter uma experiência de vida? O que há de tão especial em um Deus impessoal, desconhecido e distante?

 

Apesar de sua grandeza e “alteridade”, o Deus da Bíblia é conhecível, e quer ser conhecido. Mesmo não sendo visível, nós podemos falar com Ele, fazer perguntas e ouvi-lo: Ele nos dará respostas e orientação para a vida. Na maioria das vezes, Ele dá essas respostas e direcionamentos através da Sua Palavra, a Bíblia, que muitos chamam a carta de amor de Deus para nós.

 

Qualquer pessoa pode ter o mesmo tipo de relacionamento com Deus, que temos com um familiar bem próximo. Na verdade, aqueles que o conhecem, Ele os chama de filhos, noiva, amigos. Assim, o Deus da Bíblia é tudo menos impessoal. Ele fica zangado ou triste, mostra sua misericórdia, bondade e perdão – é um ser completamente emocional. Ele é altamente intelectual, tem personalidade e engenhosidade. Podemos conhecer mais do que apenas meros fatos sobre Ele, nós podemos, na verdade, conhecê-lo intimamente como nosso melhor amigo: “Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro.”

 

Fonte: Site SuaEscolha.com

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# 3: A Natureza de Deus – Um Deus que pode compreender a experiência humana

Publicado por elouniversitario em Julho 9, 2008

Alguns pensam em Deus como um ser remoto e distante, como se Ele tivesse criado o universo e, depois, deixado-o para que fosse operado por conta própria. Não seria melhor ter um Deus que se envolve com o universo, e especificamente, com o que acontece aqui na Terra? E o que dizer sobre as dificuldades particulares, responsabilidades e desafios com que, como seres humanos, temos de lidar? Não seria melhor ter um Deus que pudesse entender essas coisas, um Deus que de alguma maneira soubesse o que é enfrentar a vida no árduo mundo que Ele permitiu que existisse?

 

O Deus da Bíblia sabe o que é ser um de nós. Jesus Cristo não foi apenas o filho de Deus, Ele foi o próprio Deus, que tomou forma e natureza humana. “No princípio era aquele que é a Palavra [Jesus]. Ele estava com Deus, e era Deus. Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.”

 

Sobre o filho de Deus, a Bíblia diz: “O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser.” Ele é “a imagem do Deus invisível.” Ele é o “Deus Poderoso, Pai Eterno”, que foi “encontrado em forma humana.”, “Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” e “nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis.”

 

Jesus disse sobre si mesmo: “Quem me vê, vê o Pai.”, “Quem me vê, vê aquele que me enviou.” e “Eu e o Pai somos um.”

 

Apesar de Ele ser plenamente Deus, Jesus também foi, de alguma forma, plenamente humano. Ele passou fome, dormiu, chorou, comeu. Ele enfrentou todo tipo de dificuldade que enfrentamos e ainda outras. Por isso, a Bíblia diz que Ele não é capaz de não “se compadecer das nossas fraquezas.” Ele foi “alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.”

 

Assim, o Deus da Bíblia não se poupou da dor, do sofrimento e da maldade no nosso mundo. Ele enfrentou a vida como devemos enfrentar. Na verdade, ele teve uma vida muito humilde enquanto permaneceu neste planeta. Ele nasceu em um lar pobre, não foi bonito, sofreu preconceito e ódio, foi mal compreendido até mesmo pela própria família e amigos e foi executado de acordo com a lei.

 

#4: A Natureza de Deus – Um Deus que realmente se importa conosco

 

A maioria de nós que ser aceita e amada. Queremos que as pessoas realmente se importem conosco, e não somente através de palavras superficiais. Queremos que seu carinho e respeito sejam provados em suas ações. Não seria a mesma verdade também a respeito de Deus? Ou seja, não seria ideal se Deus realmente se importasse conosco e nos desse provas tangíveis desse amor?

 

O Deus da Bíblia realmente se importa. Ele afirma isso em palavras. De fato, a Bíblia diz que “Deus é amor.” Mas, palavras não comunicam cuidado e zelo tanto quanto as ações o fazem. É por isso que o Deus da Bíblia é tão único e impressionante. Ele realmente nos mostrou o quanto Ele se importa conosco: “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.”, “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito[v], para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.”

 

O Deus da Bíblia afirma ser um ser perfeito e sagrado. “Deus é luz; nele não há treva alguma.” Como tal, Ele deseja um relacionamento consigo que seja limpo e puro. Para isso, Deus enviou seu próprio Filho para propiciar a nós um meio de nos tornarmos limpos diante de Deus. Jesus viveu uma vida moralmente perfeita, mesmo assim foi espancado, torturado e crucificado como “pagamento” por todas as coisas erradas que dizemos, fazemos ou pensamos (chamadas de “pecados”). Nesse sentido, Ele morreu no nosso lugar, por nossa causa: “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus.”, “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade [pecados] de todos nós.”

 

Deus se importou tanto conosco que mandou seu Filho para morrer em nosso lugar, pelos nossos pecados. Isso mostra o quanto Deus queria conhecer a gente. Ele estava disposto a fazer o que fosse necessário… Lidar com nossos pecados era necessário. Agora podemos ser plenamente perdoados e começar uma relação com Deus sem nenhuma barreira.

 

Fonte: Site SuaEscolha.com

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# 5: A Natureza De Deus – Um Deus que tem tudo completamente sob controle

Publicado por elouniversitario em Julho 9, 2008

Todos as terríveis coisas do mundo provam que um Deus bom e todo poderoso não existe, certo? Não necessariamente. Mesmo um Deus perfeito poderia permitir acontecerem coisas ruins durante um tempo, como parte de um plano maior. Deus pode saber exatamente o que está acontecendo todo o tempo e só permitir tais coisas, como parte de um grande esquema.

 

O Deus da Bíblia é este Deus: Ele afirma que nada acontece na Terra sem que Ele permita. Ele é completamente soberano sobre todas as coisas: “Quem poderá falar e fazer acontecer, se o Senhor não o tiver decretado?”, “Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito permanecerá em pé, e farei tudo o que me agrada.”, “Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações” e “mas o que prevalece é o propósito do Senhor.”

 

Isso não significa, entretanto, que tudo o que acontece é algo de que Deus gosta. Por exemplo, Jesus contou a seus discípulos como orar; nessa oração, uma das frases-chave era: “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.” A vontade moral de Deus é sempre feita no céu, mas não na Terra. Enquanto Deus é soberano sobre todas as coisas, Ele não gosta de tudo o que acontece na Terra. Mas por alguma razão, Ele permite essas coisas de acontecerem (sua vontade permissiva), talvez como parte da liberdade de escolha que temos como seres humanos.

 

O Deus da Bíblia tem um plano e não descansará “até que Ele tenha completado os seus propósitos.” Qual é esse plano? O objetivo final de Deus é viver com as pessoas em um ambiente totalmente diferente do que conhecemos presentemente. Sobre o próximo mundo Deus diz: “Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou. Estou fazendo novas todas as coisas!”

 

# 6: A Natureza De Deus – Um Deus que dá Significado e Propósito à vida

 

Se você pensar em uma importante tarefa ou projeto que você completou, provavelmente lembrará da sensação de trabalho cumprido que você tinha quando tudo foi terminado. É isto que você realmente quer para sua vida: amontoar coisas? Poderia haver um Deus que criou sua vida com propósito e que pode guiar você para viver esse propósito?

 

Sim. O Deus da Bíblia pode. Ele prometeu que Ele pode fazer nossas vidas terem significado e propósito. Através de uma relação com Ele, nós podemos “fazer boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos.” Nós podemos fazer uma diferença positiva na vida dos outros. Nós podemos nos tornar parte do seu plano principal.

 

O Deus da Bíblia também diz que, em uma relação constante com Ele, Ele pode dirigir nossos passos para assim fazermos aquilo que agrada a Ele e o que for de nosso melhor interesse próprio, em todo tempo: “reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas.” Isso não quer dizer que a vida se tornará perfeitamente maravilhosa. Ainda haverá doença, problemas na vida e fracassos pessoais. A vida não se tornará perfeita, mas se tornará mais enriquecedora. O benefício de conhecer Deus, em suas palavras, são: “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”

 

Fonte: Site SuaEscolha.com

 

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# 7 A Natureza de Deus – Um Deus que oferecer verdadeira realização pessoal

Publicado por elouniversitario em Julho 9, 2008

Como amor e aceitação, a maioria de nós quer encontrar plenitude na vida. Parece ser algo semelhante a uma sede interior que deseja ardentemente ser satisfeita. Mas essa sede, mesmo com nossas tentativas, não consegue ser satisfeita por coisas como dinheiro, bens, romance ou mesmo diversão. Por isso, não seria ótimo se existisse um Deus que pudesse satisfazer nossa “sede”, um Deus cuja presença trouxesse um constante nível de satisfação à vida?

 

O Deus da Bíblia oferece a vida mais plena possível. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” Ele também disse: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.” Assim, o Deus da Bíblia promete satisfazer aquele anseio interior que nada mais parece satisfazer. (Ele provavelmente nos fez de modo que seja esse exatamente o caso!)

 

O Deus Ideal

 

De acordo com a Bíblia, há apenas um único Deus verdadeiro, um único criador de todas as coisas. Mas esse Deus é um Deus ideal. Não podemos desejar que um outro Deus exista, mas mesmo que pudéssemos, porque o iríamos querer? O verdadeiro Deus já é o melhor Deus possível.

 

Este artigo deu simplesmente uma pincelada sobre como o Deus da Bíblia é. Se você tem o desejo de investigar o caso de forma mais profunda, você pode ler um livro da Bíblia chamado “João”. Se você estiver sendo sincero e se o Deus da Bíblia é real, não faria sentido que Ele se revelasse para você? Ele diz: “Amo os que me amam, e quem me procura me encontra. “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta.”

 

Está pensando em como você pode conhecer esse Deus ideal? Basicamente, começar um relacionamento com Deus é muito parecido com começar um casamento. É preciso uma decisão para entrar nesse relacionamento de vontade própria. Da mesma forma, com Deus, é uma questão de dizer para Ele e sinceramente querer dizê-lo “Eu aceito”.

 

Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, ressuscitou dos mortos três dias depois e está bem vivo hoje. Ele agora oferece nova vida para nós, se confiarmos nele para o perdão dos nossos pecados: “Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.”

 

Deus não julga as pessoas com parcialidade. Todos foram criados à sua imagem. Dessa forma, sua família eterna é descrita como “uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas.” E nenhum pecado na sua vida pode impedi-lo de começar um relacionamento com Ele. Ele cuidou do problema do pecado na cruz, onde Jesus foi morto. Agora, é uma questão de você depositar sua fé na morte de Jesus, por sua causa, não importando o que você tenha feito no passado.

 

Uma vez que você começar um relacionamento com Deus, esse relacionamento é designado para durar por toda a eternidade. Mas também é designado a ser um relacionamento vivo e vital hoje, nesta vida, um relacionamento que irá crescer cada vez mais com o tempo. Como qualquer relacionamento, haverá altos e baixos, alegrias e dores. Mas você terá um relacionamento com o Deus que o criou para um único propósito: conhecê-lo.

Você sente Deus tocando o seu coração? Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei.” Se você gostaria de convidar Deus para entrar na sua vida agora mesmo, aqui há sugerida uma oração para guia-lo (o que é importante, no entanto, não é repetir palavras, mas ter um coração sincero):

 

Querido Deus, confesso que sou pecador. Obrigado por tomar todos os meus pecados sobre si, na pessoa de Jesus Cristo na cruz. Eu quero receber o seu perdão e entrar em um relacionamento pessoal com o Senhor. Eu peço que entre na minha vida como meu Salvador e Senhor, para ser o meu Deus deste dia em diante, e para me tornar a pessoa que o Senhor deseja que eu seja.

Fonte: Site SuaEscolha.com

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Além dos Evangelhos, existem outras fontes sobre Jesus Cristo?

Publicado por elouniversitario em Julho 7, 2008

Os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João não são os únicos escritos antigos que relatam a existência de Jesus e fatos ligados a Ele. Cornélio Tácito (nascido em 52-54 d.C), considerado um historiador romano, governador da Ásia, genro de Júlio Agrícola, que era governador da Grã-Bretanha, escrevendo sobre o reino de Nero, Tácito refere-se à morte de Cristo e a existência de cristãos em Roma:

“Mas, nem todo o conforto que poderia vir dos homens, nem todos os favores que o príncipe poderia conceder, nem todos os sacrifícios que poderiam ser oferecidos aos deuses, valeriam para libertar Nero da infâmia de ser acusado da ordem de conflagração, do incêndio de Roma. Daí, para abafar os boatos, ele falsamente culpou, e castigou com as mais inusitadas torturas, as pessoas comumente chamadas de cristãs, que eram odiadas devido às suas atrocidades. Cristo, o fundador do nome, foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, procurador da Judéia no reino de Tibério. No entanto, a perniciosa superstição, que durante algum tempo foi reprimida, irrompeu novamente, não apenas em toda a Judéia, onde se originou o mal, mas também na cidade de Roma” (Annais XV.44)

Tácito faz outra referência ao cristianismo em um fragmento de seus textos históricos, falando do incêndio no templo de Jerusalém, em 70 d.C., e preservado por Sulpício Severo (Chron.11.30.6)

 

Luciano, o satirista do segundo século falava jocosamente sobre Cristo e os cristãos. Ele os associava à sinagoga da Palestina e se referia a Cristo como: “… o homem que foi crucificado na Palestina porque iniciou aquele novo culto no mundo… além disto, seu primeiro legislador convenceu-os de que eram todos irmãos uns dos outros, depois de terem definitivamente transgredido, negando os deuses gregos e adorando o próprio sofista crucificado, vivendo sob suas leis” (The Passing Peregruis)

 

Flávio Josefo (nascido em 37 d.C.), um historiador judeu que se tornou fariseu aos 19 anos. Em 66 d.C., era o comandante das forças judaicas na Galiléia. Depois de ter sido capturado, aderiu aos centros romanos. Em uma citação ardentemente contestada, ele diz:

“Ora, aproximadamente nessa época havia Jesus, um homem sábio, se for lícito chamá-lo de homem, pois ele fez obras maravilhosas, foi um professor de homens que receberam a verdade com júbilo. Ele atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios. Ele era o Cristo. E, quando Pilatos, pela sugestão dos homens mais importantes dentre nós, o condenara a cruz, os que primeiramente o amaram não o esqueceram, pois o Cristo lhes apareceu com vida novamente, no terceiro dia. Os profetas divinos haviam previsto estas e dez mil outras coisas maravilhosas acerca dele. E o grupo dos cristãos, assim chamados por causa dele, ainda hoje existe.” (Antiquities xviii.33. Início do segundo século)

Sendo honesto, deixo claro que muitos eruditos suspeitam que esta citação foi anexada e que, originalmente, Josefo disse que Jesus era “aquele chamado de Cristo”. Mesmo assim, a historicidade de Jesus e Suas afirmações de ser o Messias são corroboradas.

 

Seutônio (120 d.C.), outro historiador romano, oficial da corte de Adriano, analista da Casa Imperial, afirma: “Como os Judeus estavam constantemente perturbados por causa da instigação de Chrestus (outro modo de escrever Cristo), ele os expulsou de Roma” (Vida de Cláudio 25.4)

Ele também escreve: “Nero infligiu o castigo sobre os cristãos, uma classe de homens adeptos de uma nova e falsa superstição” (Vidas dos Césares, 26.2)

Plínio Segundo, Plínio o Jovem, governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 d.C.), escreveu ao imperador Trajano pedindo conselhos sobre como tratar os cristãos.
Ele explicou que matava homens e mulheres, meninos e meninas. Havia tantas pessoas sendo mortas que ele questionava se deveria continuar assassinando todos os que descobrisse que eram cristãos ou se devia matar apenas alguns homens determinados. Explicou que fizera os cristãos reverenciarem as estátuas de Trajano. Continua dizendo que também os fez “amaldiçoar a Cristo, o que um cristão legítimo não pode ser induzido a fazer”. Na mesma carta, Plínio fala das pessoas que estavam sendo tentadas: “Eles afirmavam, porém, que toda sua culpa, ou seu erro, consistia no hábito de reunir-se em determinado dia antes do amanhecer, quando cantavam em versos alternados um hino a Cristo, como a um deus, e faziam um juramento solene. Não queriam praticar atos malignos, mas nunca trair sua palavra, e não negavam sua crença quando convocados a renunciar” (Epistolas X.96).

 

Tertuliano, Jurista (advogado) e teólogo de Cartago, em uma defesa do cristianismo (197 d.C.) diante de autoridades romanas na África, menciona o diálogo entre Tibério e Pôncio Pilatos:

“Consequentemente Tibério, naqueles dias em que o nome cristão foi introduzido no mundo, ele mesmo tendo sido informado sobre os fatos que haviam demonstrado claramente a verdade da divindade de Cristo, levou a questão diante do senado, com seu próprio parecer favorável a Cristo. O senado, não dando sua aprovação, rejeitou a proposta. César sustentou sua opinião, ameaçando sua ira contra todos os acusadores dos cristãos” (Apologia v.2). Como estou sendo honesto, afirmo que alguns historiadores duvidam da historicidade desta passagem, mas, uma outra referência a ela pode ser encontrada em Justino Mártir (Apology 1.35).

 

No museu britânico há um manuscrito muito interessante que preserva o texto de uma carta pouco depois de 73 d.C., mas não podemos ter certeza da data. Esta carta foi enviada por um sírio de nome Mara Bar – Serapião a seu filho Serapião. Na época, Mara Bar-Serapião estava na prisão, mas ele escreveu para encorajar seu filho na busca de sabedoria, e ressaltou que os que perseguiam os homens sábios eram assolados pela desgraça. Ele exemplifica com as mortes de Sócrates, Pitágoras e Cristo:

“Qual foi a vantagem dos atenienses ao condenar Sócrates à morte? A fome e as pragas ocorreram como sentença por seu crime. Qual foi a vantagem dos homens de Samos ao queimar Pitágoras? Em certo momento, sua terra foi coberta de areia. Qual foi a vantagem dos judeus ao executar seu sábio Rei? Logo depois, seu reino foi desmantelado; Deus vingou justamente aqueles três sábios: os atenienses morreram de fome; os semianos foram esmagados pelo mar; os judeus, arruinados e destituídos de sua terra, vivem em total dispersão. Mas Sócrates não morreu para sempre; ele permanece na estátua de Hera. Nem o sábio Rei morreu para sempre; Ele persiste nos ensinamentos que deixou.” (1/114)

 

Justiniano Mártir, Elgin Moyer, em “Quem foi quem na história da Igreja”; Moody Press, 1968 ) descreve Justino como um “… Filósofo, mártir, apologista, nascido em Flavia Neapolis. Culto, parece ter tido meios suficientes para viver estudando e viajando. Como pesquisador ávido da verdade, examinou sucessivamente o estoicismo, o aristotelismo, o pitagorismo e o platonismo. Para ele, o platonismo era o melhor, e Justino achava que estava prestes a alcançar o objetivo de sua filosofia – a visão de Deus – quando certo dia, durante uma caminhada solitária na praia, o jovem filósofo encontrou um velho e venerável cristãos de aparência cordial e com serena dignidade. Este humilde cristão abalou sua confiança na sabedoria humana e indicou-lhe os profetas hebreus, ‘homens mais antigos do que todos os tão estimados filósofos, cujos escritos e ensinamentos prenunciaram a vinda de Cristo…’ Seguindo o conselho daquele gentil senhor, nosso platonista fervoroso tornou-se um cristãos crente. Ele disse: ‘descobri que somente esta filosofia é segura e proveitosa’. Após sua conversão, que aconteceu na juventude, ele se dedicou inteiramente à defesa e disseminação da religião cristã”

E cerca de 150 d.C., Justino Mártir, dirigindo sua “Defesa do Cristianismo” ao imperador Antonino Pio, referiu-se ao relato de Pilatos, que em sua opinião deveria ser preservado nos arquivos imperiais. No entanto, as palavras “Eles perfuraram minhas mãos e meus pés”, diz ele, “descrevem os cravos que foram fixados em Suas mãos e em Seus pés na cruz; e, depois que Ele foi crucificado, os que O crucificaram, tiraram a sorte por Suas vestes e dividiram-nas entre si; e pode-se comprovar que esses são os fatos com base nos ‘atos’ que foram registrados sob o domínio de Pôncio Pilatos”. Mais adiante, ele afirma: ”Pode-se ter plenas evidências dos milagres que Ele fez lendo os ‘atos’ de Pôncio Pilatos” (Apology 1.48).

 

Os próprios Tamuldes Judaicos o citam, Na parte destes escritos conhecida como Talmudes Babilônicos, há uma referência que diz: “Na véspera da Páscoa, eles penduraram Yeshu. E um proclamador saiu na frente dele, durante quarenta dias, (dizendo): ‘Ele vai ser apedrejado, porque praticou bruxaria e instigou e desviou o caminho de Israel. Todos os que sabem de algo a seu favor, venham e defendam-no’. Mas, não tendo encontrado nada a seu favor, penduraram-no na véspera da Páscoa.”.

O manuscrito de Munique deste baraitha traz: “Yeshu o Nazareno”. “Yeshu”, traduzido do grego para nossa língua, é “Jesus”. Nas palavras de Morris Goldstein: “O cumprimento da sentença de morte na véspera da Páscoa é uma forte evidência do significado de Jesus, o Cristo do cristianismo.”


Sobre esta citação, Josh McDowell comenta: “A palavra ‘penduraram’ também se refere à crucificação. Tanto Lucas 23:39 quanto Gálatas 3:13 a usam dessa maneira. Este baraitha concorda ainda com João 19:14, ao fixar a crucificação ‘na véspera da Páscoa’. Mas, por que as autoridades judaicas estavam ‘pendurando’ Jesus, em vez de apedrejando-o, como prescrevia a lei? A melhor explicação é que a palavra ‘pendurado’ evidencia a historicidade da crucificação de Jesus sob os romanos.


Esta passagem é significativa ao que não nega. Em primeiro lugar, não nega a participação dos judeus na morte de Jesus. De fato, nem mesmo menciona os romanos. Antes procura demonstrar que as autoridades judaicas cumpriram a sentença, mas de uma maneira justa. O resultado é uma clara afirmação da historicidade de Jesus e sua morte. Em segundo lugar, esta passagem não nega que Jesus realizou milagres. Ao contrário, procura explicá-los como tendo sido realizados através da feitiçaria ou mágica. A mesma reação aos milagres de Jesus é registrada em Marcos 3:22 e Mateus 9:12,25. Mais uma vez, há uma afirmação evidente da historicidade de Jesus, e desta vez também de seus milagres.”

 

Por: Cleiton Fiuza

 

Fontes:

“Não tenho fé suficiente para ser um ateu” por Norman L. GeislerFrank Turek.

“Evidências que exigem um veredicto” por Josh McDowell   

“Jesus as a Figure in History: How Modern Historians View the Man from Galilee” por Alan Mark Powell

 

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