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Jesus Cristo – Quem é Ele para você? “Um Rei de prostitutas e mendigos” ou o Filho do Deus vivo?

Publicado por elouniversitario em Dezembro 6, 2008

desert_storm-bigNo dia que antecedeu a Sua crucificação, durante o julgamento mais famoso da história, Jesus foi reconhecido como um “Rei de prostitutas e mendigos”. Com estas palavras, os líderes de Jerusalém tentaram diminuir Aquele que estava atraindo as multidões e tornando-se conhecido em todas as cidades da região como o Messias prometido ao povo judeu.

Analisando um pouco os fatos que precederam este julgamento, descobrimos que, uma semana antes, este mesmo Jesus foi recebido e aclamado como rei ao entrar em Jerusalém, tratado com honras e respeito pela maioria das pessoas que viviam naquela cidade. O que podemos concluir então? Que este “Rei” não atraia apenas prostitutas e mendigos. Algo era diferente nEle e em Suas palavras.  Ele amado pelos rejeitados, não por dar-lhes dinheiro ou comida, mas por ser capaz de amá-los como ninguém havia feito antes.

Os líderes judeus daquela época não estavam preocupados com as prositiutas e mendigos que estavam sendo atraidos por Jesus. Ele foi odiado, invejado, perseguido, mal interpretado e erroneamente julgado por afirmar ser Ele o Filho de Deus.

Ao ser julgado, Ele não pronunciou um palavra em sua defesa. O Filho de Deus permaneceu calado diante de seus inquisidores, como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele aceitou a zombaria, o descaso e a incredulidade daqueles que esperavam pela promessa que Ele mesmo estava cumprindo. Ele sabia qual o motivo que O havia trazido a este mundo e qual era o Seu verdadeiro Reino.

Mais de 2000 anos se passaram, e, ainda hoje, multidões continuam sendo atraídas até Ele. Muitos tentam julgar os Seus atos e interpretar suas as Suas reais intenções… Poderia um Deus fazer-se homem e achegar-se à classe mais desprezada da nossa sociedade? Será que Ele amou aquelas pessoas ou só queria uma multidão que O adorasse? Por que, sendo Deus, Ele aceitou tudo o que lhe fizeram? Será que Jesus realmente era quem dizia ser? E para você, quem é Ele? Um “Rei de prostitutas e mendigos” ou o Filho de Deus que foi enviado ao mundo “para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna”?

Ele me atraiu…

Sempre fui um péssimo jogador de futebol. Em qualquer jogo de final de semana, eu costumava ser o último a ser selecionado para fazer parte de algum time. Pior, ainda ganhava o apelido de “café com leite”, significando que não faria muita diferença naquela partida.

Sempre fui um estudante dedicado. Desde os primeiros anos de escola, minhas notas costumavam estar entre as melhores da turma. E, em qualquer época de prova, meu nome costumava ser lembrado como referencial de alguém que poderia ensinar matemática ou português aos que tinham mais dificuldade para reter a matéria (coincidentemente, estes eram os melhores jogadores de futebol).

Dentro dessa realidade, cresci pensando que eu só seria “alguém” se eu tivesse algo a oferecer. Na hora do intervalo, minha bicicleta era tão solicitada quanto os jogos eletrônicos de “alguém” que os possuía. Este era o sistema, era assim que as coisas funcionavam, eu só tinha que me ajustar.  “Dar para receber em troca” tornou-se minha filosofia de vida.

Por ter nascido em uma família religiosa, cresci ouvindo a respeito de Jesus, de Sua morte em uma cruz e de um livro polêmico chamado Bíblia. Freqüentava reuniões cristãs sempre que podia. Gostava das músicas que ouvia na igreja, elas tinham uma melodia atraente para mim. Mesmo assim, Aquele Deus cristão sempre pareceu um tanto quanto longe da minha vida.

Eu tinha a Sua imagem bem clara em minha mente, uma que me apresentaram quando ainda era criança: a de um homem cheio de feridas e marcas de sofrimento, pendurado em uma cruz, com uma coroa de espinhos na cabeça e um olhar tristonho. Na minha mente, Ele estava pedindo algo a todas aquelas pessoas sentadas à Sua frente na igreja, implorando para que acreditassemos nEle e O amassemos.

Às vezes, ficava frustrado por ler a Bíblia e não conseguir entender muita coisa. Ela mais parceia um livro cheio de narrativas legais que incluiam heróis e grandes prodígios em uma época antiga. Para mim, ela era tão atraente quando os livros de contos da mitologia grega. Achava que só as pessoas “especiais” poderiam compreendê-la totalmente.

Foi assim que cheguei aos quatorze anos, com muitos amigos, algumas decepções, muitas concepções e uma vida inteira pela frente. Julgando-me o detentor da verdade, conhecedor de Deus e independente dEle, me deparei com Jesus, este “Rei de prostitutas e mendigos”, e percebi o quanto Ele era real e o quanto eu estava vazio da Sua presença.

No começo de 1994, fui convidado para participar de um retiro espiritual cristão. Eu não me sentia nem um pouco motivado a participar de programações como esta, mas gostava de acampar em fazendas e isto me motivou a ir. Lá, comecei a observar o comportamento dos cristãos e a notar que existia algo diferente, eles simplesmente demonstravam um amor mútuo e altruísta, que não exigia nada em troca. O que era totalmente contrário a minha forma de entender amizade e relacionamentos.

Perguntei a um amigo próximo como eu poderia experimentar aquilo que eles experimentavam e ele me disse que Deus era a única diferença, que eu precisava ter um bom relacionamento com Ele para poder ter um bom relacionamento com outros. Retruquei na mesma hora dizendo que esta não poderia ser a diferença porque eu conhecia a Deus. Foi aí que ele me fez um desafio, “feche os olhos e procure onde Deus está em sua vida”, fiz isto por uns cinco minutos e descobri que Ele não estava em nenhum lugar.

Ele me mostrou um texto em Apocalipse 3:20 que dizia: “Eis que estou a  porta e bato, se alguém ouvir a voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo”.  Então entendi que Deus esteve todo este tempo esperando pelo meu convite e eu nunca havia aberto a porta da minha vida para Ele. Fiz isto, assim que compreendi o motivo pelo qual sentia tanto vazio.

O amor com o qual Ele amou todas a pessoas, demonstrado e provado em cada atitude Sua, me atraiu aos Seus pés. Não pedindo nada em troca, não exigindo que eu fosse alguém “especial” para Ele ou para os outros, simplesmente me amando, antes mesmo que eu O amasse.

Aquele Deus, que conheci derrotado em uma cruz, com olhar de súplica e desespero, a quem adorei por toda a minha infância sem conhecê-lO pessoalmente, mostrou-me quem Ele é de fato, um Salvador vivo e um “Rei” onipotente. Muita coisa aconteceu desde o dia em que Ele me encontrou, em alguns momentos andei lentamente, em outros, acelerei o passo, mas em nenhum deles pude duvidar da presença constante de Jesus em minha vida.

Este “Rei de prostitutas e mendigos” está disposto a fazer uma revolução espiritual em sua vida. Se você ainda não O encontrou, quero dizer que Ele está disposto a te encontrar no meio da tua jornada e mostrar o quanto te ama. A história dEle não acabou naquela cruz, nem nos primórdios da igreja cristã, ela continua até hoje. No entanto, a tua história pode nem ter começado ainda.

Cleiton Fiuza

 

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O Segredo de uma Vida Transformada… por Josh MacDowell

Publicado por elouniversitario em Dezembro 3, 2008

dreams20unlimitedVocê já se flagrou dizendo pra você mesmo: “Eu odeio a minha vida”? Como uma pessoa pode experimentar mudança de vida verdadeira? Mudança positiva?

Eu desejava ser feliz. Queria ser a pessoa mais feliz do mundo. Eu também desejava ter significado na vida. Estava procurando respostas para perguntas como:

  • “Quem sou eu?”
  • “Por que estou aqui no mundo?”
  • “Pra onde eu vou?”

Mais do que isso, eu também desejava ser livre. Queria ser a pessoa mais livre do mundo. Liberdade pra mim não era simplesmente fazer aquilo que quero fazer — qualquer um pode fazer isso. Para mim, liberdade significava ter o poder de fazer aquilo que você sabe que deve fazer. A maioria das pessoas sabe o que deve fazer, mas não tem o poder para fazer. Então eu comecei a buscar respostas.

Onde se pode encontrar mudanças positivas?

Parecia que quase todo mundo estava envolvido em algum tipo de religião, então fiz o que era óbvio e fui para a igreja. Eu devo ter escolhido a igreja errada, no entanto, porque só fez me sentir pior. Eu ia à igreja de manhã, à tarde e à noite, mas não adiantava. Sou uma pessoa muito prática, e quando algo não funciona, eu deixo de lado. Então, desisti de religião.

Comecei a imaginar que prestígio era a resposta. Ser um líder, aceitar alguma causa, me dedicar a ela e ser popular devem resolver, pensei. Na universidade que estudava, os líderes estudantis tinham o controle e tiravam vantagem disso. Então me candidatei a representante da turma dos calouros e fui eleito. Era incrível ser conhecido por todos, tomar decisões e gastar o dinheiro da universidade para trazer os palestrantes que eu queria. Era incrível, mas se esgotou como todas as outras coisas que tentei. Eu acordava segunda-feira de manhã (geralmente com uma grande dor de cabeça por causa da noite anterior) e minha atitude era: “Bem, aí vêm mais cinco dias”. De segunda à sexta eu sobrevivia. A felicidade girava em torno de três noites por semana – sexta, sábado e domingo. Então o ciclo vicioso começava de novo.

Buscando mudança de vida, mudança positiva

Suspeito que poucas pessoas nas universidades e faculdades deste país eram mais sinceras sobre tentar encontrar significado, verdade, e propósito na vida do que eu.

Durante aquele tempo eu notei um pequeno grupo de pessoas — oito estudantes e dois membros da faculdade. Havia alguma coisa diferente na vida deles. Eles pareciam saber porque acreditavam no que acreditavam. Também pareciam saber que rumo estavam seguindo na vida.

As pessoas que comecei a observar não só falavam sobre amor — elas se envolviam. Pareciam estar vivendo além das circunstâncias da vida universitária. Enquanto todo mundo parecia sufocado, percebia um estado de contentamento e paz neles que não era movido pelas circunstâncias. Parecia que possuíam algum tipo de fonte interior e constante de alegria. Eles tinham uma felicidade repugnante. Tinham algo que eu não tinha.

Como a maioria dos estudantes, quando alguém tinha alguma coisa que eu não tinha, eu queria. Então, resolvi fazer amizade com estas pessoas intrigantes. Duas semanas depois que tomei essa decisão estávamos todos sentados em volta da mesa na reunião dos estudantes — seis estudantes e dois membros da faculdade. E a conversa começou a girar em torno do assunto Deus.

Questionando sobre mudança de vida, mudança positiva

Eles estavam me incomodando, quando finalmente me virei para um dos estudantes, uma moça muito bonita (costumava pensar que todos os cristãos eram feios), e me reclinei na minha cadeira (não queria que os outros pensassem que estava interessado nela) e disse “me conte, o que transformou a vida de vocês? Por que vocês são tão diferentes dos outros no campus?”

Aquela jovem devia ter muita convicção. Ela me olhou diretamente nos olhos e disse duas palavras que eu nunca pensei ouvir como parte de uma solução na universidade: “Jesus Cristo”.

Eu disse: “Oh, pelo amor de Deus, não me venha com bobagens. Já estou cheio de religião. Já estou cheio de igreja. Já estou cheio da Bíblia. Não me venha com essas bobagens sobre religião”.

Ela respondeu: “Ei, eu não disse religião, eu disse Jesus Cristo”. Ela me mostrou algo que eu nunca tinha parado pra pensar antes: o Cristianismo não é uma religião. Religião é quando seres humanos tentam, por seus próprios esforços, chegar até Deus através de boas obras; Cristianismo é Deus tomando a iniciativa de vir até homens e mulheres através de Jesus Cristo para lhes oferecer um relacionamento com Ele.

Provavelmente, existem mais pessoas nas universidades com conceitos errados sobre o Cristianismo do que em qualquer outro lugar. Algum tempo atrás conheci um professor assistente que ressaltou, num seminário da graduação, que “qualquer um que entra numa igreja se torna um cristão”. Eu respondi: “entrar numa garagem transforma você num carro?” Falaram pra mim que cristão é alguém que genuinamente acredita em Cristo.

Como eu levava o Cristianismo em consideração, meus novos amigos me desafiaram a examinar a vida de Jesus intelectualmente. Descobri que Buda, Maomé e Confúcio nunca declararam ser Deus, mas Jesus sim. Meus amigos me disseram para observar as evidências da divindade de Jesus. Eles estavam convencidos que Jesus era Deus na forma humana; que morreu numa cruz pelos pecados da humanidade; que foi sepultado; ressuscitou três dias depois e que era capaz de transformar a vida de uma pessoa hoje.

Eu achava que isso era uma farsa. De fato, pensava que a maioria dos cristãos eram completos idiotas. Tinha conhecido alguns assim. Eu costumava esperar um cristão se levantar para falar na sala de aula para que eu pudesse discordar dele e depois detonava com ele, e tomava a frente do professor. Eu imaginava que se um cristão tivesse um neurônio, este morreria de solidão. Era tudo o que eu sabia.

Mas essas pessoas me desafiavam continuamente. Finalmente, aceitei o desafio. Deixei meu orgulho de lado e aceitei para refutá-los, pensando que não existiam fatos. Eu presumi que não havia nenhuma evidência que alguém pudesse avaliar.

Depois de muitos meses de estudo, minha mente chegou à conclusão que Jesus Cristo devia ser quem ele declarou ser. Isso se tornou para mim um grande problema. Minha mente me dizia que tudo isso era verdade, mas a minha vontade própria me puxava para a direção oposta.

Descobri que se tornar cristão era, na verdade, quebrantamento de ego. Jesus Cristo fez um desafio direto a minha vontade própria para confiar Nele. Deixe-me parafraseá-lo: “Olhe! Eu tenho estado à porta e estou continuamente batendo. Se alguém me ouvir chamar e abrir a porta, eu entrarei” (Apocalipse 3:20). Eu não me importava se Cristo realmente andou sobre as águas ou se transformou a água em vinho, eu não queria nenhum estraga-prazeres por perto. Não conseguia pensar numa maneira mais rápida de arruinar um bom momento. Então aqui minha mente estava me dizendo que o cristianismo era verdadeiro e a minha vontade era de sair correndo.

Mais ciente de que odeio a minha vida

Em qualquer momento que estivesse perto daqueles entusiasmados cristãos, o conflito começava. Se você já esteve perto de pessoas felizes quando você se acha miserável, você pode entender como isso pode te incomodar. Eles estavam tão felizes e eu tão miserável que literalmente levantava e saía correndo das suas reuniões. Chegou ao ponto em que eu ia pra cama às dez horas da noite, e não dormia até as quatro da manhã. Eu sabia que tinha de tirar aquilo da minha cabeça antes que enlouquecesse!

Finalmente minha mente e meu coração se conectaram no dia 19 de dezembro de 1959, às 20:30. Durante meu segundo ano na universidade, eu me tornei um cristão.

Naquela noite eu orei quatro coisas para estabelecer um relacionamento com Jesus Cristo que desde então transformou a minha vida. Primeiro eu disse: “Senhor Jesus, obrigado por morrer na cruz por mim.” Segundo: “Eu confesso aquelas coisas na minha vida que não agradam a você e peço que me perdoe e me limpe”. Terceiro: “Neste momento, da melhor maneira que eu sei fazer, eu abro a porta da minha vida e confio em você como meu Salvador e Senhor. Toma o controle da minha vida. Me mude de dentro pra fora. Me faz o tipo de pessoa que você me criou pra ser”. A última coisa que orei foi: “Obrigado por entrar na minha vida pela fé”. Não era uma fé baseada na ignorância mas nas evidências históricas e na Palavra de Deus.

Tenho certeza que você já ouviu várias pessoas religiosas falando sobre suas experiências sobrenaturais. Bem, depois que orei, nada aconteceu. Realmente nada. E eu ainda não criei asas. Na verdade, depois que tomei esta decisão, me senti pior. Eu literalmente senti que ia vomitar. Ah, não, pensei, no que foi que você se meteu agora? Eu realmente achei que tinha enlouquecido (e tenho certeza que algumas pessoas pensaram assim!).

Deus e mudança de vida, mudança positiva

Mas de uns seis meses a um ano e meio depois, eu descobri que não tinha enlouquecido. Minha vida foi mudada. Eu estava uma vez num debate com o chefe de departamento de história na Universidade Midwestern, e eu disse que a minha vida tinha sido transformada. Ele me interrompeu com “McDowell, você está querendo me dizer que Deus realmente transformou a sua vida em pleno século 20? Em que áreas?” Depois de 45 minutos ele disse: “Ok, é o bastante.” Deixe-me contar um pouco do que contei a ele e àquela audiência naquele dia.

Uma área que Deus mudou em mim foi a inquietação. Tinha que estar sempre ocupado. Eu andava pelo campus e a minha mente era como um redemoinho girando em torno de conflitos. Eu sentava e tentava estudar, mas não podia. Poucos meses depois que me decidi por Cristo, um tipo de paz mental me invadiu. Não me entenda errado. Não estou falando sobre ausência de conflitos. O que encontrei neste relacionamento com Jesus não foi ausência de conflitos, mas a habilidade de lidar com eles. Eu não trocaria isto por nada no mundo.

Outra área que começou a mudar foi o meu péssimo temperamento. Eu costumava estourar bastava alguém me olhar torto. Ainda tenho as cicatrizes de quando quase matei um rapaz no meu primeiro ano na universidade. Meu temperamento fazia tanta parte de mim que eu nem tentava mudá-lo. Cheguei ao ponto crítico de perder o controle do meu temperamento somente para ver se tinha realmente perdido o controle! Depois, explodi somente uma vez em 14 anos (e quando explodi desta vez, me arrependi por cerca de seis anos!)

Mudança positiva quanto a sentimentos de ódio

Existe outra área da qual não me orgulho. Mas eu menciono porque muitas pessoas também precisam da mesma mudança em suas vidas, e eu encontrei o motivo da transformação: um relacionamento com Jesus Cristo. Esta área era o ódio. Eu tinha muito ódio na minha vida. Não era algo manifestado exteriormente, mas era um tipo de ranger no meu interior. Eu me irritava com as pessoas, com as coisas, com os assuntos.

Mas eu odiava um homem mais do que qualquer coisa no mundo: meu pai. Eu tinha um ódio tremendo dele. Para mim ele era o alcoólatra da cidade. Todo mundo sabia que meu pai era um bêbado. Meus amigos faziam piadas sobre meu pai cambaleando pelo centro da cidade. Eles não achavam que aquilo me incomodava. Eu era como as outras pessoas – dando risadas pelo lado de fora. Mas na verdade, eu chorava por dentro. Algumas vezes, ia até o celeiro e encontrava minha mãe tão espancada que mal podia se levantar, deitada em cima do estrume atrás das vacas. Quando tinha amigos em casa, eu levava meu pai pro lado de fora, o amarrava no celeiro e estacionava o carro perto do armazém. Contávamos aos nossos amigos que ele precisou sair. Não acho que alguém possa ter odiado alguém mais do que eu odiei meu pai.

Depois que me decidi por Cristo, Ele entrou na minha vida e Seu amor foi tão forte que tirou o ódio e transformou em amor. Fui capaz de olhar para o meu pai com sinceridade nos olhos e dizer “pai, eu te amo.” E eu realmente sentia isso. Depois de algumas coisas que fiz, isso o balançou.

Quando me transferi para uma universidade privada sofri um grave acidente de carro. Com meu pescoço tracionado, fui levado pra casa. Nunca vou esquecer do meu pai entrando no meu quarto. Ele me perguntou: “Filho, como você pode amar um pai como eu?” Eu disse: “Pai, há seis meses atrás eu te desprezava”. Então compartilhei com meu pai as conclusões que tinha chegado a respeito de Cristo: “Pai, eu deixei que Jesus entrasse na minha vida. Não posso explicar completamente, mas como resultado deste relacionamento eu encontrei capacidade de amar e aceitar não só a você mas também outras pessoas da maneira que elas são”.

Quarenta e cinco minutos depois uma das maiores emoções da minha vida aconteceu. Alguém da minha própria família, alguém que me conhecia tão bem que eu não poderia enganar, me disse: “Filho, se Deus pode fazer na minha vida o que eu vi Ele fazer na sua, então eu quero dar a Ele a oportunidade”. Bem ali, meu pai orou comigo e confiou em Cristo para o perdão de seus pecados.

Geralmente, a transformação acontece depois de alguns dias, semanas, meses ou até mesmo um ano. A vida do meu pai foi transformada bem diante dos meus olhos. Foi como se alguém tivesse se esticado e ligado o interruptor da luz. Eu nunca tinha visto uma mudança tão rápida antes ou desde então. Meu pai tocou num uísque somente uma vez depois daquele dia. Ele somente levou aos seus lábios mas não bebeu. Cheguei a uma conclusão: um relacionamento com Jesus Cristo transforma vidas.

A mudança de vida, mudança positiva

Você pode rir do Cristianismo. Pode zombar e ridicularizar. Mas funciona. Transforma vidas. Se você confiar em Cristo, procure observar as suas atitudes e ações porque Jesus Cristo está no ramo de transformação de vidas.

Mas o Cristianismo não é algo que se pode enfiar garganta abaixo de alguém. Tudo o que eu posso fazer é contar o que aprendi. Depois, a decisão é sua.

Talvez a oração que fiz possa ajudar você: “Senhor Jesus, eu preciso de você. Obrigado por morrer na cruz por mim. Me perdoe e me limpe. Neste momento eu confio em você como Salvador e Senhor. Me transforma no tipo de pessoa que você me criou pra ser. No nome de Cristo, Amém.”

Por Josh McDowell

Fonte: Site SuaEscolha.com

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Notícias de Alagoas – Rumo aos Projetos Missionários 2009!

Publicado por elouniversitario em Setembro 29, 2008

No dia 27 de agosto, os estudantes do Alfa e Ômega - Maceió realizaram um “Projeto de um dia” em Arapiraca, a segunda maior cidade de AL e, como resultado desse Projeto, o Movimento foi inciado na UFAL de Arapiraca.
No final de semana passado, cerca de 40 estudantes de Alagoas participaram de um retiro do Alfa e Ômega em Maceió, 8 destes vieram de Arapiraca para participar desse evento. Tanto os estudantes de Maceió, quanto os de Arapiraca voltaram muito animados desse final de semana, crendo que Deus está começando a fazer algo grandioso em Alagoas, começando por suas vidas e nas suas Universidades. Alguns dos antigos líderes do Movimento em Maceió também estiveram presentes nesse retiro. Como resultado desse evento, muitos estudantes decidiram participar do Projeto em 2009 e já estão preenchendo os formulários, inclusive 2 pessoas de Arapiraca.
“Pensei em escrever algo que traduzisse como eu me sinto nesse momento: Essa semana está sendo bem diferente, estou me sentindo bem leve (e graças a Deus eu não emagreci), ainda estou digerindo o alimento que Deus me deu no nosso retiro. Tenho pensado bastante sobre a vida e sobre aquilo que Deus procura em cada ser humano. O que o Nosso Pai deseja para nossas vidas? Eu digo a você, que não existe aventura mais emocionante do que descobrir Isso! Deus nos revela aos poucos, à medida que O vamos conhecendo.
Mas, somos seres muito materialistas, prendemo-nos muito àquilo que nossos olhos podem ver e ao chão que temos certeza que poderemos pisar. O simples fato de não sabermos como será o amanhã já nos dá desespero.  Lembro do que Deus disse para Abraão: “Sai da tua terra e da tua parentela e vai pra um lugar que eu te mostrarei”. Deus tinha grandes planos pra vida de Abraão (você faz parte de um deles), mas, não poderia realizá-lo na sua terra natal? Abraão poderia desenvolver melhor seus potenciais junto a sua família, com toda segurança, e não longe de casa, em territórios muitas vezes hostis. Assim é como o homem pensa, assim é como eu penso, mas Deus não! Deus queria levar Abraão a um lugar onde ele fosse inteiramente dependente do Senhor, onde o seu chão seguro não existisse mais. Abraão teve grandes experiências com seu criador, foi amigo de Deus. E assim sou eu, querendo prender-me as minhas coisas, aos meus sonhos, a minha carreira brilhante…
Quando nós descobrimos que foi Ele que nos escolheu, as coisas começam a mudar, a nossa visão de mundo muda.
Bem porque eu disse tudo isso…  Quando eu vi os Projetos Missionários Alfa e Ômega 2009, não tive muito animo. Eles não estavam nos meus planos! Eu já tinha outros projetos para janeiro, fazer cursinho pré-concurso e descansar, mas, Deus falou comigo. Ele me lembrou dos Seus sonhos para minha vida e de tudo que Ele quer fazer através de mim. É algo muito profundo, bem além do que os olhos podem ver. Envolve transformação de vidas, cura da alma, perdão…  Então eu decidi ousar e fazer minha inscrição! Eu vou para projeto João Pessoa 2009.
Deus está sarando a vida de muitas pessoas, a minha é uma delas! Ele está reescrevendo a nossa história, a história da nossa nação. E eu quero ser feitor da história! Eu quero fazer parte de tudo isso! Anunciar as boas novas…  Até que todos ouçam!
Esse vai ser o meu 2º projeto! Eu participei do Projeto Missionário em Recife, janeiro de 2008, e sem dúvidas foi o melhor verão da minha vida!
Você pode estar pensando: “Jimy, eu sei que é maravilhoso! Mas, eu não tenho condições financeiras, o Projeto custa R$ 1.200,00, é muito dinheiro! Além disso, eu, possivelmente, não terei tempo, pode até ser que eu esteja em aulas em janeiro.”
Pois bem, essa é a situação que eu te disse. Deus quer agir na sua vida, mas, antes Ele quer que você esteja em lugar onde só Ele pode agir, como Abraão esteve. 
O nosso papel é nos colocarmos a disposição de Deus, dizendo ao Senhor: “Eis-me aqui, envia-me a mim”.
Eu não tenha duvidas, Ele vai agir, Ele vai te enviar, vai providenciar tudo! Foi assim que ele fez comigo em 2007. Eu entreguei algumas cartas falando sobre o projeto e convidando os irmãos a juntarem-se a mim. Muitos irmãos ficaram extremamente alegres em contribuir, felizes por poder ajudar um projeto como esse e por eu ter tomada essa iniciativa. Consegui levantar todo o sustento e fui pra o Projeto.
Ore. Dê o seu passo de fé. Faça a inscrição. Diga a Deus: “Eis-me aqui”. 
Vamos trabalhar juntos, visitando as igrejas, conversando com os pastores, com nossos irmãos. Sendo abençoados por cada palavra de ânimo, dando aos irmãos a oportunidade de serem abençoados por Deus ao investirem em Sua Obra!
Grande abraço a todos. Continuem na paz de Cristo que excede todo o entendimento!” Jimy Carlisson – estudante de Medicina na UFAL – Maceió/Alagoas (o de camisa vermelha listrada na terceira foto de cima para baixo – a foto é do Projeto Missionário que aconteceu em Recife, em janeiro de 2008)
Por Cleiton Fiuza

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Notícias de Belém – PA / Rumo aos Projetos Missionários 2009

Publicado por elouniversitario em Setembro 22, 2008

Desde que conheci o Movimento Estudantil Alfa & Ômega em 2005 e participei do Congresso “Até que todos Ouçam” no mesmo ano, senti o desejo de participar de algum dos Projetos Missionários de 2006. Mas, naquele momento eu achei que tudo era muito caro e minha fé não deu conta de levantar o sustento que eu precisava. Também cedi a outros interesses e achei que não tinha como dispor de um mês do meu tempo de último ano na faculdade, pois iria comprometer completamente os meus estudos. O tempo passou e como me arrependo de não ter ouvido a voz de Deus naquele momento e ter largado tudo em busca deste sonho!

 

Mas, Deus sempre nos dá uma segunda chance e o que passou, passou. Agora, três anos depois, Ele me deu uma nova oportunidade e essa não vou deixar passar.

 

Neste ano tomei a iniciativa de retomar o Movimento em meu campus, pois estou fazendo uma nova faculdade. E também, a decisão de ir atrás de meu sonho, a qualquer custo, indo ao Projeto João Pessoa 2009. Coloquei esse objetivo no meu coração e passei a orar todos os dias para que Deus me ajudasse a não fraquejar outra vez. Agora, o meu tempo é bem menor do que há três anos, pois tenho além de meus estudos, meu trabalho e outros compromissos e mesmo assim decidi que nada disso seria empecilho outra vez.

 

O desafio maior de ir atrás de meu sonho era em conseguir o sustento, pois mesmo trabalhando o meu salário estava todo comprometido. Então, apresentei isso a Deus em oração… Disse que tudo estava nas mãos Dele e que se fosse da Sua vontade, que ele me ajudasse a conseguir os recursos necessários.

 

Numa conversa com meus pais sobre o meu desejo de ir ao Projeto em João Pessoa, eles foram extremamente compreensivos, disseram que me apoiavam e ainda mais, disseram que seria uma honra investirem em minha vida. Que se meu desejo era participar deste projeto, eles fariam o possível para torná-lo realidade. Deus é tremendamente fiel!

 

Nossa, fiquei emocionada! Até porque só tinha ido pedir a benção e permissão deles para minha inscrição ao Projeto, estava disposta a levantar o sustento sozinha. Pensei também que eles iam me fazer cobranças, dizer que eu já estava gastando muito e que o Projeto só iria me trazer mais gastos. Mas, Deus me surpreendeu e louvo a Ele todos os dias pelos pais abençoados que tenho que merecem honra, não apenas em momentos como este, mas em todos os momentos por tudo o que representam na minha vida!

 

Ainda nem fui selecionada para ir ao Projeto João Pessoa, e nem sei se terei a liberação no meu trabalho para participar, mas sabe quando as coisas parecem tão pequenas diante da grandeza de Deus que já não consegue te amedrontar? Pois é, assim eu me sinto, com uma certeza tão grande de que Deus tem o controle de tudo, que as demais coisas parecem detalhes.

 

Portanto, se você tem o desejo de ir a um dos Projetos Missionários do Alfa & Ômega e tem medo de não conseguir levantar todo o sustento, ou acha que não vai dispor de tempo para participar, eu quero através deste testemunho lhe encorajar a dar um passo de fé e deixar o restante com Deus. Ele saberá como agir, basta você acreditar!

 

Danielma Castro / Estudante de Direito da UNAMA / Belém-PA (*A que está de camisa roxa na foto acima)

 

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“Não é mais tempo de brincar de ser crente”

Publicado por elouniversitario em Agosto 7, 2008

“O Senhor ministrou ao meu coração essas palavras em julho de 2002, e hoje, seis anos depois, ao escutar uma canção, lembrei dessa afirmação. Percebo o Espírito de Deus (e o meu próprio espírito) me confrontando acerca da minha postura como cristão. Será que honro ao Senhor apenas com meus lábios? será que já entendi que é Cristo que deve viver e não eu? Será que já entendi que as coisas velhas já passaram? Será que realmente compreendi que o Espírito Daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos é o que habita agora em mim? Será?


Entristeço-me ao concluir que muitas vezes me comporto como um “brincalhão do Evangelho”, deixando de viver como alguém que tem Cristo, deixando de andar como Ele andou.
Sei que preciso buscar constantemente o temor do Senhor, sei que preciso mais do que nunca exalar o perfume de Jesus. Eu sei!


Por outro lado, muito me alegra saber que Deus não desiste de Seus filhos. Compreendo que é de mãos dadas com o Pai que posso voltar às origens, vivendo a mais pura essência do Cristianismo. É ao lado Daquele que acredita e investe em mim que posso.


É restaurador refletir nisso. Lembrar que sempre, sempre, sempre os Seus pensamentos serão de paz, que sempre estará de braços abertos para me receber, disposto a me guiar pelo Caminho Eterno.


Como é constrangedor o Seu amor até mesmo quando nos confronta. Como não dizer sim ao seu chamado ao arrependimento?


Eu decido dizer sim a Ele, eu escolho me esconder Nele, e deixá-Lo me cobrir com Sua graça. Eu quero mudar, quero ser como Ele, quero ser uma oferta em Seu Altar, pois é lá, somente lá que eu sou verdadeiramente feliz.”

 

Por Fabiano Gusmão – Movimento Estudantil Alfa e Ômega – Salvador/BA

 

 

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Jesus – seria Ele um simples “rei de prostitutas e mendigos”?

Publicado por elouniversitario em Julho 30, 2008

No dia que antecedeu a Sua crucificação, durante o julgamento mais famoso da história, Jesus foi identificado como um “Rei de prostitutas e mendigos” por um de Seus inquisidores. Com esta afirmação, os poderosos da época tentaram diminuir Aquele que estava atraindo as multidões e tornando-se conhecido em todas as cidades da região como o Messias prometido ao povo judeu.

 

Relembrando um pouco mais os fatos que precederam aquele dia, encontramos este mesmo Jesus sendo recebido e aclamado ao entrar em Jerusalém, sendo tratado com honra e respeito pela maioria das pessoas que habitavam na cidade mais importante para os Judeus. Podemos concluir, então, que este “Rei” não estava atraindo apenas prostitutas e mendigos. Ele não era aclamado por oferecer-lhes dinheiro ou comida, mas por ser capaz de amá-los como ninguém havia feito antes, algo era diferente nele e em Suas palavras.  Sendo amado pelos rejeitados, Ele foi odiado, invejado, perseguido, mal interpretado e erroneamente julgado por aqueles que se consideravam detentores da verdade absoluta.

 

Não disse nada em sua defesa. O Filho de Deus aceitou, com humildade, a zombaria, o descaso e a incredulidade daqueles que esperavam pela promessa que Ele cumprindo. Desde o princípio, Ele sabia qual o motivo que O havia trazido a este mundo e qual era o Seu verdadeiro Reino.

 

Mais de 2000 anos se passaram, e, ainda hoje, multidões são atraídas até Ele. Outros tentam julgar os Seus atos e interpretar suas as Suas reais intenções… Poderia um “Rei” se achegar à classe mais desprezada da nossa sociedade? Será que Ele realmente amava estas pessoas ou só queria uma multidão que O adorasse? E você, como O definiria em nossos dias? Como um “Rei de prostitutas e mendigos”?

 

Ele me atraiu…

 

Sempre fui um péssimo jogador de futebol, fato que me incomodava muito na adolescência. Em qualquer jogo de fim de semana, eu era o último a ser selecionado para fazer parte do time e, muitas vezes, ganhava o apelido de “café com leite”, significando que não faria diferença naquela partida.

 

Por outro lado, eu era um aluno muito aplicado. Desde os primeiros anos de escola, estive entre os primeiros alunos da turma. Sempre que chegava a época das provas, meu nome era logo lembrado como referencial de alguém que poderia ensinar matemática ou português aos que não prestavam muita atenção a aula (coincidentemente, eles eram os melhores jogadores de futebol).

 

Por isso, cresci pensando que as pessoas só me aceitariam como amigo se eu tivesse algo a oferecer a elas. Achava que este era o sistema, era assim que funcionava e eu tinha que me adaptar. Sempre vi como a minha bicicleta era solicitada nos intervalos e como os jogos eletrônicos atraiam meus amigos para a casa de alguém que os possuía.

 

Então, “dar para receber em troca” tornou-se minha filosofia de vida. Por ter nascido em uma família religiosa, cresci ouvindo a respeito de Jesus, de Sua morte em uma cruz e de um livro polêmico chamado Bíblia. Freqüentava reuniões cristãs sempre que podia. Gostava das músicas que ouvia na igreja, elas tinham uma melodia atraente para mim. Mesmo assim, Aquele Deus cristão sempre pareceu um tanto quanto longe da minha vida.

 

Eu tinha a Sua imagem bem clara em minha mente, uma que me apresentaram quando ainda era criança: a de um homem cheio de feridas e marcas de sofrimento, pendurado em uma cruz, com uma coroa de espinhos na cabeça e um olhar tristonho. Na minha mente, Ele estava pedindo algo a todas aquelas pessoas sentadas à Sua frente na igreja, implorando para que acreditassem nEle e O amassem.

 

Às vezes, ficava frustrado por ler a Bíblia e não conseguir entender nada. Para mim, ela era como outros livros que eu tinha e que também narravam histórias de heróis e de grandes prodígios. Achava que só as pessoas “especiais” poderiam compreendê-la totalmente.

 

Assim cheguei aos quatorze anos, com muitos amigos, algumas decepções, muitas concepções e uma vida inteira pela frente. Julgando-me o detentor da verdade, conhecedor de Deus e independente dEle, me deparei com Jesus, o “Rei de prostitutas e mendigos”, e percebi o quanto estava vazio da Sua presença.

 

No começo de 1994, fui convidado para participar de um retiro espiritual cristão. Eu não me sentia nem um pouco motivado a participar de programações como esta, mas gostava de acampar em fazendas e isto me motivou a ir. Lá, comecei a observar o comportamento dos cristãos e a notar que existia algo diferente, eles simplesmente demonstravam um amor mútuo e altruísta, que não exigia nada em troca. O que era totalmente contrário a minha forma de entender amizade e relacionamentos.

 

Perguntei a um amigo próximo como eu poderia experimentar aquilo que eles experimentavam e ele me disse que Deus era a única diferença, que eu precisava ter um bom relacionamento com Ele para poder ter um bom relacionamento com outros. Retruquei na mesma hora dizendo que esta não poderia ser a diferença porque eu conhecia a Deus. Foi aí que ele me fez um desafio, “feche os olhos e procure onde Deus está em sua vida”, fiz isto por uns cinco minutos e descobri que Ele não estava em nenhum lugar.

 

Ele me mostrou um texto em Apocalipse 3:20 que dizia: “Eis que estou a  porta e bato, se alguém ouvir a voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo”.  Então entendi que Deus esteve todo este tempo esperando pelo meu convite e eu nunca havia aberto a porta da minha vida para Ele. Fiz isto, assim que compreendi o motivo pelo qual sentia tanto vazio.

 

O amor com o qual Ele amou todas a pessoas, demonstrado e provado em cada atitude Sua, me atraiu aos Seus pés. Não pedindo nada em troca, não exigindo que eu fosse alguém “especial” para Ele ou para os outros, simplesmente me amando, antes mesmo que eu O amasse.

 

Aquele Deus, que conheci derrotado em uma cruz, com olhar de súplica e desespero, a quem adorei por toda a minha infância sem conhecê-lO pessoalmente, mostrou-me quem Ele é de fato, um Salvador vivo e um “Rei” onipotente. Muita coisa aconteceu desde o dia em que Ele me encontrou, em alguns momentos andei lentamente, em outros, acelerei o passo, mas em nenhum deles pude duvidar da presença constante de Jesus em minha vida.

 

Este “Rei de prostitutas e mendigos” está disposto a fazer uma revolução espiritual em sua vida. Se você ainda não O encontrou, quero dizer que Ele está disposto a te encontrar no meio da tua jornada e mostrar o quanto te ama. A história dEle não acabou naquela cruz, nem nos primórdios da igreja cristã, ela continua até hoje. No entanto, a tua história pode nem ter começado ainda.

 

Por: Cleiton Fiuza

Crédito de foto: galeria do filme “the passion

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Quando confiamos nossas finanças a Deus…

Publicado por elouniversitario em Julho 24, 2008

“Os cristãos da Macedônia ofertavam além das suas posses. O que isso significa? Que eles contribuíam além de onde os números fazem sentido… significa ofertar mesmo quando nossas contas dizem que não podemos. Quer um exemplo atual disso?

Scott Lewis certa vez esteve em uma das conferências da Cruzada Estudantil onde Bill Bright convidou vários empresários a doarem um milhão de dólares para ajudar no cumprimento da Grande Comissão. Essa quantia era irreal para Scott, ela estava bem acima do que ele imaginava um dia poder contribuir, uma vez que sua empresa gerava um lucro anual menor do que cinqüenta mil dólares.

Então, Bill perguntou-lhe: “Quanto você ofertou no ano passado para missões?”. Scott sorriu e respondeu: “dezessete mil dólares, quase trinta e cinco por cento dos nossos lucros”. Sem pestanejar Bill continuou: “Então, o que você acha de comprometer-se com cinqüenta mil dólares o próximo ano?”. 

Scott pensou que Bill não tivesse entendido o que ele falou. Esse valor era maior do que o que ele ganhara aquele ano. Mesmo assim, Scott e sua esposa decidiram confiar em Deus e firmaram o compromisso de ofertar os cinqüenta mil dólares no ano seguinte, acreditando que Deus os capacitaria a investir acima de suas posses… Deus providenciou esse dinheiro de forma milagrosa e, ao final do ano, cumpriram sua meta, comprometendo-se a investir cem mil dólares no ano que estava por vir. Deus proveu os recursos mais uma vez… E, ano após ano, eles foram aumentando seu alvo.

Em 2001, Scott e sua esposa já contabilizavam mais de um milhão de dólares em ofertas para missões, um alvo que consideraram impossível alguns anos antes. É isso que pode acontecer quando decidimos dar acima de nossas posses. 

Tradução: Cleiton Fiuza

Fonte:  “O princípio do Tesouro”, por Randy Alcorn

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Lutando sozinha contra a pornografia

Publicado por elouniversitario em Julho 17, 2008

Uma estudante fala sobre seu vício em pornografia

 

Tenho dezoito anos, uma personalidade independente e às vezes tímida. Cresci durante toda a minha vida na igreja; quando o recém formado grupo de louvor me chamou para tocar bateria, senti que finalmente havia encontrado meu lugar lá. Tudo parecia estar bem comigo, mas me sentia vazia.

 

Mais tarde, no ensino médio, meu vazio aumentou e com ele minha curiosidade de encontrar alguma coisa que me satisfizesse. A principio me voltei para coisas pequenas como roubar cigarros do meu detestável tio, mas isso não era suficientemente forte para preencher aquele vazio. Eu não iria desistir tão fácil. Eu sou a Jennifer, forte como aço e vou conseguir aquilo que eu quero! Como uma “nerd” da informática, consegui ter acesso a várias coisas que as pessoas normais não tinham nem idéia. Descobri o que queria. Consegui o que queria. PORNOGRAFIA!

 

Antes mesmo que percebesse, estava viciada. Essa doença não foi, na minha vida, um substituto para o sexo. Eu era, na verdade, e ainda sou virgem. Isso era algo apenas para me preencher. Quando estava triste, ou tinha tido um dia ruim, podia simplesmente ir até o meu quarto, fechar a porta e me sentir bem novamente. Era de graça, inofensivo, e ninguém ficava sabendo. Mas toda vez que estava na internet, aquilo que eu buscava para me satisfazer, já não me satisfazia mais. Como um viciado em drogas, procurando dia após dia por drogas mais fortes, eu procurava cada vez mais por fontes mais fortes de satisfação. Isso nunca tinha fim até que Deus entrou em cena.

 

Eu não sei exatamente quando, por que ou como (a não ser, através da intervenção necessária de Deus), mas, um dia, percebi como minha vida estava devastada. Meu pai fumava e tinha parado DE VEZ. Sem adesivos e sem diminuição, ele apenas parou. Então percebi que era isso o que precisava fazer. Eu percebi que Deus era a única maneira de curar meu vazio. Então, apaguei TUDO do meu computador. Todos os sites, os vídeos, as senhas, tudo aquilo que pudesse me conduzir de volta ao lugar onde me tornei uma pessoa horrível. Uma curiosidade ingênua rapidamente tinha se tornado um vício.

 

Logo depois fui a um retiro cristão. Estava empolgada, mas não esperava o impacto que isso teria em mim. Naquele fim de semana, dediquei minha vida novamente a Jesus Cristo, dizendo a Deus: “Eu quero viver totalmente e completamente para Ti. Eu quero ser uma nova criação (2 Co 5:17), transformada pelo amor que você tem me mostrado. Eu sei que cometi vários erros e até os meus acertos não são dignos de Ti (Isaias 64:6)”. Mas também sei que Deus nos salvou por Sua misericórdia, não pelas coisas que tínhamos feito (Tito 3:4-5). Então, daquele dia em diante, resolvi fazer um compromisso com Deus dizendo que aquilo que Ele pensa é mais importante do que o que eu e o mundo pensamos e tudo o que fizer agora será para Sua glória, coisas que Ele quiser que eu faça.

 

O amor que senti no retiro foi o que me fez superar. Eu sabia que Deus me amava… Mas tanto assim? Estava rodeada por pessoas que eu não conhecia e elas estavam orando, intercedendo e pedindo por mim, me dando conselhos e expressando o amor que sentiam por mim. Mas por que pessoas completamente desconhecidas estavam demonstrando amor por mim? A Bíblia diz: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19). Eles me amavam por sentirem o amor que Deus tinha por eles. E agora que sinto o amor de Deus, quero dividi-lo também com o mundo! Além do amor, experimentei cantar musicas de adoração como nunca antes. Voltei aos meus velhos amigos cristãos e fiz novos amigos. Depois daquele fim de semana era visível a expressão de Jesus em meu rosto e em meus atos. Todos os dias, encontrava uma nova razão para louvar a Deus… Não havia um resquício sequer do vazio que eu sentia antes. Não havia mais raiva, solidão, tristeza ou medo. O Salmo 119:62 diz: “À meia-noite me levanto para dar-te graças pelas tuas justas ordenanças”.

 

É isso que eu sinto agora. Querendo levantar-me à meia-noite para louvar e adorar ao Senhor pelo que Ele fez por mim e pelos meus amigos. Você nunca é muito novo ou velho para mudar por causa do Senhor: “Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza” (1 Tm 4:12).

 

Hoje! Hoje, entregue-se total e completamente a Deus. Você não tem nada a perder e a vida eterna a ganhar. Paulo disse: “mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Aceite essa oferta e corra, corra para Deus, porque você é e sempre será dEle. Quando o mundo inteiro lhe der as costas, Ele estará lá, porque Ele é, foi e sempre será. Ele ama você.

 

Por Jennifer M.

Fonte: Site Sua Escolha

Crédito foto: Galeria do Filme “the passion of Christ”

 

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